Notícias Militares

terça-feira, 20 de maio de 2008

REMÉDIO HERÓI


REMÉDIO HERÓI


Estamos vivendo momentos muito sérios, aparentemente semelhantes aos vividos nos últimos meses de 1963 e nos primeiros de 1964. Contudo, hoje, acho que o momento é muito mais grave ! Àquela época (como agora) o País estava seriamente doente, e necessitava portanto de um remédio HERÓICO.


O remédio foi devidamente aplicado, com eficiência, no momento adequado.


Na ocasião "a junta médica" achou a dosagem suficiente com a discordância de alguns de seus membros, o que veio mais tarde a ser comprovado com a edição dos atos institucionais. Felizmente, o aumento da dose do remédio, foi adequado e permitiu que passássemos a ser novamente respeitados e chegássemos a ter a 8ª economia no âmbito mundial .

Infelizmente o mal não foi cortado pela raiz; o governo dos militares se autolimitou e entregou o poder para que fosse exercida a democracia pura, como era desejo do povo na voz dos políticos.
Mas a praga vermelha é pestilenta. Pelo visto pode-se depreender que o remédio empregado deveria ter sido bem mais forte, mais violento, para acabar com os vermes, fungos, bactérias e micróbios, de alta virulência, quando não mortais .
Uma recidiva poderia acontecer, como vem acontecendo, se vacinas vigorosas não forem usadas para nos imunizar da maldita praga vermelha ! Estamos agora altamente infectados, e no momento divisamos apenas duas pontas de um imenso "iceberg" no Estado de Roraima – por enquanto chamadas de "Reservas Indígenas" – a de IANOMÂMI e a da RAPOSA - SERRA DO SOL.
Enquanto a Reserva IANOMAMI é temporariamente esquecida, a sua vizinha a RAPOSA - SERRA DO SOL ocupa a atenção de todos os brasileiros. (É bom alertar, porém, que aquela – a IANOMÂMI - será outra questão que muito em breve poderá vir a ser um problema muito maior do que o da RAPOSA - SERRA DO SOL).

A situação miserável que hoje assola nosso País é o resultado, por um lado, de uma bem conduzida política de destruição dos princípios morais que sempre nortearam o sentimento da sociedade brasileira e, por outro lado, por uma política feroz, implacável e sórdida em todos os seus aspectos, gerida pela dialética marxista, devidamente apoiada pela mídia comprometida. A situação não seria tão grave ,e por certo não teria chegado onde chegou, se o governo não fosse complacente, corrupto, corruptor , dilapidador de nosso patrimônio, subordinado a interesses alienígenas e, o que é pior, decididamente conivente por ser covarde ou por ter compromissos inelutáveis com o CREDO VERMELHO.

A política social compõe, com o quadro político, uma situação extremamente séria. É mais um agravante para potencializar a criação de um ambiente explosivo, onde já não há segurança interna. A resultante não poderia ser outra : o vicejar nas cidades, com força incontida, do crime organizado e do narcotráfico. Com igual força e desenvoltura, na área rural, encabeçada pelo MST, a guerrilha rural leva a intranqüilidade e grande prejuízo aos agricultores e pecuaristas, já prejudicados, às vezes, por fenômenos meteorológicos adversos.
Em ambas situações, na cidade e no campo, as autoridades estaduais e federais permanecem como espectadoras abúlicas. A segurança pública está tão comprometida e inócua que os guerrilheiros se apossam de regiões como se fossem ÁREAS LIBERADAS, interrompendo estradas federais ou estaduais, e gerando toda uma imensa gama de prejuízos materiais e morais, já que as polícias são observadores privilegiadas, quando não apenas acompanhantes ! Sabe-se que esta é a ordem que recebem do escalão superior – o governo !


Sabe-se também que os verdadeiros profissionais cumprem a ordem sob protesto!


Está assim constituído o PODER PARALELO, sem que o PODER PÚBLICO tenha capacidade - ou vontade - de reduzi-lo! Por conivência, por conveniência, por incompetência, por temor... ou por falta de vergonha na cara, coisa comum neste governo mensalânico, onde o Congresso Nacional, também espectador, não toma conhecimento, pois falta-lhe moral, e age como se fora transformado em mercado público, onde a venda e compra de votos é o principal artigo para os grandes negócios que as Excelências não se envergonham de chamar de democracia...!


