Notícias Militares

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

A Defesa da Amazônia



A defesa da Amazônia
Pronunciamento do Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Soberano Irmão Marcos José da Silva.

A Amazônia Brasileira merece a atenção dos maçons, em face dos perigos que cercam a região. Notícias que circulam insistentemente na mídia nacional e na internacional nos causam desassossego. Percebemos que a soberania brasileira sobre o seu território amazônico vem sendo testada, seja por meio de atuações suspeitas junto às tribos indígenas, seja através de balões de ensaio inseridos nas colunas de imprensa.
O derrotismo e o denuncismo como o assunto é apresentado, pouca ou nenhuma esperança nos permitem acalentar; é como se o Brasil estivesse inerme diante do perigo.
Nesse ambiente sombrio de inquietações em que procuram difundir dúvidas e temores, vem á luz através da mídia nacional, o fortalecimento da tática do Exército Brasileiro de recrutar indígenas em unidade especiais localizadas nas fronteiras do Norte.
Não estamos inertes nem conformados com os assanhamentos contra o Brasil. As forças Armadas do nosso País desempenham, silenciosamente, o papel que lhes cabe. O alerta de líderes militares, o recrutamento cada vez maior de jovens índios brasileiros, uniformizados com o verde olívia, praticando exercícios militares em plena selva amazônica e recebendo voz de comando em suas línguas nativas acendem um clarão de orgulho nacional na consciência de cada patriota.

09/10/2008.

Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

É Preciso mais do que retórica


É PRECISO MAIS DO QUE RETÓRICA

Correio Braziliense, 13/10/2008, página 13

General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva

O Brasil desponta como potência no cenário mundial, com possibilidade de evoluir de ator apenas retórico para participante influente. Tal ascensão leva o País a enfrentar conflitos na disputa ou defesa de interesses vitais ao nosso futuro. Entre estes, destacam-se a exploração e o controle soberano de nossos recursos, na Amazônia e no Atlântico Sul, e a liderança do processo de integração da América do Sul, duas condições importantes para ter o respeito internacional e, em conseqüência, impor-se no mundo globalizado.
As potências que conduzem os destinos do mundo – EUA, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Rússia, Japão e China – demonstram ser fundamental desenvolver equilibradamente os campos do poder nacional – político, econômico, psicossocial, militar e científico-tecnológico – o que não acontece no Brasil, haja vista a sua debilidade militar e científico-tecnológica.
Aquelas potências empregam diretamente o poder militar quando estão em jogo interesses vitais e têm liberdade de ação para fazê-lo, seja pela fraqueza militar do oponente, seja pela impossibilidade ou desinteresse de aliados deste último em prestar-lhe apoio militar direto. Aí estão os exemplos dos conflitos no Iraque, no Kosovo e na Geórgia. Elas prestigiam o assessoramento militar ao núcleo decisório do Estado para a tomada de decisões que afetem a segurança nacional. O Brasil, ao contrário, praticamente alijou a liderança militar da assessoria direta ao Chefe de Estado, inclusive no trato de assuntos dessa natureza.
Está para ser lançado o Plano Estratégico de Defesa formulado por um comitê presidido pelo Ministro da Defesa e coordenado pelo Ministro Extraordinário de Assuntos Estratégicos. Espera-se que tenham sido ouvidos setores civis da sociedade que estudam o tema e que os Estados-Maiores da Marinha, Exército e Aeronáutica tenham participado de maneira efetiva e não apenas sido consultados sobre ações previamente definidas em foros restritos. Espera-se, também, que o Plano assegure o aporte anual de recursos orçamentários fixos, para investir no fortalecimento progressivo do poder militar e na redução do desnível científico-tecnológico. Espera-se, ainda, que não seja mais uma iniciativa “para inglês ver”, como outras de sucessivos governos nos últimos anos.
O Plano preconiza parcerias com potências e com países vizinhos no desenvolvimento tecnológico e na produção de material de emprego militar. É uma decisão válida no momento, mas não deve impedir que, a médio e longo prazo, se alcance a maior autonomia possível nas áreas de pesquisa, desenvolvimento e produção de material bélico. O Brasil não pode calcar sua defesa em parcerias com outras potências ou aliados, pois perderá liberdade de ação e comprometerá sua segurança em conflitos com terceiros, caso envolvam interesses daqueles parceiros.
Por outro lado, não basta um forte poder militar, mesmo que confira visível capacidade de dissuasão. Isto agrega valor à defesa nacional, que se subordina à segurança nacional, esta sim um status finalístico e muito mais abrangente, que resulta do fortalecimento equilibrado de todos os campos do poder, da coesão nacional e do respeito internacional. Portanto, depende muito mais do campo político do que do militar.
O Estado brasileiro submete-se a pressões internacionais e, na Amazônia e na questão indígena, adota políticas que comprometem a soberania e a integridade territorial, portanto, a segurança nacional, tornando inócuo qualquer aparato de defesa. Embora o quadro possa ser revertido, temos hoje soberania limitada, de fato, sobre partes da região, estando em vias de perdermos a integridade territorial sem que os atores adversos tenham que empregar o poder militar. Sun Tzu disse: “Lutar e ganhar todas as batalhas não é a suprema glória, a glória suprema é quebrar o inimigo sem lutar”. Eis a estratégia indireta (“arte do desvio”) usada há duas décadas por EUA, Grã-Bretanha, França e outras potências.
A perda da plena soberania na Amazônia enfraquece o Brasil em todos os campos do poder, impede a condução do processo de integração sul-americana e leva à perda do respeito internacional, pois o mundo não perdoa nações e povos que demonstrem ser moral e politicamente fracos. Se assim for, ao Brasil restarão os papéis de um cobiçado mercado a ser explorado e controlado e de um interlocutor “aplaudido” em foros internacionais pela retórica idealista, porém ingênua.

