Notícias Militares

sexta-feira, 6 de junho de 2008

INTERESSES ESCUSOS NA DEMARCAÇÃO CONTÍNUA





TIRSS - Interesses escusos na Demarcação Contínua


“Uma coisa tem que ficar clara. Esta parte do Brasil é importante demais para ser deixada aos brasileiros”. (The Independent)


- A criminosa omissão da Mídia


Embora, estejamos vivenciando o mais importante momento do século XXI para o país, que é a ‘Questão da Raposa e Serra do Sol’, grande parte dos meios de comunicação nacional teimam em desviar a atenção da população para temas de menor relevância. Parece que parte deles, principalmente a Grande Mídia, está comprometida, acorrentada, submetida a um patrulhamento ideológico que tenta, omitindo a realidade dos fatos, evitar que os ‘caras pintadas’ novamente se levantem em defesa dos interesses maiores da pátria. A história irá, sem dúvida, registrar no futuro, a criminosa omissão da mídia brasileira.


- A memorável decisão do STF


O julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da constitucionalidade da demarcação contínua da Terra Indígena Raposa e Serra do Sol, irá definir, doravante, se merecemos o respeito dos outros povos pelo valor que damos à nossa soberania e a capacidade de lutar por ela, ou então nos colocará, definitivamente, como meros lacaios das potências dominantes. A decisão definirá se seremos, de agora em diante, meros expectadores ou protagonistas de nossos destinos.
“Nós estamos diante de um modelo todo peculiar. Temos uma tríplice fronteira, temos comunidades indígenas, que têm parentes em outros países, temos uma presença bastante grande - e este é um dos reclamos - de Organizações Não Governamentais (ONGs) de toda índole. Tudo isso está em discussão, de certa forma, neste processo. Então, nós não estávamos a buscar diálogo com as partes envolvidas nesta visita. A orientação era mais de conhecer essa realidade e ela foi bem enfatizada pelo ministro Carlos Brito, relator do processo”, esclareceu o ministro Gilmar Mendes.


- Interesses estrangeiros


O futuro da humanidade repousa na ‘Terra das águas’, não apenas pela influência que tem sobre o clima, e outros tantos chavões conhecidos, mas fundamentalmente, pelos seus recursos naturais. Por isso, a atenção dos estrangeiros se concentra nela há séculos, infelizmente brasileiros de todas matizes ideológicas, acabam sendo seduzidos pelo canto das sereias que inteligentemente utilizam simpáticos e atrativos subterfúgios como preservação do meio ambiente e populações indígenas para mascarar seu verdadeiro desiderato. Condená-los, não, cada povo defende seus próprios interesses.


“Deveis ter sempre em mente que é loucura uma nação esperar favores desinteressados de outra, e que tudo quanto uma nação recebe como favor terá de pagar mais tarde com uma parcela de sua soberania. Não pode haver maior erro do que esperar favores reais de uma nação a outra”. (Presidente George Washington)


O que é difícil entender é como cidadãos brasileiros se deixam levar pela cantilena dos ‘arautos da humanidade’.
“Muitas vezes o assunto está sendo considerado como uma disputa entre índios e brancos. Não é certo; é um conflito entre os que querem o Brasil inteiro e governos/organizações estrangeiras que ambicionam os recursos minerais. Naturalmente esses governos/organizações encontram aliados entre nós. Traidores sempre haverão. No passado tivemos um Calabar e um Silvério dos Reis”. (Coronel Gélio Augusto Barbosa Fregapani)

- Os Indígenas e as ONGs estrangeiras


“Zeca Cabelo de Milho, como é tratado carinhosamente pelos índios, já visitou 80% das terras indígenas do Brasil. Com a autoridade de quem é conselheiro do cacique Raoni, ex-aluno do etnólogo Pierre Verger e ex-auxiliar da psiquiatra Nise da Silveira, Gonçalves Filho considera que o risco de cooptação dos índios por estrangeiros interessados nas riquezas amazônicas é real, e que a defesa dos índios muitas vezes esbarra em conceitos românticos de quem não conhece de fato a realidade.

‘O general Heleno quebrou essa redoma lúdica em que o índio é tratado como objeto de estudo, dissecado como sapo nas universidades ou tratado como Deus’, diz Zeca. ‘Confunde-se terra indígena com santuário ecológico. O Exército deve manter domínio sobre linhas de fronteira, pois os agentes externos estão cooptando os índios e a população ribeirinha para produzir riquezas. O que o general falou é verdade’.


