Notícias Militares

terça-feira, 10 de março de 2009

O MINISTRO DA JUSTIÇA E O MST


O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse nesta segunda-feira (2) que não vê radicalização nas ações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e dos movimentos sociais em geral. Para ele, se houver atuação fora do limite da lei, os estados é que devem "operar" contra as ilegalidades. “Não vejo nenhum índice de aumento de violência [na atuação do MST]. O que ocorre é a mobilização dos movimentos sociais e em determinadas circunstâncias de maneira mais arrojada. Quando eles violam a lei e a Constituição os estados têm que operar”, disse ele ao ser questionado sobre a radicalização nas ações do MST.

O ministro também descartou a atuação da Força Nacional de Segurança para reintegração de posse de propriedades invadidas pelo MST. Na avaliação dele, essa também é uma responsabilidade dos estados.

NO TEMPO DOS MILITARES


Repasso com muita alegria várias matérias
que vem corroborar o que venho defendendo há muitos anos.
Tudo o que se apresenta a seguir
é a mais cristalina e triste realidade
de um País usurpado por ladrões, piratas,
assassinos e bandidos de todas as espécies,
que estão minando e destruindo o futuro de nossos filhos e netos
e talvez de várias gerações de brasileiros.
Por favor e amor ao Brasil!!!Divulguem ao máximo!!!!
Euro Brasílico Vieira Magalhães

De: ROBERTOMONTEIRO DE OLIVEIRA

Enviada em: sábado, 7 de março de 2009 10:19
Assunto: Comparação entre a 'democracia' atual e a dos Governos Militares
REPASSANDO:
A rigor, o artigo do JB dispensaria qualquer comentário meu...
mas vou me permitir reproduzir num ANEXO(pdf) duas coletâneas de dados:
uma de um civil e outra que a ASMIR/PR publicou no seu BINFO de 2001(e eu atualizei agora).
Eu IMPLORO aos meus correspondentes que façam uma difusão intensa, para desmascarar,
-- não só no que concerne ao êxito magnífico dos Governos Militares --
mas também, para que alguns conheçam um pouco da TRAIÇÃO
que esses malditos criptocomunistas e anticristãos vêm fazendo à nossa Pátria.
Sds castrenses e fraternas
Cel. Ref EB Roberto Monteiro de Oliveira

CITANDO:

DEMOCRACIA COM RESPONSABILIDADE
Aristóteles Drummond
ARTIGO JORNAL DO BRASIL

Uma questão delicada que tem de ser logo encarada:
a democracia brasileira precisa ser reavaliada.
Não se trata de condená-la, mas de examiná-la, visando seu aperfeiçoamento
e, principalmente, o apreço da sociedade.

Não resta a menor dúvida, até pelos números que não mentem, que,
com o fim do regime autoritário militar, as atividades ligadas aos três poderes da Nação passaram a custar mais e a servir menos.
Depois do processo de abertura comandado pelo presidente João Figueiredo,
que para os jovens é bom lembrar que governou sem AI-5 e sem censura na imprensa,
a qualidade gerencial do país caiu em eficiência e em responsabilidade.
A diferença entre os orçamentos de investimento e custeio aumentou demais.

Os militares eram austeros na política salarial
e na de contratações para o serviço público,
mas até audaciosos em promoverem o progresso e o desenvolvimento,
com os notáveis investimentos na infraestrutura do país.

Não seríamos nada hoje, se, nos 21 anos de regime,
tivéssemos investido o mesmo que nos 21 posteriores
em obras fundamentais na habitação, saneamento, energia
e nos transportes. Só para ficarmos nos mais evidentes.
No saneamento, então, estaríamos em patamares de atendimento comparáveis
aos mais pobres da América Central ou da África.

O desgaste maior vem se dando
na qualidade dos políticos e no que custam ao Erário.
A começar pelas câmaras municipais que eram vigiadas pela legislação,
sendo que, nos municípios menores, os vereadores só podiam ganhar um salário mínimo,
como ajuda de custo.
Hoje, os orçamentos dos legislativos batem os itens mais importantes,
a começar pela saúde, que ficou praticamente com os recursos repassados pelo SUS.
Daí a repercussão do desabafo do senador Jarbas Vasconcellos.

O Judiciário aparelhou-se melhor, mas não reformou seus códigos
a ponto de atender com mais agilidade e razoabilidade aos reclamos por uma Justiça
que puna efetivamente quem prevarica.
Os processos se arrastam, numa estranha cumplicidade com os mecanismos
que tornam as causas mais importantes intermináveis.
Alem de preocupante tendência liberal em relação aos infratores.
E o aumento nos quadros de pessoal, na remuneração e benefícios foram significativos.