Não pode ser esquecida a segurança externa. Sabemos que, no Norte, há estado de guerra insurrecional na Colômbia, e que na Venezuela o presidente não merece confiança, ambos esses países limítrofes com a Amazônia Brasileira. A oeste, a Bolívia, grande exportadora de cocaína, (e que já deu seu recado ao apedeuta, fazendo dele um moleque de recados, quando se apropriou das instalações da Petrobras) também tem sérios problemas internos. O Paraguai, a sudoeste, em grande estado de instabilidade política, e a Argentina, ao Sul, com grandes problemas econômicos, merecem atenção especial. Não sabemos o que poderá acontecer nesses países, nem os decorrentes reflexos para o Brasil.


Considerando a gravíssima situação político-econômica e institucional que atravessam os países sul-americanos é muito difícil entender o comportamento do Presidente da República, que parece ainda não satisfeito com sua ingente procura de desestabilização das nossas FORÇAS ARMADAS, por meio de restrições de todas as cores e matizes, como canino obedecedor de ordens e mandamentos prescritos na cartilha vermelha.


Mas, antes de entregarem-se de corpo e alma ao marxismo, será em vão o intenso esforço de FHC e de Lula/paz-amor-mensalão para o desmanche das FORÇAS ARMADAS. Saberão elas responder mais uma vez à afronta com energia, sem medir sacrifícios para continuar mantendo LIVRE e SOBERANO este nosso muito amado Brasil, permanentemente afastado da peste vermelha !

A Sociedade Brasileira tem o nítido sentimento de que a NAÇÃO está em perigo e sabe que as FORÇAS ARMADAS são a única instituição, o ÙLTIMO BASTIÃO, capaz de resistir às tentativas de destruição do ESTADO NACIONAL.


Valendo-me de Ruy Barbosa, nunca é demais repeti-lo:

" UMA NAÇÃO QUE CONFIA EM SEUS DIREITOS, EM VEZ DE CONFIAR EM SEUS SOLDADOS, ENGANA-SE A SI MESMA E PREPARA SUA PRÓPRIA QUEDA ! "

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Gen Ref José Apolônio da Fontoura Rodrigues Neto

General Leônidas


Sobre as manifestações públicas do General Augusto Heleno:


"As palavras do general Heleno são a cristalização da opinião do Exército brasileiro, que está lá há décadas e conhece aquilo mais do que ninguém. Então, ele apenas teve a circunstância e a coragem de dizer o que nós julgamos há décadas" - diz o General Leônidas Pires Gonçalves.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

GOVERNO DE PARASITAS



Governo de parasitas Este é o mundo de Lula onde pessoas de honra, brio e sensatez como o Gen. Heleno que teve a hombridade de falar a verdade, são punidas. Neste governo so ha lugar para parasitas e lobistas que venham a beijar os pés de Lula. Jose Sette CamaraRio de Janeiro-RJ

LULA MUDA COMANDOS PARA PUNIR HELENO




Lula muda comandos para punir Heleno
http://www.claudiohumberto.com.br/principal/index.php

O presidente Lula decidiu antecipar para dezembro próximo a mudança dos comandos militares, prevista apenas para março de 2009. O objetivo é finalmente punir o general Augusto Heleno, retirando-o do comando militar da Amazônia, com sua transferência. O general irritou Lula ao criticar sua política indigenista, classificando-a de "caótica". Os recentes conflitos na reserva Raposa Serra do Sol mostram que Heleno tem razão.

19/05/2008 00:00
Adiamento
Lula decidira transferir o general Heleno para uma função burocrática em Brasília, mas a notícia vazou nesta coluna e ele suspendeu a punição.

19/05/2008 00:00
Coronéis ameaçaram
A expectativa de punição do general Heleno levou os comandantes de unidades militares na Amazônia a ameaçarem demissão em massa.

19/05/2008 00:00
Advertência
O comandante do Exército, general Enzo Peri, advertiu Lula para uma crise militar, com a solidariedade de generais e coronéis a Heleno.