Recentemente, Zeca ajudou a concretizar um convênio entre o Banco do Brasil e os caiapós, para apoio a projetos de desenvolvimento sustentável na área de extrativismo e comercialização de produtos florestais. ‘Os índios querem se integrar, produzir, ter acesso à informação, estão sedentos de conhecimento.’ (Hugo Marques - IstoÉ - Edição 2008 - 30/04/2008)


- Os Indígenas são humanos


Os ‘indígenas são humanos’ deveria ser uma afirmação óbvia nos dias de hoje, considerando que em 2 de junho de 1537, o Papa Paulo III, em sua bula ‘Sublimis Deus’, reconheceu oficialmente que eles possuíam alma. Parece, porém, que antropólogos, principalmente estrangeiros, contestam esta afirmativa e tendem a tratá-los como seres de outro planeta ou mesmo como divindades. Ora, como qualquer ser humano, eles sempre tiveram suas virtudes e seus vícios embora pareça que graças à omissão sistemática das autoridades e à ação nociva das ONGs se verifique o embotamento das virtudes e a exacerbação dos vícios.


“Mesmo se a demarcação for revista pelo STF, os índios vão retirar os produtores de arroz da área”, disse o líder Martinho Macuxi Souza.

“Vamos aguardar. Tudo indica que o Supremo vai tomar a decisão de retirar os invasores. Vamos até o fim para defender nosso direito. Se o STF decidir pelo lado dos terroristas, vamos fazer uma retomada das áreas. Vamos bloquear três estradas que dão acesso para a Guiana, para a Venezuela e para a Amazônia, em Manaus.” vociferou Jecinaldo Barbosa Cabral, líder da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab).


- Os Indígenas sim ‘Cidadãos Não’


Em entrevista à rádio CBN, no dia 10 de maio do corrente, no programa ‘Fato em Foco’, debati o tema ‘A questão indígena no Brasil’ com a advogada Joênia Batista de Carvalho, da etnia Wapichana e assessora jurídica do Conselho Indígena de Roraima (CIR). Na ocasião, afirmei que o indígena aculturado e perfeitamente integrado precisava ser de fato, reconhecido como cidadão brasileiro já que não é o berço que identifica o índio, mas o estado atual de seu desenvolvimento, em contato com o mundo civilizado. Joênia foi totalmente contrária à minha afirmativa, apelando para preservação da cultura e outros tantos chavões criados pelas ONGs indígenas, dando claras demonstrações que, do ‘Brasil’, o CIR só quer as terras e os direitos, mas nenhuma obrigação ou dever.
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Solicito publicação

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva, professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Rua Dona Eugênia, 1227
Petrópolis - Porto Alegre - RS - 90630 150
Telefone:- (51) 3331 6265
Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br/
E-mail: hiramrs@terra.com.br

quinta-feira, 5 de junho de 2008

LEMBRAI-VOS DA GUERRA


LEMBRAI-VOS DA GUERRA
(AUTORIA DESCONHECIDA)

Imensa formação de brancas cruzes,Desfile mortuário de fantasmas,Exótico mercado de miasmas,Exposição de ossadas e de cruzes…Calado e mudo queda-se o canhão,Apenas trevas cobrem a amplidão,Que outrora foi um campo de batalha…Calada e muda queda-se a metralha,É morta na garganta a voz do obus,O sabre traiçoeiro não reluzDilacerando, ensangüentando a terra…A paz voltou, é terminada a guerra.
Os heróis já tombaram das alturas,Covardes e bravos jazem olvidados,Seus feitos aos livros relegados,Nada mais resta, apenas sepulturas.E eu? Quem sou? Perguntam eu quem sou?Pois bem, eu lhes direi: sou um soldado,Igual a qualquer outroque avançou, combateu, foi derrubado.
Cruzes iguais… Terrivelmente iguais…Exército que cresce mais e mais,No festim diabólico da morte.Aqui jaz o covarde. Ali o forte.Aqui dorme um estranho. Ali estou eu…Mas ninguém sabe como ele morreu…Não se lembram do campo de batalha,Nunca ouviram o riso da metralha…Não sentiram tremer o corpo inteiroAo rugido brutal de um morteiro…Não viram de perto os olhos do inimigo.
Não sentiram o medo do perigo,Que vos faz desejar a morte breve.Nunca sonharam. Nunca, nem de leve.Mas…Nem todos se esqueceram do soldadoQue está longe, bem longe sepultado…
Mamãe, minha boa mãe, se tu soubessesQue tua imagem adornei com flores,Que tuas flores foram minhas preces,Preces colhidas no jardim das dores…
Minha querida mãe, se te contasseO medo que senti sem teu carinho,Um medo horrível de morrer sozinho.Medo mesmo que o medo me matasse…Mas deixei meu abrigo e avanceiJulgando ver a morte a cada passo