domingo, 5 de outubro de 2008

O DESMONTE DAS FFAA

O desmonte das Forças Armadas brasileiras

03/10/2008 - 17h36
Marcelo Rech Há algum tempo acompanhamos as discussões sobre o orçamento das Forças Armadas, a evolução (?) dos programas de reaparelhamento e modernização e as já cansativas reclamações dos militares em relação aos sucessivos cortes. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, chegou arrotando mudanças drásticas no momento em que o país vivia (?)
um caos aéreo. Do alto de sua empáfia, falou, falou, esbravejou, mas de prático, não fez nada. As companhias aéreas continuam mandando e desmandando, a Infraero mudou apenas os nomes e continua inoperante e a famosa Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) apelando aos céus para que nenhum avião caia. Os recursos para a segurança aérea continuam escassos e punições apenas para aqueles que denunciaram o estado podre a que estamos submetidos. Em meio as turbulências, vieram o midiático Plano Estratégico da Defesa e o Conselho Sul-Americano de Defesa. Nenhum deles vingou. Para completar, quem cuida da Defesa é o ministro Mangabeira Unger e não Nelson Jobim, o mesmo que atirou afoito na Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), derrubou sua direção e justificou tudo com cinco folhas de papel impressas da internet. No dia 7 de setembro, deveríamos conhecer o tal Plano Estratégico da Defesa, mas depois de mais de um ano de discussões e debates, descobriu-se que o presidente Lula não estava completamente inteirado das propostas. Aguarda-se a convocação do Conselho de Defesa Nacional para debater o texto, se é que ele realmente existe. Atualmente, o Brasil gasta cerca de 1,5% do seu Produto Interno Bruto (PIB) nas Forças Armadas. Isso dá algo em torno de R$ 50,2 bilhões. Especula-se que o Plano Estratégico aumente a cifra para 5% do PIB, mais que o dobro. Mangabeira Unger afirmou que “não há estratégia de Defesa sem dinheiro”. Disse também que o Plano não será uma resposta conjuntural a problemas pontuais ou uma espécie de triagem de pedidos e solicitações feitas pelas Forças Armadas. O ministro Nelson Jobim que foi aos Estados Unidos explicar que o Conselho Sul-Americano de Defesa não seria uma OTAN controlada por Hugo Chávez, tem dito que os equipamentos adquiridos pelas Forças Armadas serão aqueles necessários ao cumprimento das metas estabelecidas. Ele quer que a indústria nacional de Defesa seja privilegiada e que o Brasil só compre de países que aceitem transferir tecnologia. Ainda não se sabe ao certo quanto dinheiro será aplicado nas Forças Armadas, mas sabe-se que a Força Aérea quer 102 caças de última geração. Desses, 66 seriam construídos no Brasil. Em dezembro, os presidentes Lula e Nicolás Sarkozy sacramentam um acordo militar entre Brasil e França para permitir a construção de quatro submarinos convencionais e um nuclear, além de helicópteros e a capacitação de tropas do Exército. No entanto, mesmo diante de tantas perspectivas positivas, as Forças Armadas continuam ameaçadas em seus orçamentos, o que revela uma profunda contradição entre o discurso e a prática no governo federal. Pelo menos R$ 1,6 bilhão dos recursos destinados às Forças Armadas continuam contingenciados. O Exército já emitiu nota explicando que muitas de suas ações estão comprometidas e a Marinha anunciou a possível suspensão das patrulhas por falta de combustível. É inadmissível que o Exército tenha de cortar o expediente nos quartéis e dispensar recrutas quando se fala num Plano Estratégico para a Defesa. Não se pode entender como um governo pode construir um submarino nuclear se retém 23% do dinheiro da Marinha, submetendo a força ao constrangimento de cortes de água, luz e telefone. É impensável que a Força Aérea Brasileira esteja concluindo um processo de licitação internacional para a aquisição de caças de última geração e tenha R$ 660 milhões dos seus recursos retidos pela Fazenda. Assim fica difícil acreditar que o governo realmente classifique suas Forças Armadas como instituições essenciais. É mais fácil acreditar num processo de desmonte mascarado pela retórica. Marcelo Rech é jornalista, editor do InfoRel e especialista em Relações Internacionais e Estratégias e Políticas de Defesa. Correio eletrônico: inforel@inforel.org.
"É permitida a reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte"
Fonte: www.inforel.org