19/05/2008 00:00
Nem te conheço
Antes de conversar com Lula, o general Enzo Peri procurou Nelson Jobim, mas o ministro da Defesa pediu para ser "incluído fora dessa".

DESVIO DE FOCO PRESIDENCIAL






Desvio de foco presidencial (Luiz Gonzaga Lessa)


O general Heleno nunca falou o que o presidente pretende lhe imputar.
Estive presente à sua palestra no Clube Militar.
O presidente deliberadamente erra e torce os fatos.
A preocupação do general e de todos os que servem ou já serviram na área é com a integridade territorial e com a soberania do País, ameaçadas pela tresloucada política que está se implementando na Amazônia, com o Itamaraty totalmente comprometido com causas internacionalistas que atraiçoam o Brasil, em vez de defendê-lo com todo o empenho e competência, como era a tradição da Casa de Rio Branco.Assinar a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, em Genebra, em 13 de setembro de 2007, foi um crime de lesa-pátria que tem que ser denunciado à Nação e ao qual o presidente da República e o seu chanceler terão que responder por confrontar cláusula pétrea da nossa Constituição.
Esse é o perigo real, iminente, posto para as novas gerações de brasileiros, que uns poucos pelotões de fronteira a mais na Raposa Serra do Sol ou em outras regiões amazônicas não irão amenizar.
Essas pequenas unidades têm como missão básica, ainda que muito importante, a vigilância das fronteiras, mas não irão impedir que grandes áreas indígenas, contínuas, tornadas viáveis pela ausência de visão geopolítica, incompetência, inoperância e impatriótica ação governamental, venham, amanhã, sob as mais variadas motivações, a se declararem independentes, autônomas, apartadas da soberania brasileira, pois assim está previsto na malfadada declaração que o nosso embaixador firmou em Genebra, tomado de irrefletido e incompreensível entusiasmo, mas sob a orientação do governo Lula e do seu fraco e comprometido chanceler Amorim.Esse é o perigo futuro, e não venha se falar que o Congresso Nacional não referendará a espoliadora declaração, pois assim já o fez com a Convenção 169/OIT, em 2002, que contém todos os germes da autodeterminação indígena e que foi aprovada quase ao alheamento da opinião pública nacional.
Não torça os fatos, sr. presidente.Enfrente-os com dignidade e realismo, tendo a humildade de reconhecer que a sua decisão ao homologar a TI Raposa Serra do Sol, em área contínua, foi equivocada, impatriótica e geradora de conflitos freqüentes.
Muito significativo é observar a ausência de atuação do Exército naquela conflitante área, como a querer firmar a sua posição de que não vai ser cúmplice, não vai participar da impatriótica desintrusão de brasileiros que por mais de século estão na hoje terra indígena, outrora terra de ninguém e alvo da cobiça de potências européias, marcando com sangue e sacrifícios as lindes brasileiras.
O Exército é uma instiuição permanente que serve ao Estado e que tem que ser ouvido em assuntos que afetam a segurança nacional.
Como ontem, o Exército de hoje se mantém fiel à sua missão de garantir a unidade territorial e preservar a soberania do País, recusando-se, como fez no passado no declinar do Império, a ser capitão-de-mato e a retirar brasileiros das terras que, também, legitimamente lhes pertencem, conquistadas com incontáveis sacrifícios e abnegações, e que de fato e de direito asseguraram as nossas fronteiras no setentrião brasileiro.