Ouvindo o sibilar de um estilhaço…Parei… Pensei em ti… Continuei…Minha querida mãe se te dissesseQue quando derrubou-me uma granadaAtirando-me na terra enlameada,Foi por ti que chamei desesperado.
Por instantes deixei de ser soldadoE fui novamente uma criançaSentindo na morte a esperançaDe ainda adormecer no teu regaço.Mamãe. Matou-me um estilhaço…
Minha querida noiva, por que choras?Relembras certamente as boas horasQue passamos juntos. Só nós dois…Íamos casar. Lembra-te? E depois…E depois uma casa retirada.Cortinas nas janelas enfeitadas,Tu me esperando… eu vindo do quartel…A nossa casa um pequenino céu,Aberto para a vinda de um herdeiro…Meu sonho, meu sonho derradeiro,Foi beijar-te antes de morrer.
Mas ante golpe frio da granada,Beijei apenas a terra ensangüentada.
Mamãe, minha noiva, aqui se encerraUma história de sangue, esta é a guerra.
Não chorem. Tudo agora é terminadoRápido como coisa de soldado…
Mas mamãe…Se novamente a pobre humanidadeMais uma vez em busca da verdadeRufar os seus tambores sobre a TerraAnunciando mais sangue e outra guerra,
Se outro filho a Pátria te exigir,Sem lágrimas mamãe, deixe-o ir…Embora te destrua o coração,Ainda que te alquebre a agoniaPor favor mamãe,Pede a esse irmão,Para que seja também da INFANTARIA !

ESCLARECIMENTO INTERNO

Esclarecimento ao Público Interno
A propósito da matéria veiculada na última edição do periódico “Época” e em emissora de televisão, envolvendo militares do Exército, o Centro de Comunicação Social do Exército esclarece que aqueles militares já respondem a procedimentos judiciais, que estão na esfera da Justiça Militar da União.
As medidas cabíveis que a situação exige estão sendo adotadas de forma tempestiva, sem se descuidar dos princípios basilares da carreira das armas, enunciados no Estatuto dos Militares, dentre outras leis e respectivas regulamentações.
O Exército cumpre rigorosamente os instrumentos legais, agindo com impessoalidade e observando os direitos pétreos previstos na Constituição Federal.
Centro de Comunicação Social do Exército

A PALAVRA EDUCA, MAS O EXEMPLO ARRASTA...

Autor: sargento Abílio Teixeira

A PALAVRA EDUCA, MAS O EXEMPLO ARRASTA UM POVO

Difundir a ciência da comunicação social na atualidade é um ato imperativo. Posso inclusive afirmar que a mídia de modo geral é semelhante à democracia, ou seja, não é o regime ideal, mas não há outro melhor.

Em nosso mundo contemporâneo, conturbado, precisamos refletir sobre uma realidade cujo alcance nem sempre é fácil medir, haja vista que os meios de comunicação não se reduzem a um conjunto de instrumentos técnicos isolados, mas, com suas linguagens, influem sorrateiramente na cultura de um povo ainda em formação em relação aos antigos gregos, romanos, asiáticos e outros.

Os meios de comunicação social alcançaram tamanha importância nas últimas décadas, transformando-se no mais importante instrumento informativo, formador de opinião, atuando nos comportamentos individuais, familiares e sociais.

Não há como negar que os meios de comunicação na sociedade, ao incrementar o comércio e os negócios, estimulam o progresso econômico. O risco é fazer do resultado econômico um fim em si mesmo, de modo que tais empresas sejam levadas a buscar apenas os próprios interesses, e não a responder os anseios da coletividade. Em conseqüência, deparamos com produção e divulgação de conteúdos que privilegiam o entretenimento e o espetáculo, mas chegando a níveis éticos e morais questionáveis. É o caso do homem que se deleita ao ver a filha dançando “a dança da bundinha” e a mulher mostrando as pernas e rebolando em via pública. Há casos em que determinados pais se posicionam contra a prostituição, mas desfrutam do conforto adquirido pelo dinheiro de sua filha com essa prática. Nesse caso, ele se torna o gigolô da própria família. Isso mostra que o homem desceu da árvore, mas não evoluiu, pois está envergonhando os primatas (macacos).

O ideal é que as maravilhosas invenções da inteligência humana sejam postas a serviço da dignidade das pessoas. Temos de insistir na comunicação a serviço da vida. Essa verdade precisa ser compartilhada e semeada pelo mundo, de modo especial na cultura da comunicação, tão carente de valores como o amor, a solidariedade e o respeito à pessoa humana.

Há quem diga que o povo brasileiro é solidário, mas eu digo que é basbaque (babaca mesmo!) porque elege governantes sem compromisso com a Nação. Afinal, os parlamentares e os governantes não estão no poder por ação de extraterrestres (ETs), ou seja, de homens que vieram do Espaço. Foram colocados lá pelo voto dos otários. É esse mesmo povo que paga uma das maiores cargas tributárias do mundo, sendo o de Brasília–DF o que paga a maior do Brasil. E ainda se sente na obrigação de dar esmolas na rua, esquecendo que tirar o povo da pobreza é missão daqueles que receberam seu voto. Esse povo tem um sério problema: quando surge um escândalo sobre corrupção, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão de bem, acha graça e ainda faz piada. Dizem que o povo brasileiro é trabalhador, mas eu discordo. A maioria procura emprego e não trabalho. Quando essas pessoas comentam com certa euforia sobre o salário, a verba de gabinete e as mordomias que os parlamentares recebem pra trabalhar somente três dias na semana, são comentários de pura inveja! Se pudessem, estariam também no lugar deles. Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo (bolsa-escola, cesta básica, vale-gás e outras) pra não fazer nada não pode ser adjetivado de outra forma a não ser de vagabundo mesmo!

Dizem que o povo brasileiro é honesto, também discordo haja vista que se você oferecer dinheiro a um policial europeu para não ser autuado, provavelmente será preso, aqui não. Ao mesmo tempo em que fica indignado com o “mensalão”, pensa intimamente como poderia arrumar uma boquinha nessa corrupção.

Há quem diga que somente 10% dos moradores de favelas são bandidos. Já foi assim no passado, hoje não. Historicamente, as favelas surgiram nos morros do Rio de Janeiro porque os negros e mulatos ao retornarem da guerra do Paraguai não tinham como morar perto do local de trabalho ou de pagar um aluguel. Então construíam seus barracos na periferia do centro da cidade. O que vemos hoje são pais que sonham ver seus filhos empregados como “aviãozinhos” (mulas encarregadas de levar e trazer maconha, cocaína e outros entorpecentes) do tráfico de drogas para ganhar um bom dinheiro.

Dizem também que o Brasil é um País democrático, mas é ilusão. Num país democrático a vontade da maioria é lei. Num país onde todos têm direitos, mas ninguém tem deveres, não existe democracia, mas sim anarquia mesmo! Num país onde a maioria se cala diante da minoria de agitadores, não existe democracia, mas somente hipocrisia mesmo! Na verdade, vivemos num feudalismo dissimulado, onde um rei detém o poder central (presidente e suas medidas provisórias), seguido de duques, condes, barões e senhores feudais (governadores, ministros, senadores, deputados, prefeitos e vereadores), todos sustentados por nós, imbecis que pagamos altos tributos para que o poder seja mantido com toda a pompa. E ainda somos obrigados a votar! Isso é democracia???!!!

Em virtude de tantos maus exemplos do poder público, quase todo cidadão entende que precisa ser “esperto” pra sobreviver, ou seja, faz um “gato” na rede de energia elétrica, na rede de água, entre outras “espertezas”. Tudo isso porque nós brasileiros pagamos as maiores taxas de juros do Planeta e o retorno é zero na Saúde, zero no Emprego, zero na Educação, enfim, é tudo zero! E políticos, tecnocratas e governantes, em seus gabinetes refrigerados, dizem que o Brasil é um País do futuro. Meus bisavôs já diziam o mesmo. Por já estarem mortos, dessa vergonha eles escaparam. Afinal, pelo potencial deste País continental, o futuro já deveria ter chegado há muito tempo. Mas nós continuamos a amargar uma das piores taxas de crescimento do mundo!

Mudando o enfoque, acredito que o povo é igual mulher de malandro: gosta de apanhar mesmo! Entre uma eleição e outra, vários escândalos acontecem, mas o povo continua votando nos mesmos bandidos do colarinho branco envolvidos nas falcatruas. O resultado é um Congresso Nacional cheio de viciados em mentira, que sequer se agüentam em pé, mas continuam senadores, deputados, prefeitos, etc.

Encerro narrando uma passagem da Bíblia que tem tudo a ver com o nosso povo, com o nosso País, com o nosso dia-a-dia: “Moisés, prostrado por terra, disse: Senhor, se é verdade que gozo de teu favor, que o Senhor caminhe no meio de nós, porque esse é um povo de cabeça dura.”. Eu, por não ter a grandeza de Moisés, digo: povo burro, besta, anta e outros adjetivos semelhantes. É um povo de mente obscurecida!!!

Em suma, a verdade dói para aqueles que criam um mundo de mentiras. Esta é a pior doença! Na minha ótica, quem mente pratica os piores atos contra a Humanidade!

Voltando à Bíblia, Jesus disse: “Deixai-os. São guias cegos. Se um cego guia outro cego, ambos cairão no buraco.”. Não tendo a grandeza de Cristo, digo com todas as letras: são cegos e burros puxando outros cegos e asnos! Que me perdoem as mães dos asininos!

Em face de tantos maus exemplos, só me resta dizer: A palavra educa o homem, mas o exemplo arrasta um povo. O exemplo que temos atualmente é o pior possível.

Com as falsas lideranças guiando um povo cego, estamos todos indo pro abismo! Devemos dar um basta imediatamente para que o nosso amado Brasil não caia por completo.



ABÍLIO TEIXEIRA
Sargento do Exército
Cidadão Honorário de Brasília
Ordem do Mérito do DF Grau Oficial


- Identidade nº 014184111-4 (Min. Ex.).
- SQS 210 – Bloco “K” – Ap. 505 – Asa Sul
70273-110 – Brasília – DF - Tel.(61) 3443-1599 e 9978-1599
- E-mail: abilioteixeira@bol.com.br.
- www.sargentoabilioteixeira.com.br

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Índios já se consideram independentes


Índios já se consideram independentes
Carlos Newton


Advogado explica como podem ser criados 216 países indígenas em território brasileiro.


A questão indígena está se agravando, porque várias tribos já se consideram emancipadas e independentes em relação ao Brasil, antes mesmo da entrada em vigor da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que lhes concede autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas possam entrar nas reservas.


O primeiro grande equívoco foi chamar de territórios as reservas indígenas. Isso é inadmissível, porque só pode existir um território, que é o território nacional. Mas os índios não querem mais ser brasileiros. Já se julgam independentes em relação ao Brasil, confiantes na ratificação da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas pelo Congresso Nacional, adverte o advogado Celso Serra, que há décadas se dedica ao estudo da questão indígena.


Em sua opinião, as tribos da Amazônia estão sendo manipuladas por uma série de ONGs estrangeiras que se estabeleceram na região. 'O objetivo dessas ONGs é conseguir transformar as reservas indígenas em países autônomos, nos termos da Declaração da ONU, que o Itamaraty “ingenuamente” aceitou', critica.


O caso da Reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, demonstra a gravidade da situação. Os índios, que são todos aculturados, já se julgam independentes e querem fazer denúncias diretamente à Organização dos Estados Americanos, como se fossem estados-membros da OEA. ‘Na verdade, eles nem obedecem mais às leis brasileiras', diz o advogado, citando uma ameaça feita recentemente pelo cacique Edson Alves Macuxi ao Supremo Tribunal Federal (STF).


Semana passada, em entrevista a vários jornais, o líder indígena afirmou: 'Se o Supremo decidir contra os índios, vamos reunir cinco mil guerreiros e fazer a desocupação de nossa terra na marra’.Exibindo o recorte do jornal com a declaração do cacique, Celso Serra diz que esse comportamento mostra que as tribos de Roraima já se consideram acima das leis do Brasil. 'Basta lembrar que, na semana passada, os caciques da etnia macuxi decidiram passar a impedir que as mulheres de suas tribos se casem com outros brasileiros não-índios, num desrespeito às leis brasileiras contra o racismo', acentua.Diz o estudioso da questão indígena que a manipulação das tribos pelas ONGs estrangeiras está mais do que evidente, porque os atos dos índios têm sido minuciosa e estrategicamente planejados, para obter espaço na mídia e conquistar a opinião pública.


No caso da recente invasão de uma fazenda em Roraima, por exemplo, foi escolhida justamente a propriedade do líder dos plantadores de arroz, num momento estratégico, quando a imprensa noticiava que o ministro-relator do Supremo Tribunal Federal estava prestes a proferir seu voto’.


Um detalhe importante que passou despercebido: a imprensa nacional não noticiou que já havia um avião pronto para transportar feridos e colocá-los ao alcance da grande mídia na capital de Roraima, fato só divulgado pela imprensa local', acentua Serra.


Outro detalhe citado pelos jornais de Roraima e omitido na cobertura da grande mídia: o escritório do fazendeiro, um hangar e todos os alojamentos tiveram portas e janelas arrombadas, apesar de as chaves estarem no local', acrescenta o advogado.


A seu ver, a ação dos índios teve duplo objetivo - constranger os ministros do Supremo e aparecer como vítimas perante a mídia mundial. 'Portanto, devemos reconhecer que os índios foram eficientes no planejamento e na ação, que o governador de Roraima classificou de orquestrada', enfatiza.O advogado Celso Serra, que é um dos líderes da Maçonaria no Rio de Janeiro, explica como descobriu que o ponto-chave da questão é o parágrafo 3º do art. 5º, introduzido em 2004 no texto constitucional misturado à Emenda nº 45, que cuidava da reforma do Judiciário.


Na sede da Maçonaria no Rio, há alguns meses assisti a uma palestra do general Eduardo Villas Boas, ex-comandante do Exército na Amazônia, que discorreu sobre as questões de segurança na região, sem falar de política nem censurar qualquer governo brasileiro. De volta a meu escritório, decidi consultar a legislação sobre o assunto e me surpreendi ao deparar com o parágrafo introduzido na Constituição, determinando que os tratados internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, na Câmara e no Senado, em dois turnos, por três quintos dos votos, serão equivalentes às emendas constitucionais', relata.


Até então, havia jurisprudência de que os tratados internacionais eram considerados apenas como leis ordinárias, sem a força impositiva de emenda constitucional, que tem de ser cumprida de imediato, sem maiores discussões', comenta, acrescentando que, então, levou o assunto à Maçonaria, submetendo-o à Loja Dois de Dezembro, onde já funcionava,há mais de um ano, sob sua presidência, um grupo de trabalho para estudar o assunto.


É surpreendente que esse risco real sobre a soberania brasileira em seu território ainda não tivesse sido percebido pela mídia, pelos brasileiros e pelos políticos. Assim, foi a loja maçônica Dois de Dezembro que localizou o problema e tornou pública a gravidade da situação.Celso Serra diz ter ficado estarrecido ao descobrir que, se o Congresso ratificar a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, de imediato serão criados 216 países indígenas independentes, desmembrados do território nacional, além de outras 53 tribos que ainda permanecem arredias a um maior contato com os brasileiros.


Em dezembro, fui procurado pela reportagem da TRIBUNA DA IMPRENSA, que começou a publicar matérias a respeito do assunto, provocando um grande debate nacional. Outros jornais então passaram a se interessar pelo tema e a TV Bandeirantes fez um programa Canal Livre com o general Augusto Heleno, acirrando a polêmica', lembra o advogado, acrescentando:


O mais curioso é que, até agora, apenas a TRIBUNA DA IMPRENSA esteja cobrindo corretamente o assunto, cujo ponto-chave é a Declaração da ONU, em sinergia com o parágrafo 3º inserido no artigo 5º da Constituição brasileira, que abre a possibilidade da imediata declaração de independência das 216 etnias. Os outros jornais não se aprofundaram no assunto, preferindo dar destaque apenas ao caso da reserva de Roraima', comenta o especialista.O advogado Celso Serra diz que o Itamaraty foi levado a erro ao aprovar a Declaração na ONU, enquanto Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia votavam contra e outros 11 países preferiam se abster - Rússia, Colômbia, Azerbaijão, Bangladesh, Butão, Burundi,Georgia, Quênia, Nigéria, Samoa e Ucrânia.


O Brasil sempre foi contrário aos termos dessa Declaração e nossa delegação na ONU sofreu enorme pressão, especialmente dos países europeus, liderados pela França. As ONGs também pressionaram, levando muitos índios para as reuniões da ONU, entre eles, o neto do célebre cacique Raoni', destaca.Em sua opinião, os diplomatas brasileiros só aceitaram votar a favor da Declaração porque desconheciam a mudança sofrida pela Constituição em 2004, quando se passou a considerar como emenda constitucional qualquer tratado sobre direitos humanos ratificado pelo Congresso.


'Se nossos representantes na ONU sabiam dessa mudança constitucional, cometeram crime de lesa-pátria. Prefiro acreditar que eles não sabiam', diz, lamentando ainda não ter descoberto qual foi o parlamentar que propôs a mudança na Constituição.


'Encaminhamos na semana passada um pedido de informações ao Senado, mas ainda não obtivemos resposta. Precisamos saber quem foi o autor da emenda, para apurar se é ligado às ONGs da Amazônia ou se apresentou a proposta aleatoriamente, sem avaliar os riscos que poderia trazer à soberania nacional', conclui Celso Serra.

NEM ESMOLA , NEM FORTUNA




Nem esmola, nem fortuna

Produzido pelo Ternuma Regional Brasília

Eles, os que estão no poder, sabem disso, mas, no entanto, insistem em promover deslavadas gorjetas àqueles que fazem da vida profissional um sacerdócio, sem, todavia, terem optado por voto de pobreza. Os militares brasileiros têm, por formação e vocação, um forte apego ao Brasil, desprezando, na juventude em que fizeram o solene e sincero juramento à Bandeira, quaisquer outras motivações que não sejam a extrema dedicação à pátria a quem oferecem o sacrifício da própria vida.

São os militares classe diferente, sem, contudo, apartarem-se da sociedade brasileira, que lhes deposita confiança e reconhece a sua importância e os valores que os sustentam.

Valores, ética, sacerdócio e dedicação esbarram em limites impostos pela decência pessoal e pela obrigação de manter a família em condições dignas de subsistência. Lutar pela pátria ou embrenhar-se nos sertões para aplicar vacinas, no esforço de sanar incúrias dos governantes, são tarefas que os militares executam com o mesmo estoicismo, malgrado saberem que deixam em seus lares famílias desassistidas. Suas heroínas esposas não têm, ao contrário do que disse o chefe do cofre do governo, nenhuma condição de amenizar a penúria que lhe impõe o sacerdócio de seus maridos, pois que têm de cuidar de filhos e das suas modestas moradas, sem as oportunidades de emprego do aparelhamento do Estado e, muito menos, sem a excrescência dos cartões de crédito corporativos que fazem o butim de governantes e apanigüados.

Falar em reajuste de vencimentos sempre causou um engulho na consciência dos militares. Soa como algo mercenário, incompatível com o bendito juramento sacerdotal. Hoje, porém, isso contrasta com um voto de pobreza que eles não fizeram. São todos voluntários, é certo, mas não são mendigos e nem querem enricar. Desejam, tão-somente, que lhes dêem equipamentos, soldos condignos e farta munição para poderem cumprir a sua missão constitucional, na certeza de que têm famílias realmente assistidas na retaguarda das frentes para as quais irão com destemor.

Não é isso que vemos no Brasil de hoje. Revanchismo ou não, os militares são tratados como classe de segunda ordem. Perderam eles históricas e merecidas conquistas, como gratificação de tempo de serviço. Quem lhes tirou, confunde tempo de serviço à pátria com tempo de serviço a governos. Os inativos e pensionistas das Forças Armadas hoje são responsabilizados pela incapacidade do governo em reajustar os vencimentos dos militares. Afinal, dizem os engravatados, eles oneram demais a folha de pagamento. E os congêneres do funcionalismo público não implicam o mesmo ônus? Entra ano e sai ano, arremedos de reajuste vêm do governo, assim mesmo parceladamente, como lambuja a homens silentes por serem disciplinados. É a paga e o açoite do Estado a quem servem com extremada dedicação.

O fim da famigerada CPMF serve de pretexto para esse governo desonrar compromissos formalmente assumidos e, cinicamente, oferecer esmolas aos militares. Afinal das contas, devem compreender os homens de farda que os governantes têm compromissos com Cuba, com a Bolívia, com a pobre África, além de pagar mensalões e um sem número de indignidades. Se isso não der certo, esperem que no próximo almoço de fim-de-ano vamos embevecer os oficiais-generais com novas perspectivas e novas promessas, dirão eles...

Os Chefes Militares estão com sério problema. A insatisfação da tropa é uma realidade, mesmo que a hierarquia e a disciplina a contenha. Não são eles, temos certeza, coniventes com isso tudo, mas a incerteza de muitos outros oferece riscos à coesão que tanto prezamos.

A quem isso serve? Será que ao revanchismo idiota que ousa fazer dos militares cidadãos de segunda classe?

Os enroupados de “Armanis” e os de gravatas italianas finíssimas não têm os dedos nos gatilhos dos fuzis e não ostentam as espadas de Caxias, Tamandaré e de Eduardo Gomes. Esquecem que elas são poderosas, na guerra e na paz.

Pensem bem, engravatados, ao convocar as Forças Armadas Brasileiras para resolver os problemas causados pela desídia governamental.

Pensem bem se elas cumprem a missão pela própria missão, sem estarem refratárias, mas dispostas a servir a isso tudo que está por aí.

Até quando elas estarão dispostas a tão ingrata servidão?

Entretanto, continuam a crer em seus valores e em seus Chefes, ainda que repilam esmolas ou fortunas, que, acreditam, hão de ser rechaçadas pelos seus Comandantes, no exercício dos seus elevados cargos, com honra e altivez.

Será o apanágio dos braços fortes e mãos amigas.

Visitem o nosso site: http://www.ternuma.com.br/ .

segunda-feira, 2 de junho de 2008

PÉTALAS DE ROSAS

Pensando em meus heróis que lutaram contra o comunismo, fui dar uma olhada em meus escritos e encontrei este artigo que traduz todo o meu sentimento de amor ao Brasil e de ódio aos comunistas traidores da Pátria :

PÉTALAS DE ROSAS

Foi ali na Praia Vermelha, bem na frente da ECEME - escola onde se adestram os futuros comandantes do Exército Brasileiro na arte do planejamento militar - quando, durante uma solenidade, as lembranças dos ensinamentos sobre a história militar brasileira, recebidos nos tempos de cadete, brotaram em minha mente como vagas de ondas sobre a areia, ao ouvir o som compassado do movimento das pás do helicóptero que, lançando pétalas de rosas vermelhas por sobre a assistência, pairava sobre o monumento dos heróis militares que deram suas vidas para impedir a implantação do comunismo no Brasil em 27 de novembro de 1935.
A força da emoção, no momento cívico, transportou-me no tempo. O helicóptero, em movimento de aproximação, aumentava o som e lançava uma rajada de vento no rosto de centenas de militares presentes à solenidade. Parecia estar ouvindo o pipocar dos fuzis, as explosões das granadas e os gritos de horror de companheiros de farda se matando na calada da noite, como Caim e Abel, no vicejar da semente da discórdia do comunismo, lançada no seio dos quartéis das Forças Armadas do Brasil no fatídico ano de 1935.
Muitos morreram, "irmão" matou irmão.É, companheiros, não esqueçam jamais tais fatos que macularam a nossa democracia e que, se não estivermos vigilantes, podem vir a se repetir. Que sirvam de exemplo, como uma chama a sinalizar os riscos que periodicamente correm as nossas Instituições. Foi ali, naquele local, que muitos derramaram o seu sangue em nome das liberdades, valores e direitos da democracia brasileira.
Hoje, no entanto, vergonhosamente, alguns insensatos acomodados querem olvidar.Esquecer, jamais! Somos o Exército de Caxias! Nós, os militares, que percorremos juntos a história do Brasil até os dias atuais, com feridas no corpo e na alma, provocadas por traidores da Pátria, em especial nas investidas vermelhas de Natal, Recife e no Rio de Janeiro, estaremos sempre unidos, reverenciando e cultuando os nossos heróis. Soldado não morre em vão: o corpo é enterrado, mas permanece vivo e atuante o legado dos seus ideais. Eles estão em nós. Estamos todos vivos!Esta chama de liberdade ninguém jamais apagará.
Antes de tudo, como soldados, somos patriotas, qualidade odiada pela camarilha vermelha do socialismo internacional.
Homenageava-se, no alvorecer daquele 27 de novembro, nossos heróis, bravos que não morreram em vão e que estarão sempre vivos em nossa memória dos soldados brasileiros, livres e democratas.Assim o fizemos e assim o faremos eternamente. Essa é a nossa Pátria e esse é o nosso Exército! Acreditem, quando alguém citar o nome de um desses bravos combatentes,com certeza ecoará, por todo o território nacional, o forte grito de um soldado do Exército Brasileiro, respondendo pelo herói: - PRESENTE! ....
Tenente-Coronel Misael de Mendonça, Majores Armando de Souza e Melo e João Ribeiro Pinheiro; Capitães Danilo Paladini, Geraldo de Oliveira, Benedito Lopes Bragança; 2ºs Tenentes José Sampaio Xavier e Lauro Leão de Santa Rosa; 2ºs Sargentos José Bernardo Rosa e Jaime Pantaleão de Moraes; 3ºs Sargentos Coriolano Ferreira Santiago, Abdiel Ribeiro dos Santos e Gregório Soares; 1ºs Cabos Luís Augusto Pereira e Antônio Carlos Botelho; 2ºs Cabos Alberto Bernardino de Aragão, Pedro Maria Netto. Fidelis Batista de Aguiar, José Hermito de Sá, Clodoaldo Ursulano, Manuel Biré de Agrella e Francisco Alves da Rocha; e Soldados Luís Gonzaga, Wilson França, Pércicles Leal Bezerra, Orlando Henriques, Lino Vitor dos Santos, João de Deus Araújo, Álvaro de Souza Pereira e Generoso Pedro Lima. Presente, Brasil!
CEL ERILDO SIMEÃO CAMARGO LEMOS EX-CMT CPOR/PA E COLÉGIO MILITAR DE MANAUS