No Executivo, a gastança com ONGs, muitas sob suspeição,
e contratações aos milhares, ampliou demais as folhas de pagamento.
Abriu torneiras para verdadeiras doações de caráter político-ideológico
e retirou uma certa isonomia que existia entre os chamados altos funcionários.

Os militares, por exemplo, foram mesquinhamente prejudicados,
em especial nos oito anos dos tucanos,
ficando com soldos de final de carreira
e os proventos na reserva bem inferiores aos praticados
para altos funcionários do Legislativo, do Judiciário
e do próprio Executivo, ferindo uma tradição histórica.

Não bastasse, a democracia vem sendo ultrajada
na medida em que o poder público, em nome de teses ultrapassadas
e que nunca foram democráticas, deixa correr solto movimentos
que inquietam trabalhadores e empresários.

Entre os exemplos, a agitação no campo que está presente em todo território nacional,
criações intempestivas como a questão dos quilombolas, que beiram o ridículo,
o mau uso do solo urbano e nas margens das estradas,
nos dando um panorama visual cada vez mais subdesenvolvido.
Esta cumplicidade com o radicalismo e a violência
chega a beneficiar ou prejudicar estrangeiros, como os conhecidos casos
do abrigo a condenados na Itália e na Colômbia e a devolução, na calada da noite,
em avião fretado, de dois atletas que queriam fugir de Cuba.
E que depois foram resgatados, pela solidariedade de organismos internacionais
ou mesmo dos EUA que lutam pelos direitos humanos de fato.

Vamos ser mais democratas, cultivando a ordem, apressando a Justiça,
gastando com austeridade, contendo abusos
que fazem dos que estão sob a cobertura do Erário, formados pelos impostos pagos por todos, privilegiados acima das crises e dos desconfortos causados pela má gestão pública.

Na saúde, a maioria dos órgãos federais por não acreditar no atendimento oficial
já fornece planos privados a seus funcionários.
Na educação, as universidades publicas estão degradadas
e com crescente absenteísmo de professores, em desrespeito ao estudante,
que já é obrigado a conviver com instalações abandonadas e mal tratadas.

Sem uma reforma política realista, gradual na implantação,
rigor na lei de inelegibilidades,
setores do Judiciário encarregados de tratar com urgência
os casos que envolvem recursos públicos ou delitos de qualquer espécie
praticados por parlamentares ou altos funcionários,
não vamos construir a democracia social e justa tão proclamada,
mas cada vez mais distante.
O que se passa na nossa vizinhança
não parece ser modelo a ser seguido .

SAUDADE DOS MILITARES



Paulo Martins - Gazeta do Paraná.

SAUDADE DOS MILITARES -

A Folha de São Paulo publicou editorial na semana que passou, manifestando sua defesa ao regime militar
- regime que delinqüentes políticos batizaram de ditadura -
e foi o que bastou para que um bando de trogloditas morais viesse a público condenar o editorial.

A Folha batizou de "Ditabranda" o que os indigestos, pegajosos e corrosivos comunistas chamam de "ditadura".
Como esse tema sempre me inspirou através desta modesta Coluna desta Gazeta
e não raras vezes escrevi ao leitor que me honra com sua atenção que estou com saudades dos militares,
a reação da caterva contra a Folha envolveu a mim também, mas numa confortável exaltação.
Uma espécie de orgasmo.

Tudo hoje que causa irritação e reação nos comunistas é porque é bom, é saudável, é correto e é desejável.
"Militares, voltem para os quartéis" - foi o lema de quadrilheiros
que hoje estão arranchados no poder, explorando de forma aberta e debochada
a população e usando para esse desiderato vários expedientes espúrios, próprios de delinqüentes.