Luiz Gonzaga Schroeder Lessa é general-de-exército

O ALTO CUSTO DO SILÊNCIO


O ALTO CUSTO DO SILÊNCIO



Após tantos anos de sepulcral silêncio, não podemos estranhar que qualquer aventureiro, se arvore em douto na arte de enunciar planos e formular políticas e geniais estratégias para o estamento militar, inclusive sua reformulação e reestruturação, adentrando em sua concepção e emprego.
Passou a ser do domínio de qualquer “vivente”, o conhecimento acerca de Defesa e Segurança.
De Jobim a Mangabeira, surgem no Brasil, vindos do nebuloso além, insuspeitos novos Generais, estrategos de mão cheia, para dizer o mínimo. Salvo engano, Alexandre, Aníbal, Napoleão, Clausewitz, Sun Tzu, Atila e Caxias, entre outros decantados capitães e estudiosos da arte militar, desceram do Olimpo para transmitir, como num sopro divino, aos novos iluminados, uma capacidade e um conhecimento acerca das Forças Armadas e de assuntos sensíveis como a “Defesa e Segurança” e “Amazônia”. Tais conhecimentos são muito superiores aos apreendidos em duros períodos de estudo nas Escolas e Academias Militares, e após anos e anos de laboriosa vida castrense, ao que parecem acumulados, “atabalhoadamente”, pelos “tacanhos militares profissionais”.
De uma canetada, brotam luminosas idéias mirabolantes.
Elaboram um novo Plano Estratégico Nacional de Defesa, que deverá atender aos objetivos ideológicos do Foro de São Paulo, sendo que o eclético Mangabeira é o coordenador do Comitê de Formulação do Plano.
Jobim, recentemente, em Washington, subiu, ainda mais, nos tamancos da vaidade, e tomado de "arrogância estratégica" e "audácia” incontida, anunciou que o governo está empenhado em criar um organismo internacional "que possa articular na América do Sul, a elaboração de políticas de defesa, intercâmbio de pessoal, formação e treinamento de militares, realização de exercícios militares conjuntos, participação conjunta em missões de paz da ONU, integração de bases industriais de defesa"- é o Conselho Sul - Americano de Defesa.
O espaçoso Jobim já cumpriu périplo na América do sul apregoando a necessidade da criação do referido Conselho de Defesa Regional, tema sempre repudiado pelos militares (enquadramento desse órgão numa região onde há possibilidades de conflitos? O que acontecerá quando houver crise entre os países? Quem vai mandar? Como?)
Recordo que, meses atrás, ouvimos algo semelhante, defendido à época pelo poderoso Dirceu e, posteriormente, por Hugo Chávez (defesa assimétrica contra os EUA). Hoje, não sei exatamente quem é o pai da criatura, mas seja qual for a sua origem, a proposta com certeza tem segundas, senão primeiras intenções, as quais devem no futuro constituir – se num belo tiro no pé das FFAA.
É Jobim, é Mangabeira, e agora, é Minc (é brilhante a sua idéia de empregar as FFAA como guarda – reservas de áreas indígenas e de reservas florestais; não esqueçamos que o Jobim é, decididamente, favorável ao emprego das FFAA no combate ao crime, e usa como forte argumento o emprego das Forças de Paz no Haiti; sem desmerecer o super Mangabeira com a criação do “Serviço Militar Obrigatório Social”).
Consta, ainda, que Mangabeira e Jobim (que dupla, hein!) preparam um plano radical para enxugar as Forças Armadas e renovar os quadros de comando. É possível? Bom, improvável, não é.
Como novos donos do Poder Total, nada mais lógico, do que agregarem o Poder Militar ao seu saco de propriedades.
São os porta – vozes, anunciando as boas - novas. Para as instituições militares? É bom duvidar.
Criaram a Força Nacional de Segurança (inconstitucional, segundo dizem vários juristas, eis que não consta no artigo 144 da Constituição Federal), criaram o MD, o Jobim, o vingativo e presunçoso Tarso Genro, o..., o..., o Mangabeira, o...
Eles geraram os monstros, nós os alimentamos. E o pior, eles crescem, falam grosso, se agigantam no nosso silêncio. Sorvem e subsistem de nossas fraquezas ou de nossa disciplina submissa.
Tal qual “prima – donas”, nariz empinado, olhar rutilante e fixo no horizonte imaginário, deitam cátedra, proferem asnices, e nada acontece; por outro lado, quando um General enuncia duas ou três preocupações pertinentes... o céu vem abaixo.
A triste constatação é a de que não ocupamos espaço, nem nas coisas da caserna.
É uma pena.
Por essas e por outras, viva o GENERAL HELENO!
Brasília, DF, 18 de maio de 2008
Gen. RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira

FALTA TUDO !