Novo ZOO no CIGS


Domingo, 5 de outubro de 2008, 19h24 Atualizada às 19h29
Amazônia terá o zôo mais moderno do Brasil


Em 2009, a cidade de Manaus será a casa de um zoológico de primeiro mundo. Isto porque o zôo da cidade, o Zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), pertencente ao Exército Brasileiro, receberá instalações modernas inspiradas em alguns dos grandes parques zoológicos do mundo como o de Buenos Aires, de Nova Iorque, de San Diego, o de Washington e o de Boston. Além de criar recintos para animais adequados a cada espécie, o projeto prevê a ampliação da área atual de quatro para 14 hectares, somando mais de 140 mil m².
O zôo do Cigs foi criado pelo Comando Militar da Amazônia nos anos 60 como um centro de treinamento para especialistas em operações de selva. "Era um 'depósito de animais' para atender às necessidades de instrução básica em fauna e flora", afirma o Comandante Antônio Manuel de Barros.
Desde esse período, os animais que vivem no Cigs são resultado de apreensões do Ibama ou da iniciativa da população que encaminha animais feridos para que recebam cuidados no Centro. O Cigs possui biólogos e veterinários especializados em animais selvagens.
"Nos anos 90, o nosso zoológico foi remodelado e foi criado o espaço que existe hoje, apto para atender ao público, mas já não temos mais espaço para receber animais adequadamente", diz o Comandante Barros. Atualmente, o Cigs possui 172 animais de 54 espécies diferentes, todos da fauna amazônica. Com a expansão o zôo terá capacidade de receber um maior número de animais.
Segundo o Comandante, o novo projeto - criado através de um convênio entre o Cigs e a Ulbra de Manaus e idealizado pelos arquitetos da Squadra Arquitetura - pretende realizar um antigo sonho do Comando Militar da Amazônia: o de criar um zoológico digno da Floresta que o cerca.
Pensando nisso, os arquitetos Caio de Santi, Cristiano Santos e Marcos Cereto, elaboraram um projeto que visa, principalmente, criar um espaço que respeite a natureza utilizando o que existe de mais moderno em design e tecnologias para causar o menor impacto possível ao ambiente. "Queremos que o próprio zôo seja um exemplo de sustentabilidade", afirma Caio de Santi.
Para isso, o projeto prevê reservatórios para o aproveitamento da água da chuva, uso de iluminação natural em todos os ambientes e painéis solares para gerar a energia elétrica que será utilizada pelo parque.
Os recintos dos animais serão elaborados com telas que cobrirão os ambientes sem danificá-los, preservando árvores, plantas e os próprios animais que terão uma reprodução fiel do seu habitat natural.
Os acessos aos recintos serão em forma de passarelas suspensas para causar o menor dano à vegetação e para evitar a necessidade de interromper o fluxo das águas. Assim, os visitantes terão uma visão ampla dos animais e dos espaços sem prejudicar o ambiente. Os espaços fechados, como auditórios e centros de pesquisa, terão ventilação natural cruzada para minimizar o uso de ar condicionado.
Além disso, toda a madeira que será utilizada terá proveniência certificada e todos os resíduos produzidos serão separados respeitando a coleta seletiva. "A idéia é que todo o zoológico seja um ambiente de educação ambiental", diz Caio de Santi.
Todos os animais do zôo serão da fauna local contrariando o modelo de zoológicos pelo mundo que apresentam espécimes que não estão adaptados às condições do clima das diferentes regiões.
Segundo o arquiteto Cristiano Santos, mais do que uma 'exposição de animais', o zôo pretende ser um espaço que atenda às necessidades deles, respeitando a sua saúde e a condições que eles necessitam para viver. "A anta, por exemplo, é um animal que precisa de pouca luminosidade. Nos zoológicos, geralmente, elas ficam expostas para que o público possa vê-las, mas isso prejudica o animal. Vamos recriar as condições ideais para cada espécie", afirma Cristiano.
Os recintos já existentes de animais como macacos, aves e jacarés serão reformulados para reproduzirem melhor o ambiente natural e esses conviverão juntos à outras espécies, como ocorre na natureza.
E o grande atrativo do local será o espaço dos aquários para o boto cor-de-rosa, o peixe-boi e aquários menores para mostrar a beleza dos rios amazônicos com sua variedade de peixes de grande porte e também os ornamentais.
O local terá um estacionamento com espaço duplicado e um Centro de Acolhimento do Visitante que trata-se de um espaço coberto com as bilheterias, auditório, lojas e praça de alimentação. Com isso, promete ter uma estrutura ímpar no Brasil, atraindo ainda mais os turistas brasileiros e estrangeiros.
Além disso, o espaço vai contar com um Centro de Pesquisas Ambientais do Centro Universitário da Ulbra de Manaus, que possibilita aos alunos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Biologia, Engenharia Ambiental, Psicologia, Direito e Pedagogia desenvolverem pesquisas acadêmicas e trabalhos de iniciação científica que contribuirão com a execução do projeto.
Segundo a diretora geral da Ulbra de Manaus, a professora Vera Heitor Reinhardt a oportunidade de participar de um projeto desta magnitude é único. "O que fica claro é a grandeza deste projeto para o Estado do Amazonas, para o Exército brasileiro e para todos nós. Será um zoológico modelo no Brasil e marcará a história dos acadêmicos da Ulbra que participarão dele", afirma Vera.
"O projeto ainda está em fase de planejamento. As imagens ainda são conceituais", explica o arquiteto Marcos Cereto. "Mas temos a certeza de que será o zoológico mais moderno do Brasil, equivalente aos zoológicos de primeiro mundo", conclui.
Redação Terra

sábado, 4 de outubro de 2008

REAJUSTE

Novo reajuste das Forças Armadas vale a partir de amanhã e entrará nas contas em novembro>> Ananda Rope>>> BRASÍLIA - Entra em vigor amanhã a terceira parcela do reajuste dos soldos dos militares das Forças Armadas. O aumento já amplia o crédito de oficiais, praças e pensionistas, mas só entra na conta corrente nos salários pagos até 4 de novembro. O aumento foi dividido em cinco vezes, até julho de 2010. Desta vez, o índice varia de 4,94% a 3,71%. (confira ao lado os valores dos vencimentos brutos médios).>> Como a integralização do reajuste só se dará em dois anos, militares se mobilizam junto ao Congresso Nacional para recuperar vantagens perdidas, como o auxílio-moradia e o anuênio, conforme adiantou, com exclusividade, a coluna Força Militar do último dia 22. O sinal verde para os estudos já foi dado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim.>> Após dois anos de negociação, o reajuste concedido em maio deste ano aos militares das Forças Armadas ficou na média de 47,19%, variando entre 35,31% (percentual dos oficiais) e 137,83% (recrutas). Na ocasião do anúncio, Jobim afirmou que o aumento foi dado de acordo com as "possibilidades do Estado" e que teve como contrapartida a valorização dos setores militares.>> Recrutas, soldados e alunos das escolas militares ficam de fora desta parcela. Eles só voltam a ter aumento em fevereiro do ano que vem. Deste grupo, quem terá o reajuste salarial mais significativo serão os recrutas, que saíram dos R$ 207 mensais para R$ 471 em janeiro deste ano e passarão a receber R$ 514,90 em fevereiro do ano que vem. A remuneração dos jovens soldados será reajustada automaticamente todos os anos, com o aumento do salário mínimo.>> Segundo o Ministério da Defesa, o aumento beneficia mais de 600 mil pessoas, sendo 342 mil militares da ativa, 133 mil inativos e 135 mil pensionistas. Com o reajuste, gastos na folha de pagamento deverão subir de R$ 27,6 bilhões para R$ 31,8 bilhões em 2008, R$ 35 bi em 2009, R$ 38,4 bi em 2010, e R$ 39,9 bi em 2011.>> Vigilância para reservas descobertas> A exemplo do Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia), a Marinha do Brasil estuda a criação de sistema de gerenciamento da costa brasileira, também conhecida como Amazônia Azul. Uma rede de sensores eletrônicos espalhados ao longo dos 4,5 milhões de quilômetros quadrados do Atlântico Sul, no litoral do Brasil, fará vigilância das recém descobertas jazidas de petróleo, na Bacia de Santos, e depósitos de minerais estratégicos como cobre, níquel e ouro.>> Com um investimento aproximado em US$ 2 bilhões, o sistema deverá integrar o programa de reaparelhamento da Força, com execução prevista de 2008 a 2014. Na lista de compras estão previstos 27 navios-patrulha de 500 toneladas, material para construção de um submarino convencional, torpedos, helicópteros, patrulheiros oceânicos, embarcações de escolta e de uso em grandes rios. Além de revitalização de parte da frota, como o porta-aviões São Paulo e a atualização de 12 dos 23 caças Skyhawk, acordada com a Embraer.>> Batalha agora é recuperar os benefícios> Com o reajuste engessado até 2011, a esperança dos militares por melhorias na remuneração se volta para o Congresso. O retorno de alguns benefícios - como o anuênio (5% de reajuste a cada cinco anos de serviço) e o auxílio-moradia (para ajudar no aluguel e na prestação da casa própria) - entrará na pauta da frente parlamentar de Defesa, composta por 200 parlamentares, que se reunirá pela primeira vez em outubro. O presidente da comissão, deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE), adiantou a O DIA que entre os temas a serem discutidos será abordado o da participação das Forças Armadas na segurança pública.>> Na área de Defesa Nacional, as Forças já contam com treinamento especial, como a Operação Atlântico, que terminou no fim de semana e fez dos litorais do Rio, Espírito Santo e São Paulo um grande cenário de guerra. Marinha, Exército e Aeronáutica atuaram em conjunto contra ataques simulados de invasão à costa brasileira. A principal motivação dos testes foi se preparar para garantir a soberania do Brasil e de suas novas reservas gigantescas de petróleo.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

QUE CRISE ?




Carta Encaminhada a Jornalista no dia 1º Out 2008

Que crise?
O 1º Grupamento de Engenharia do Exército alugou um imóvel de 15 mil metros quadrados em Barra (BA), que inclui vinte suítes, dois salões, duas cozinhas industriais e um refeitório. Pagará R$ 80 mil por mês.(Cláudio Humberto-1º Out 08, Jornal de Brasília)


Prezado jornalista Cláudio Humberto,

A respeito da nota publicada na sua coluna de hoje (1º Out 08), com o título ‘QUE CRISE?”, tratando do aluguel de um hotel em Barra, que teria sido contratado pelo 1º Grupamento de Engenharia do Exército, cabe esclarecer o seguinte: o Exército participa das obras de REVITALIZAÇÃO do Rio São Francisco, em um campo de prova em Barra, no Estado da Bahia, com extensão de 12 Km. Este trabalho, infelizmente, tem sido pouco divulgado pela mídia em geral, pois o que tem sido veiculado com maior freqüência são apenas as obras do projeto de integração do Rio São Francisco com as bacias hidrográficas do nordeste setentrional.
Para instalação do canteiro de obras em empreendimentos dessa natureza, há necessidade de previsão de alojamento, oficinas e refeitório das equipes envolvidas, entre outras benfeitorias. A decisão pela locação do hotel citado em sua matéria, que encontrava-se desativado, baseou-se num estudo que indicou ser esse custo significativamente inferior ao que o Exército arcaria, caso optasse pela construção de novas instalações e locação de residências individuais.
Sobre o assunto, constata-se que houve equívoco na informação publicada, quanto ao emprego inadequado de recursos públicos, sugerido em seu artigo. E, ainda, com relação ao valor mencionado de R$ 80.000,00 reais mensais, referente ao aluguel daquele imóvel, esclareço que o dado correto é R$ 80.040,00 reais anuais, conforme contrato celebrado entre o 7º Batalhão de Engenharia de Combate (e não o 1º Grupamento de Engenharia) e o Instituto Tânia & Aydano Roriz (locador), datado de 15 de agosto de 2008.
Considerando que a sua coluna tem compromisso com a verdade, solicito que seja feita uma retificação com o mesmo destaque dado à nota em questão, principalmente em consideração aos fiéis leitores de sua coluna, bem como à credibilidade do veículo da comunicação JORNAL DE BRASÍLIA.

Atenciosamente,


General-de-Exército Ítalo Fortes Avena
Chefe do Departamento de Engenharia e Construção

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

NÃO HÁ DINHEIRO PARA ALIMENTAR A TROPA

Porto Alegre,RS, 01 de outubro de 2008.
RUI GARAVELO MACHADO


NÃO HÁ DINHEIRO PARA ALIMENTAR A TROPA

A notícia ( a seguir transcrita - em AZUL ) foi publicada na Resenha do EXÉRCITO em 01/10/08.

Nem sei se verdadeira.
O que sei é que se verdadeira :
- mais uma vez, o EXÉRCITO não tem dinheiro nem para alimentar a Tropa.
O que sei é que :
- mais uma, o EXÉRCITO tomará uma série de medidas para minimizar o problema da penúria que vive e , MAIS UMA VEZ , não tenho dúvida , o EXÉRCITO irá reunir as mais Altas Autoridades e, escolher(sic) quais os homens/mulheres que serão Condecorados/Medalhadas/Homenageados e , MAIS UMA VEZ , por certo, serão escolhidos os que NÃO TÊM A MÍNIMA CONDIÇÃO PARA TAL E QUE , CERTAMENTE, ESTÃO ENTRE OS QUE NÃO DESTINAM VERBAS PARA AS FF AA .

Em resumo e por derradeiro :
- mais uma vez, o EXÉRCITO se curva frente à canalha e se enrola na BANDEIRA NACIONAL alegando que se trata de DISCIPLINA e HIERARQUIA , quando , em verdade , se trata de outras coisas ( inconfessáveis).

Por certo, alguém dirá :
- ele (no caso, eu) escreve e fala porque não tem a obrigação e nem a posição para decidir ; se lá estivesse , decidiria pior.

NÃO é verdade.
Ou melhor , só parte é verdade:
- não tenho a obrigação e nem a posição para decidir , no entanto, SE LÁ ESTIVESSE NÃO DECIDIRIA PIOR .
E , sabem qual a razão ?
É fácil :
- pior do que foi decidido, NÃO EXISTE.

O que o EXÉRCITO está fazendo é o FIM !!!!
Está abaixo do piso do fundo do poço, isto é , mais e maior humilhação NÃO há.

OBS: deverá ser apresentado, em breve , um tal Plano Estratégico ; consta que está previsto O REARMAMENTO , a MODERNIZAÇÃO E O REAPARELHAMENTO DAS FF AA e outras coisas .
Tudo balela : NÃO HÁ DINHEIRO PARA COMER !!!!!!

Pobre País.

RUI GARAVELO MACHADO

Panorama Político
Exército vai reduzir expediente
ILIMAR FRANCO com Fernanda Krakovics, sucursais e correspondentes

O general Enzo Peri diz ainda que "informações da Secretaria de Orçamento Federal indicam que o volume de recursos (da área) a ser descontingenciado não será expressivo". Com isso, a partir de novembro, não haverá dinheiro para gastos com saúde, e serão afetados os estoques mínimos para alimentação da tropa. Haverá falta de combustível para operações, de verba para treinamentos e agravamento da situação dos estoques de munição. Para enfrentar a situação, serão tomadas as seguintes providências: licenciar, no mais curto prazo, os recrutas incorporados este ano e reduzir o expediente nas organizações militares.


Atenciosamente RUI GARAVELO MACHADOAmigos para sempre e um pouco mais