O que fizeram esses sociopatas pelo Brasil até hoje,
desde que os militares voltaram aos quartéis?
Onde desejam chegar esses professores que trocam a didática das aulas pelo processo de doutrinação
em favor desse sistema deletério que vem a ser o comunismo ?
O comunismo é estúpido e irracional até mesmo diante da própria natureza,
haja vista que nem Deus fez dois homens iguais.
A estratificação social é um imperativo que, por mais que queiram sub-produtos da humanidade,
como Fidel Castro, irá se alterar.
Por períodos, por força de paredons, forcas e chibata até pode ser,
mas por períodos que irão esfolar o corpo, mas jamais irá deformar a alma.
Que saudades dos militares.
Creio que, se não for a milésima vez que escrevo essa afirmação
que vem do fundo da alma, está perto desse número.
Que saudade dos militares e, "trombadões", por favor, voltem para suas casas
sob pena de, não o fazendo, sermos obrigados a mudar até o lema de nossa bandeira,
trocando a palavra "ordem" por desordem.
O "progresso" permanece, pois apesar dos ladrões, dos incompetentes, do gangsterismo
que envolveu e ainda envolve o Brasil, o progresso é inexorável, pois a população não se assemelha aos malfeitores.

A propósito, esse artigo não tem intenção de condenar quem apenas cultiva "idéias sociais",
reconhecendo ser esse um direito de cada um, só não se pode concordar
com os choques de baixaria de parte daqueles que tentam doutrinação,
praticam assaltos aos cofres públicos através de vários expedientes despudorados e,
no vácuo da imoralidade tentam implantar no Brasil,
camufladamente, não um regime...mas uma verdadeira arte de esgoto.

KETCHUP
É próprio de esquerdistas frustrados tentarem rotular de "nazistas"
quaisquer pessoas que defendam idéias liberais e se distanciem com isso da perecível filosofia marxista.
"Nazistas", dizem eles, como se o nazismo se diferenciasse do comunismo que praticam.
Se um elemento desses se olhasse no espelho com mais cuidado,
constataria que o rótulo que tenta aplicar sobre os outros identifica-se ajustadamente com seu próprio caráter.
As idéias desses elementos devem ser geradas não no cérebro, mas nos intestinos.
Eles, sim, são inquilinos de processos fósseis que, em grau de decomposição,
buscam insultar quem produz e trabalha nesse País.
E a propósito:
Se o comércio em Cascavel não deve trabalhar aos domingos, que se adotem, por questões isonômicas,
os mesmos critérios para o transporte coletivo - para o transporte aéreo - para a policia - para os hospitais
- para as farmácias - para as rádios e televisões - e, também,
para as igrejas cujos párocos celebram missas toda semana...e até aos domingos.

***
Assassinaram Milton Nunes Kruger, principal testemunha de Paulo Salazar,
o ex-petista que move ação trabalhista contra os deputados também petistas Elvino Bohn Gass e Raul Pont.
A ação é contra o despudorado costume de reter parte de salários como doação para o PT.
Esse tipo de virulência tão denunciada e praticada pelo PT
seria ação de "nazista - stalinista ou simplesmente petista"?
A propósito:
Milton Nunes Kruger foi seqüestrado em Alvorada, no mês passado
e executado em Canoas - grande Porto Alegre - com dois tiros na cabeça e um no peito.
Ele iria depor na 9ª Vara Criminal.
A 2ª DP de Canoas, cidade cujo prefeito é do PT, "investiga" o assassinato.

BANDO INVADE UNIDADE DO EXÉRCITO


Bando invade batalhão do Exército em SP, rende militares e rouba fuzis
Ligação com ação semelhante ocorrida sexta-feira no ABC será investigada
Wagner Gomes

SÃO PAULO. Cinco homens armados invadiram na noite de domingo o 6º Batalhão de Infantaria Leve do Exército em Caçapava, a 120 quilômetros de São Paulo, e roubaram sete fuzis calibre 762 mm e 140 cartuchos. Eles cortaram um alambrado nos fundos do quartel e renderam os sentinelas em dois postos de vigilância. Em seguida, entraram no alojamento e renderam outros militares. O bando fugiu pelos fundos, por um matagal, carregando as armas.
Segundo o Comando Militar Sudeste, um cabo ficou ferido ao levar uma coronhada na cabeça. Ninguém foi preso. O roubo aconteceu três dias após o assalto ao depósito de armas no Centro de Treinamento Tático em Ribeirão Pires (CTT), no ABC paulista.