FALTA TUDO! Doc. nº.60 – 2008
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
A história da humanidade é marcada por fatos. Quando SÓCRATES tomou a cicuta, ele quis dizer que é preferível a morte à desonra.. Quando CÍCERO discursava no senado romano e deixou para a humanidade as CATILINÁRIAS, tentava mostrar que o império romano naufragava. Quando RUI escreveu o épico discurso AOS MOÇOS, mostrava que a grandeza do Brasil se encontrava na fortaleza moral dos seus homens. E agora? No nosso momento?! Há grandeza? Há dignidade? Parece que FALTA TUDO, no nosso País e dizem que TEM TUDO. Não encontramos, no momento político atual, um CÍCERO, um SÓCRATES, um RUI. Temos, sim, mas, com raríssimas exceções, cínicos e homens sem caráter. A cada dia mais decepções.



No dia 7 de maio, último, assistiu-se a verdadeira cena de mediocridade. Não vamos analisar a Excelentíssima Senhora Ministra, Chefe da Casa Civil, em seu recente depoimento no Senado, pois o GRUPO GUARARAPES vai respeitar a mulher, que é a mais perfeita obra de DEUS, pois é mãe e como mãe é sagrada, particularmente quando recém comemoramos o Dia das Mães. Vamos nos ater aos que se encontravam na platéia.



Num dado momento, o líder do governo atual, no Senado, batia palmas e ria. O que se debatia era a honestidade do governo passado e ele foi o líder do tal governo. Como bater palmas? Ele gritava contra os que acusavam quem hoje ele defende. Será que ele é um CÍCERO ou um CATILINA? Será que se pode ser líder de dois lados antagônicos? Esta é a pergunta que o GRUPO faz aos senadores da República. Será que não causa nenhum constrangimento? É grandeza ou falta de caráter? É cinismo, mesmo, e, pior, ele é senador que deixou um ministério por processo a que responde. É apenas um cínico, para não se dizer outra coisa.



Um outro pseudo-senador oferece um presente (colar) à Excelentíssima Senhora Ministra. Infantil. Comete um crime. Aliás, ele responde a um crime, denunciado pelo Excelentíssimo Senhor Procurador Geral da República. Pode ser senador alguém que responde a processo? Triste Casa de Rui. Mais um Catilina a destruir a República



Noutro momento, um senador elogia a Excelentíssima Senhora Ministra por ter sido ela uma terrorista. O problema é que o senador é filho de um dos mais dignos militares que o Exército já teve. Ele ao menos, ficasse calado, para respeitar o passado de seu genitor, que é um homem correto e nunca andou com aloprados, contraventores e assaltantes ou outros criminosos.



De que a senhora ministra roubou um cofre, não há dúvida; e nunca disse onde gastou o dinheiro. STALIN também assaltou Banco e matou milhões de russos. LENINE, o “democrata” defendido pelos que queriam assaltar o PODER, entre nós, em 64, expulsou a fina flor da intelectualidade russa, colocando-a num navio e mandando para o exílio, mostrando que só ele era dono da verdade. Como os senadores não são muitos letrados, lembra o GRUPO GUARARAPES o nome do navio- OBERÜRGERMEISTER HAKEN -, ou o “VAPOR DA FILOSOFIA”. Em 64, combatemos pessoas desse quilate. VIRTUDE? Lutou-se contra ladrões, assassinos, jogadores de bombas, assaltantes, seqüestradores, que queriam implantar uma ditadura do proletariado no País. A única coisa que não foi possível prever é que essa turma, chegando ao PODER, fosse, também, de aloprados – mentirosos – cínicos – falsos – mensaleiros e outras coisas mais, e que gostasse tanto de dinheiro. Até o BNDES? O deputado federal CARDOZO, do PT, sabe bem com quem lida, bem como outros ex-petistas honestos que saíram do partido ou foram mortos.



TRISTE DESTINO DE UM PAÍS! ESCAPOU DA DITADURA DO PROLETARIADO, PARA SER GOVERNADO POR CÍNICOS E, ATÉ MESMO, ALGUNS FINOS LADRÕES!
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.494 CIVIS – 47 da Marinha – 451 do Exército – 44 DA FAB total 2.036. In memoriam30 militares e 2 civis. batistapinheiro30@yahoo.com.br in memoriam 30 militares e 2 civis 12 de maio de 2008