FAZENDO A CAMA DO PT



FAZENDO A CAMA DO PTpor Paulo Moura
O PT é um partido geneticamente hegemonista. Sua natureza é a de quem quer mandar sozinho em tudo. Por esta razão o PT passou décadas disputando eleições sozinho ou tendo como aliados partidos de esquerda de menor expressão, tratados como satélites subservientes. É PT na cabeça ou nada. Essa era a regra. Quem quisesse, era assim. Caso contrário o PT ia sozinho às urnas.Durante suas primeiras décadas de vida a estratégia foi suficiente para alçar o PT à testa de algumas dezenas de prefeituras importantes e alguns governos estaduais de menor expressão. No entanto, para chegar à Presidência da República foi preciso reposicionar Lula e seu partido. Reposicionamento em política é tarefa difícil, mas, com a ajuda de Duda Mendonça, Lula conseguiu impor sua vontade ao PT.Eleito Lula, a soberba petista redespertou a natureza essencial do petismo. O hegemonismo levou o PT ao erro do mensalão. No maior país patrimonialista na face da Terra, os petistas resolveram reinventar a roda (para variar), e recriar o presidencialismo de coalizão. Decidiram romper com o velho e testado sistema de composição de maiorias fisiológicas que vigora no país desde antes do governo Sarney.Manda a tradição que o apoio parlamentar seja pago no caixa das empreiteiras. O parlamentar apresenta a emenda individual para a obra na sua base eleitoral e passa no caixa para receber. A emenda entra em tramitação, e, a cada trâmite superado, o parlamentar passa no caixa da empreiteira para receber. A inclusão da emenda no orçamento encerra a primeira parte do processo.No exercício seguinte começa a batalha na antessala dos ministérios para fazer o ministro liberar a verba. A chance de aprovar a emenda e arrancar mais algum da empreiteira vem quando o governo precisa do parlamentar para aprovar um projeto qualquer. O deputado vota com o governo; o ministro libera a verba. E o nosso representante vai ao caixa da empreiteira, toda vez que os pagamentos da obra vão sendo liberados.As emendas individuais geram comissões para financiar as campanhas e a vida boa (privada) dos parlamentares. As emendas de bancada servem para financiar as máquinas partidárias. Não há licitação sem comissão embutida, seja de compra ou contratação de serviço. Ajoelhou, tem que rezar. Nunca antes nesse país alguém teve intenção de mudar isso.A imprensa estrila quando parlamentares querem transformar a verba indenizatória em salário. Vez que outra alguma falcatrua aparece. Mas, tudo se passa como se os parlamentares vivessem mesmo do salário e dos pequenos gastos desviados da verba indenizatória. Ninguém constrói castelo de R$ 25 milhões desviando verba indenizatória apenas. Eleger-se e reeleger-se custa tantos milhões que nem o salário e a verba indenizatória, somados ao longo de quatro anos de mandato, paga.Pois o PT imaginou que seria possível substituir esse sistema tradicional de corrupção institucionalizada desde antes do centrão de Sarney, por um novo sistema no qual centenas de parlamentares seriam comprados com malas de dinheiro e pagamentos feitos até no plenário da Câmara dos Deputados. Sem dar na vista. Pode?Zé Dirceu mereceria ter sido cassado pela genialidade e não pelas razões alegadas, e pelas quais pede anistia. Previsível. Quase pôs tudo por águas abaixo.Lula, na semana que passou, andou desdenhando seus opositores que dizem que ele é um político de sorte. O presidente afirmou que seu sucesso de público não é sorte, e que os resultados de sua presidência são pura competência. É; deve ser. Lula aprendeu a lição. Tomou conselhos com Sarney e aderiu à tradição. Seu segundo mandato não nos tem brindado mais com escândalos do quilate do mensalão. Tudo voltou ao normal no país.Mas, algo estranho começou a acontecer depois da abertura das urnas da eleição municipal passada. O PT adentrou o tabuleiro eleitoral de 2008 planejando eleger 1200 prefeitos. Para isso, alçou-se desesperadamente a buscar alianças com o PMDB, a maior legenda do país e aliado preferencial de Lula nesse segundo mandato, entrando em reta final.Na cabeça hegemonista do petismo, as urnas deveriam se abrir com o PT maior que o PMDB e com o PSDB e o DEM de joelhos. O plano não saiu exatamente como previsto. De fato, o DEM vem encolhendo desde que as famílias de seus eleitores foram compradas com bolsas (e não malas) de dinheiro. E o PSDB encolheu, mas não perdeu o vinco.No entanto, ao contrário do que previam os estrategistas do PT, apesar de a legenda de Lula ter crescido, não cresceu tanto quanto o desejado e, para surpresa geral, o PMDB saiu das urnas maior e mais forte do que entrou.Desde o fim da eleição municipal até a eleição de Collor para presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado - que influenciará a distribuição das comissões pelas obras do PAC - passando pela eleição de Temer e Sarney para as presidências da Câmara e do Senado, o que se está assistindo é o isolamento do PT. E um verdadeiro cerco de Lula pelas velhas oligarquias da política brasileira.O PT está perplexo e inerte diante dos sucessivos golpes que recebe num momento em que sua estratégia original para a sucessão de Lula previa que seriam os petistas quem dariam as cartas. Lula se acha competente e acima do bem e do mal, especialmente após escapar do impeachment pelo mensalão. Usufrui os méritos de ter dado continuidade à obra de FHC; Pedro Malan & Cia. O presidente surfa altos índices de popularidade e acha que quem move as pedras do tabuleiro político é ele.FHC também se aliou às velhas oligarquias para governar e, dizem, teria comprado dois ou três votos com malas de dinheiro para aprovar a própria reeleição. Saiu do cargo com a biografia arranhada por isso. Mas, terminou seu segundo mandato deixando a economia em ordem para Lula aproveitar, e botando gente com Jáder Barbalho, Renan Calheiros, Sarney e ACM porta fora do poder.Já Lula, se continuar nessa batida, corre o risco de deixar o Brasil nas mãos dessa gente; com as contas públicas no vermelho e a inflação – filha do déficit público – assombrando nossas vidas outra vez. Sarney; Renan Calheiros e Collor estão se divertindo enquanto preparam a cama do PT, comendo o prato frio da vingança histórica, das bordas para dentro no banquete do poder.

sábado, 7 de março de 2009

+ Nota de falecimento +

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Amigos e correspondentes.
Uma sobrinha do Cel. Art. Fernando Krug da turma de 1944, pediu-me para avisar aos amigos o seu falecimento informa que o velório esta sendo realizado no Cemitério João XXIII, com enterro previsto para hoje às 18.00 horas.Porto Alegre-RS
À família enlutada apresento meus sentidos pêsames.
Abraços
Charles Day.....07março 2009
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sexta-feira, 6 de março de 2009

- LulA , o filho do Brasil - "O FILME"




LULA, o filho do Brasil - "O FILME"
Rumo à mais elementar construção do culto à personalidade uma admiradora e antiga (?) assessora da "metamorfose ambulante" contribui, hoje, ativa e descaradamente para a edificação do mito. Para conhecimento do populacho e gaúdio da esquerda, ela filma a odisséia do nosso Macunaíma, desde o seu sofrido nascimento, até os seus gigantescos passos em direção à glorificação e à santificação, ainda em vida.
Quando pronto, o filmete, certamente, levará o "loquaz molusco" aos píncaros da fama. Cremos que, depois da obra, sua popularidade atingirá, facilmente, mais de 100%.
Já conhecemos a vida do "noço guru", este monumento que se aposentou pela perda de um dedo (o mínimo). Como foi considerado inválido por esta tremenda perda, ficamos a imaginar, o quanto o nosso líder dependia daquele apêndice, e devemos admitir que, apesar daquele tétrico infausto, ele atingiu o disputado cargo de primeiro mandatário do País. Por favor, não concluam que tal constatação significa, realmente, que qualquer um pode atingir aquele alto posto.
Acerca do título, "Lula, o filho do Brasil", muito original, temos outros, talvez mais apropriados, como por exemplo, "Lula. É o Brasil", este que o integra, definitivamente, ao salutar savoir faire nativo.
Somente através de uma identificação total e explícita da permeável e permissiva sociedade brasileira com um néscio, produto acabado de sua essência jeitosa, poderíamos explicar a sua fulgurante trajetória e incomparável aceitação junto à nossa "culta e democrática" plebe.
Após o lançamento da obra, o "noço Forrest Gump" poderá vangloriar - se, e bradar: " Eu sou a Lenda".
Alguns poderão rebater que somos radicais e precipitados em nossas conclusões, ao que replicamos devidamente escaldados com os acontecimentos dantescos dos últimos anos: meus amigos analisem e comprovem o papel e a atuação da atual estrutura de comando da Nação e a pusilanimidade, quando não conivência de sua caricata oposição (?) e respondam: existe alguma saída? Uma pequena brecha, por mínima que seja?
Enquanto isso, como "cobra bem mandada", o Ministro da Marinha rebate as considerações negativas dos três Oficiais - Generais do Alto - Comando do Exército acerca da Estratégia Nacional de Defesa (the END) e de seus reais objetivos.
É, definitivamente, está difícil de ver o túnel (com a Dilma e o Collor à frente, fica/ficará, mais difícil ainda), que dirá a luz no seu final.
Brasília, DF, 07 de Março de 2009
Gen Bda RI Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira