Notícias Militares

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Que País queremos Ser ?


Que País queremos Ser? Doc.nº 183 -2009
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
VAMOS DE GEN HELENO?

Antigamente, falava-se muito em Brasil país do futuro. Nos anos 70, tivemos o vislumbre de que nosso país, um gigante adormecido, finalmente acordara e de muito bom humor trilhava o caminho do desenvolvimento e nossa política externa angariava o respeito entre as nações mais desenvolvidas. Hoje nosso presidente é tratado como "o cara" e devolve a gentileza com uma camisa da nossa seleção de futebol com o número 5 estampado, ao presidente dos EUA.
Há uma saudável controvérsia sobre o fato que, alguns entendem, que as crises geram os líderes e outros afirmam que são os lideres que geram as crises. Para onde vai mesmo o Brasil? Em recente pronunciamento, o Ministro Amorim declarou que a política do Brasil era eqüidistante e pragmática. Será? Muito Bem.
Como se explica o governo Brasileiro "cobrar" do governo americano ações que interfiram na política interna de HONDURAS?Jogamos no lixo a política da autodeterminação dos povos? Onde fica o pragmatismo de Amorim?
Quanto à eqüidistância defendida por Lula, creio ser mais um equívoco deste governo trapalhão, pois só conseguiu fazer concessões de direitos do povo brasileiro contido em tratados internacionais firmados, como no caso de Itaipu, da Bolívia, do Equador além da farta distribuição de ajuda financeira aos países da África, como se em nosso país, não tivéssemos o mesmo grau de pobreza. A única eqüidistância conquistada foi atrair três bases americanas para a Colômbia que agora estão eqüidistantes da Venezuela, Bolívia, Equador, Brasil, e ainda o território Ianomâmi à espera que um aventureiro lance mão.
Na mais recente negociata, a reconstrução de um porto em Cuba, com vistas à exploração de gás pela Petrobrás no golfo do México, perguntamos: Será que não temos áreas no pré-sal mais vantajosas, sob o ponto de vista econômico que em Cuba? Claro que politicamente interessa ao Governo Petista a devolução dos favores obtidos do governo cubano, na campanha de 2002 (DINHEIRO); mas, são estas as aspirações do povo brasileiro? Será que nosso povo aceita de bom grado investir no desenvolvimento de Cuba que não tem laços culturais nenhum com o Brasil e muito menos seu governo é exemplo de democracia prevista em nossa constituição ou tratado do Mercosul?
Trata-se apenas de formar laços com governos simpatizantes do Foro de São Paulo, de modo a defender os futuros Zelayas de nosso continente e o Brasil caminha a passos largos nesta direção, se não dermos um basta nisso!
Com o PMDB no comando da Câmara e aliado de Lula a quem interessa a desmoralização do Senado, única instância política a fazer frente o PT?
Aos incautos alertamos que a lei do desarmamento,bem como a derrubada da lei de imprensa,e mais recentemente a liberação do exercício da profissão de jornalismo visa silenciar possíveis vozes dissonantes. E como se portaria a nossa mais alta corte em um caso semelhante ao de Honduras?
O descaso com as Forças Armadas e a criação da Guarda Nacional expressam muito bem a que vieram estes vermelhos revanchistas sedentos da grana da "viúva" que não para de crescer e agora também trazidos do exterior.
Será que interessa ao povo brasileiro dar de mãos beijadas a energia excedente que Itaipu nos gera, quando foi dinheiro nosso, suado, que serviu para ergué-la! É tratado ! E o complexo da Petrobrás expropriado na Bolívia ficou por isso mesmo? Vamos ter que reaver estes bens da nação brasileira, na marra? Com que Forças Armadas ? Para onde estão levando o nosso Brasil?
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.749 CIVIS – 49 da Marinha – 471 do Exército – 49 DA Aeronáutica; total 2.318. In memoriam30 militares e 2 civis. batistapinheiro30@yahoo.com.br www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

Racismo à brasileira




Publicado em 29/07/2009 pelo(a) wiki repórter Cesar, São Paualo

Antes do governo Lula, sabíamos que no Brasil só havia o povo brasileiro como um todo. Hoje vemos vergonhosos "territórios quilombolas", brasileiros índios expulsando brasileiros "não-índios" das terras onde também nasceram, programas de TV para negros, cotas para negros, gente despreparada alegando ao mundo a maldade de "gente branca de olhos azuis", gente eleita e mal-intencionada gritando em palanque: "O Sul não gosta que eu dê bolsa-família aos Nordestinos! Êlis num gosta di nóis!". Como se o dinheiro fosse dele, ou o Sul e o Nordeste não fossem do mesmo Brasil e do mesmo povo.

Passamos a ouvir termos absurdos criados, tais como: "etno-desenvolvimento regional" e "educação étnica" (!?!). Ora, eu, por exemplo, sou brasileiro e descendente direto de italianos; deveria eu receber educação com ênfase na cultura itálica? Assim como os demais brasileiros descendentes de outros povos?
Outra tática racista desse governo é a da negação do mestiço, ou seja, da maioria do povo brasileiro. É claro, para quem sonha em quebrar o Brasil em etnias, o mestiço não interessa. Ou seja, eles propõem tudo, menos o que reafirma a identidade única do povo brasileiro. Entenderam?

Inventou-se até um esdrúxulo "Ministério da Igualdade Racial". Ora, quem cria um órgão com esse nome já acredita que as raças são desiguais, inferiores e superiores, sendo, portanto, racista. Ou confundiu com igualdade social? Alguém precisa explicar ao analfabeto responsável. A quem interessa, de fato, essas práticas racistas odiosas desse governo de esquerda?

Primeiro: no nível interno, ao se criar divisões e antagonismos num povo, destinam-se verbas e criam-se cargos para "companhêros" militantes, para cuidarem do "problema". Abre-se um novo negócio lucrativo, regado a clientelismo.

Segundo: interessa ao G8 que a população de uma grande Nação homogênea e concorrente em seus Mercados, como a do Brasil, se quebre em divisões e conflitos étnicos. Afinal, a máxima romana "dividir para conquistar" é infalível. Por isso, as ONGs petistas nacionais recebem verbas de instituições dos EUA e Europa para isso.

Terceiro: o próximo passo é o de causar tal rivalidade entre o mesmo povo, com o apoio de um governo traidor, que culmine na divisão regional e futura quebra do território em pequenas nações independentes, fornecedoras de recursos naturais.
Pronto! Assim acaba-se com a grande Nação rica que concorreria com os Mercados do G8. E tudo isso com o apoio de maus brasileiros, eleitos pelo voto direto.

Um exemplo disso: já está em andamento, na reserva Raposa-Serra do Sol, o projeto de exportação de arroz orgânico apoiado pelo MST (brasileiros "brancos e não-índios") e a extração de minérios estratégicos, no que a área é riquíssima, para a Inglaterra.

Ué!? Os índios dali não queriam aquela área para viver em suas tradições apenas? Não expulsaram dali os arrozeiros "brancos e não-índios", que produziam alimento ao Brasil inteiro? Alguém já ouviu falar em índio minerador?

Detalhe: a exportação do arroz e dos minérios não passaria pela Cacex do Brasil, mas seria feita por um "órgão" da reserva, como numa nação independente (!), c onforme relatou a presidência do CIMI(!), aos jornais britânicos Times e London Tribune em 06/2009. Perceberam a traição em andamento? E o porquê daquele alerta do General Heleno e do Ministro Marco Aurélio, do STF, ao povo brasileiro?

Outro exemplo de traição pró-EUA: o território quilombola oficializado há pouco por Lula, ao lado da Base de Alcântara, no Maranhão, prejudica e inviabiliza o crescimento do programa espacial brasileiro, bem a gosto dos EUA, que sempre fizeram de tudo para prejudicar nosso programa espacial, com fortes indícios na sabotagem que explodiu o VLR há alguns anos, lembram? A ONG que apóia esses "quilombolas" recebe dinheiro de duas fontes nos EUA.
Publicado em 29/07/2009 pelo(a) wiki repórter Cesar, São Paulo-SP
Nós brasileiros sempre fomos avessos ao racismo de fato. Sempre vimos e sempre aprendemos, desde cedo, que somos todos brasileiros, independente de raça ou cor da pele. Visão essa que foi muito reforçada nos governos militares, no objetivo de term os uma só Nação e um só povo num grande País. Isso sempre gerou inveja e cobiça a muitos países, pobres ou ricos, mas destroçados por conflitos raciais internos violentos. Afinal, uma enorme Nação como a nossa, falando uma única língua e com um único povo miscigenado e não racista, é algo admirável.

Infelizmente, essa nossa grande vantagem está sendo hoje sabotada, a partir do primeiro escalão do Palácio do Planalto. E a maioria do povo brasileiro ainda não se apercebeu disso.

Torçamos ainda para que Deus seja mesmo brasileiro, pelo menos de vez em quando...

O NOVO HERÓI


COLLOR, O NOVO HERÓI DO PT
Reinaldo Azevedo

Há muito tempo, já escrevi aqui, ganho a vida com a minha escrita. Se há coisa que faço sem dificuldade ou sofrimento, essa coisa é escrever. Gostem ou não do resultado final, conheço um bom par de caminhos para atravessar o mar de letras e palavras. E, mesmo assim, há momentos em que mal sei por onde começar. Pelo lead, pelo mais importante? Como cronista ou como analista? Escolho a primeira vertente. Ânsia de vômito! É isto mesmo: o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), o defenestrado presidente da República, acaba de fazer um discurso no Senado, e duvido que qualquer pessoa de bem que o tenha visto e ouvido não tenha evitado um misto de nojo e revolta.

O senador Pedro Simon (PMDB-RS) ocupou a tribuna do Senado na volta do recesso para defender a renúncia de José Sarney (PMDB-AP) à Presidência da Casa. E o que se seguiu foi um espetáculo de grosserias, brutalidade, estupidez, ignorância, atraso, rancor, ódio… Tudo misturado. Os comandantes da tropa de choque em defesa de Sarney foram os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Fernando Collor, com o auxílio de Wellington Salgado (PMDB-MG), hoje com o cabelo aparentemente lavado, mas ainda sem um miserável voto. Ok. A lei lhe garante estar lá. Mas ele continua sem voto.

Calheiros aproveitou os seus apartes para atacar Simon de um modo grotesco, fazendo ilações sobre o seu passado, acusando supostas irregularidades que ele teria cometido quando ministro da Agricultura — sem, evidentemente, apresentar evidência ou prova. Ao mesmo tempo, acusava as injustiças de que ele próprio teria sido vítima quando foi obrigado a renunciar à Presidência do Senado. E dizia com a boca cheia: “Apresentei todas as explicações que me foram pedidas”. Alguém sabe, até hoje, por que era uma empreiteira que pagava a pensão de um filho que ele teve fora do casamento — só para lembrar o aspecto mais incomum de sua biografia?

Mas o grande momento foi mesmo de Collor. Os cabelos mudaram, estão mais brancos, mas a voz e a grosseria de que é capaz continuam rigorosamente as mesmas. Num aparte a Pedro Simon, lá se foi todo o cavalheirismo que tentava afetar desde seu retorno à política, e mandou o senador “engolir suas palavras”. Era o velho jovem Collor. Dêem-lhe um pouco de poder e visibilidade, e lá está ele tentando mostrar que tem “aquilo roxo”. Convidado amigavelmente por outros senadores a retirar a ofensa, tomou a palavra, disse que não retirava coisa nenhuma, evitando até mesmo falar o nome de Simon — chamava-o de “aquele que me precedeu”. E fez a mais enfática e absoluta defesa de José Sarney.

Não! Esperem! Não defendeu José Sarney, não! Defendeu a si mesmo! Assim como Lula diz hoje que o mensalão nunca existiu, Collor tomou a palavra para dizer que foi deposto em razão de uma trama urdida pela IMPRENSA. Sim, senhores! Ele também não fez nada! Segundo deu a entender ali, foi deposto pela revista VEJA — honra que, confesso, nunca vi a revista reivindicar. Mas teria sido um feito e tanto para a história do Brasil. E dizia, com orgulho, ter sido absolvido pelo STF. Foi, sim. Porque, afinal, não deixou ato de ofício sobre o seu modo heterodoxo de governar. Gente como ele nunca deixa ato de ofício.

Quem quiser saber o que foi o governo Collor tem de começar pesquisando a trajetória do Paulo Cesar Farias, seu caixa de campanha. Vou lembrar aqui, de vez em quando, para as novas gerações, a trajetória e os sucessos desse grande moralista. E foi o próprio Collor quem revelou o espírito do nosso tempo. Lembrou que tinha sido adversário do agora presidente do Senado e do próprio Lula também. E chamou a atenção para o fato óbvio: hoje, os três estão juntos.

Imagino o que sente um petista que tenha sido convidado, no passado, a combater Sarney e depois Collor. Sarney mudou? Continua o mesmo! Collor mudou? Continua o mesmo. Lula mudou? Atenção: ele também continua o mesmo. A única diferença é que, antes, ele não estava no poder. Agora está. E seu critério para definir quem presta e quem não presta é a pessoa ser ou não sua aliada.

Por alguns segundos, vislumbrei aquele mesmo Collor que saía correndo com suas camisetas ridículas, expondo a sua melhor forma de pensamento: o suor. Era o truculento de sempre. Aproveitou para pedir desculpas à família de Sarney por tudo o que disse sobre ela em 1989, mas manteve as ofensas de agora ao senador Pedro Simon. Collor, como Lula, tem só um critério para ofender ou para afagar: ser a pessoa sua aliada ou não. Ele se desculpa de grosserias passadas com grosserias presentes. Aquilo a que se chamou República de Alagoas deu as caras de novo. Com o charme e a elegância costumeiros.

Oligarquias tradicionais se juntavam ali, agora unidas e chefiadas por um oligarca do sindicalismo: Lula. São os protagonistas da vanguarda do retrocesso. Se estão todos do mesmo lado, alguém sobrou do lado de lá. Adivinhem quem é.

Sarney, Collor, Renan, Lula e o PT têm um inimigo: a imprensa. Mas não uma imprensa qualquer, não é? Até porque os dois ex-presidentes da República são donos, em seus estados de origem, de jornais e canais de televisão. Da imprensa deles, evidentemente, eles gostam. Não suportam o que chamam “mídia”. Não suportam jornalistas que não possam demitir. Não suportam profissionais nos quais não possam mandar. Não suportam jornalismo que não tenha medo de coroné, rural ou urbano; do interior ou do “chão da fábrica”.

O sonho dourado de todos esses oligarcas, Lula incluído, é controlar a imprensa. E acreditem: eles tentam isso todos os dias do ano, todas as horas do dia.

PS: Será lindo ver os petralhas afirmando que Collor é um bom sujeito. Convenham: ele merece ser elogiados por eles; eles merecem ter de elogiá-lo.

Collor, o novo herói do PT!


Blog Reinaldo Azevedo - 03 de agosto de 2009 ( http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/ )

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A TERRA DO NUNCA




A TERRA DO NUNCA

Ternuma Regional Brasília

Gen Bda Refo Valmir Fonseca Azevedo Pereira

“A Terra do Nunca”, sabemos, é aquela região entre o nada e o faz–de-conta, onde transitam fadas, duendes, humanos e uma galera de personagens que fazem a alegria da petizada. Lá, tudo é possível, inclusive o impossível. Imagine–se o fantástico, o inacreditável, o assombroso, lá é possível. Na verdade o cotidiano na “terra do nunca” é o improvável. Por isso, alguns, diante do estapafúrdio cotidiano da nação, afirmam que é a “terra do nunca”.

E não param aí as verossimilhanças, lá tem um pirata terrível, ignóbil, trapaceiro e maneta (capitão Gancho?), aqui, um quase. Lá um bando de piratas, aqui uma quadrilha legalizada. Lá um jacaré indigesto, obcecado por papar mais um pedaço do Capitão (gostou demais da mão do indigitado) e não lhe dá a menor trégua, sempre em seu encalço, sorrateira e silenciosamente; aqui, temos as Forças Armadas (atentas?), que inermes ou não, preocupam aos piratas, por isso, nada melhor do que mantê–las acuadas.

Mas, enquanto isso, outros, cheios de dúvidas, que não acreditam que em pleno século XXI possa existir uma terra de tantos prodígios, ainda ousam perguntar “que País é este?”, estupefatos diante das indignidades que maculam o nosso dia–a–dia, sem que o menor frêmito de indignação percorra o corpo exangue de sua letárgica sociedade.

Anestesiada, para não dizer entusiasmada com tantas benesses, satisfeita por receber sem dar nada em troca, a plebe quer mais que haja uma profusão de bolsas (aumento de 9,68% no bolsa – família, sem fazer força), muito carnaval, muito futebol e muita licenciosidade, muitos “reality show”, e está se lixando para o mar de lama que tomou conta dos nossos poderes e de suas melífluas autoridades.

Portanto, qual o problema, se na república petista-comuna grassam os pecadilhos de uma criminosa máfia, e se naquela podridão, sempre sobra algum para os parasitas profissionais?

No momento em que comprovamos o êxito da política de criação e de exacerbação dos quistos e das diferenças sociais, claros objetivos de um desgoverno decidido em fracionar a sociedade, nos resta orar para que a pandemia da falta de dignidade e a falta de pudor morram de inanição ou vítima de uma vacina que ainda será inventada.

Esta é a “terra do nunca”, inimaginável reino da fantasia onde convivem, livremente, o mau - caratismo e a desfaçatez, onde um movimento que não existe (MST) convenia - se com os indígenas da Reserva Serra do Sol. É a terra onde o direito da propriedade é letra morta, e qualquer aventureiro pode apossar - se de sua terra acobertado por nebulosos resgates sociais. É uma a terra sem dono, onde qualquer dispõe, assomando–se acima de qualquer Tratado, e assume posturas em nome da Nação, desabridamente, como se a terra fosse sua.

Hoje, a “terra do nunca” está à matroca, e sem-terra, sem-teto, sem-emprego, sem–vergonha, delinqüentes adolescentes sem-responsabilidade, quilombolas, índios, gays e lésbicas, ex–terroristas e um punhado de deserdados enfileiram-se esperando a sua parte no botim. Lamentamos, e temos dúvidas se haverá bolo para todos.

Alegremente, tal qual em Sodoma e Gomorra, o populacho dedica-se à lascívia do consumo desenfreado, com o incentivo de seu falso guru. Felizes, deleitam–se nos benefícios de uma crise financeira que, segundo os economistas nativos, chegou para projetar a pujança do País.

Que desalento para os 16% de insatisfeitos terem, no futuro próximo, de escolher entre o Serra e a Dilma. Triste sina a de optarmos entre o verme e a bactéria, entre o amebóide e a sarna, entre o dilúvio e a praga.

As perdas para a Nação causadas pelo governo petista são flagrantes, os prejuízos, incalculáveis, e os danos à dignidade, irrecuperáveis.

Não bastam as perdas morais, num cenário onde tudo podem os crápulas e seus aliados, desde que atendidos os nebulosos interesses do desgoverno, somam–se àquelas, as perdas da soberania e da dignidade pela cumplicidade do atual governo brasileiro aos líderes de países vizinhos, beneficiados, gratuitamente, em claro detrimento aos interesses nacionais por interesses ideológicos.

Sem compostura, nos ajoelhamos e trememos perante o Evo; bajulamos e facilitamos a vida do Chávez; ante o Correa, amarelamos; no MERCOSUL, cotidianamente, nos submetemos aos caprichos dos Kirchner e, agora, sem vaselina, apenas para impedir a “perda da governabilidade” do bispo prevaricador, rasgamos tratados, não negociamos; graciosamente, cedemos e, simplesmente, assumimos encargos escorchantes, só para facilitar a vida de um “cumpanheiro”, conforme a cartilha elaborada no Foro de São Paulo, com certeza, muito mais pétrea e importante do que a Carta Magna.

A construção de uma Nação demanda anos, décadas, séculos. E a desconstrução? Logo, saberemos.

Brasília, DF, 03 de agosto de 2009

O JANTAR



O quase secreto jantar francês de Jobim

via The Passira News

Porque a agenda do Ministro da Defesa era tão imprecisa e vaga naquela tarde-noite francesa?

Foto: Arquivo

Onde jantou o Ministro Jobim no dia 16 de julho de 2009?

Fontes: Ministério da Defesa – Agenda, Antonio Ribeiro - Paris

Ministro Nelson Jobim, 73 anos, (PMDB-RS) tem obrigação de ser experiente. Afinal já exerceu funções importantes nos três poderes da república. Foi do poder legislativo, Deputado Federal Constituinte, Ministro da Justiça do Governo Fernando Henrique, Presidente do Supremo Tribunal Federal e no Governo Lula há 02 anos exerce o cargo de Ministro da Defesa.

Sempre foi exibido e imagina-se um poço de sabedoria, isso, às vezes, atrapalha, como no recente acidente do avião da Air France quando foi chamado de “Bavard”, falastrão pela imprensa francesa, por ter assumido a responsabilidade de falar sobre o acidente e ter dito uma porção de sandices.

Nessa última semana, de 11 a 19 de julho, o Ministro Jobim passou na França.

Cumprindo uma agenda leve mais muito bem tratado, não pelo seu desempenho como porta-voz do acidente aéreo, mas porque ele representa um negócio de bilhões, que nesse momento de crise, cresce de ainda mais em importância, para o governo Frances e a indústria de armas do país.

Estranhamente a viagem de Jobim à Paris foi feita na maior discrição. Mesmo quando abordado se fez mudo e reticente, fugindo as suas características.

Chegou a Paris no sábado e ficou até a segunda sem agenda oficial. Um fim de semana aborrecido em Paris, da mesma maneira que seu chefe Lula, havia feito na semana passada. Na segunda-feira almoçou com M. Hervé Morin – Ministro da Defesa da França (Hotel de Brienne) e uns compromissos com integrantes do Ministério de Sarkozy.

No dia seguinte, da tribuna de honra do Governo Frances, em meio a autoridades de todo o mundo, assistiu o desfile de 14 de julho, dia nacional da França, quando se comemora a Tomada da Bastilha.

No dia 15 Jobim visitou a fábrica dos aviões Rafale e deu um passeio no caça supersônico, em velocidade moderada.

Depois disso, os outros lugares visitados pelo ministro, nos outros dias da semana, constante de sua agenda oficial, foi um tour a vinhedos e recantos turísticos refinados.

Esteve em Cannes-La-Bocca, Toulouse, Mont-de-Marsan e Bordeaux, entre outros.

Um item da agenda do Ministro, porém, chamou a atenção, falava de uma ida a Saint Emilion, como se Jobim, tivesse a missão de examinar os refinados vinhedos da região.

O blog do Colunista, da Revista Veja, Antônio Ribeiro, sediado em Paris estranhou e descobriu que o verdadeiro motivo da ida de Jobim a Saint Emilion era um jantar no exuberante Chateau Dassault. O Ministro achou que não ficaria bem que o distinto público soubesse que ele era comensal dos Dassault.

Estava certo o Ministro, não é mesmo recomendável, que um funcionário público, que negocia com empresas privadas, tenha relações tão aconchegantes com o fornecedor, em condições tão especiais, fora do ambiente e do clima de negociação oficial. Foto: Divulgação

O avião de caça frances, que será comprado pela Força Aérea Brasileira.

A família Dassault, além de outros negócios, como vinhos finos, é também fabricante do caça Rafale, o avião cuja fabrica o ministro visitou e que ganhou a concorrência para renovar a esquadrilha da Força Aérea Brasileira (FAB).

A agenda disfarçava um momento íntimo, entre o ministro gestor brasileiro e o industrial francês.

Trata-se de um negócio de R$ 4 bilhões, pela compra de 36 aviões. Para se ter uma idéia da importância da transação, o governo brasileiro está adquirindo, através do Ministro, toda a capacidade de produção da indústria aérea militar francesa por um ano e três meses.

A compra tem muita importância também, pois será a primeira vez que um cliente externo adquire as aeronaves, até então vendida apenas para a Força Aérea Francesa.

Por que desconfiaríamos de um simples jantar? Que mal há nisso?

Em outras nações, descoberto o evento, o Ministro estaria dando muitas explicações e teria ameaçada a sua permanência no cargo.

Mas que tudo isso, deve-se levar em conta que o típico peemedebista Nelson Jobim, não merece muita confiança.

Sua trajetória política revela alguém capaz de servir a distintos senhores, desde FHC a Lula. Não foi nada ético nem elegante, sua saída do STF, para um ministério no poder executivo, tendo antes pleiteado a vaga de vice-presidente no lugar de José Alencar, na reeleição de Lula.

Quem garante que gente assim, não pode de repente deixar de defender os interesses do Brasil e favorecer os fabricantes franceses?

O Ministro gostou tanto de sua estada em Paris, que talvez não tenha nem voltado ao Brasil: sua agenda dessa segunda-feira indica que ele estará de férias até o fim do mês.

"Bon repos ministre!”

NOTA DO CLUBE MILITAR



Assunto: Fw: NOTA DO CLUBE MILITAR


EM SE COMPRANDO TUDO DÁ … VOTOS

Os homens são tão simplórios, e se deixam de tal forma dominar pelas necessidades do momento, que aquele que saiba enganar achará sempre quem se deixe enganar.(Maquiavel)

Nunca na história deste país se fez tão pouco caso da honra, de tal maneira se desprezou a ética, tanto se usou de meios escusos para corromper, para enlamear instituições, para comprar consciências. A amarga sensação que fica é a da total perda, por parte de um grande número de homens públicos, de qualquer noção de honestidade, de dignidade, de honradez.

O atual governo, contrariando todos os princípios apregoados enquanto estava na oposição, abandonou completamente o decoro no trato da coisa pública e partiu para o uso de um verdadeiro rolo compressor, comprando tudo e todos a sua volta, desde que possam, de alguma forma, interferir em seus objetivos.

Recordemos o esquema do mensalão, quando um grupo de aliados do Presidente, gente de dentro do governo, usou meios escusos para organizar a maior quadrilha jamais montada em qualquer lugar do mundo, com o objetivo de comprar o apoio de parlamentares e, em última instância, perpetuar no poder seu grupo político.

O então Procurador-geral da República, Dr Antônio Fernando de Souza, apresentou uma denúncia contundente contra os principais envolvidos no escândalo. Ficou de fora o Presidente da República que alegou desconhecer o esquema. Em termos jurídicos, a desculpa valeu. O Procurador-geral retirou-o da denúncia por não ter encontrado evidências firmes de seu envolvimento. Agora, firulas jurídicas à parte, parece pouco provável que alguém, dotado de capacidade de reflexão, tenha acreditado na história. A ser verídico o desconhecimento, cairíamos na dúvida que, à época, circulou na internet: será que temos um Presidente aparvalhado, incapaz de entender fatos que acontecem ao seu redor, protagonizados por seus mais íntimos colaboradores?

Em outra vertente, há o Bolsa Família, sem dúvida o maior programa de compra de votos do mundo. Trata-se de um programa que gera dependência, antes de estimular o desenvolvimento humano. As pessoas atendidas, recebendo o benefício sem nenhuma necessidade de contrapartida, ficam desestimuladas até de buscar emprego. Mesmo a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) chegou a afirmar que o programa “vicia” e que deixa os beneficiários “acomodados”.

Não é que alguém seja contra a minorar a aflição de quem tem fome. O problema é que o programa parte de uma premissa falsa ao confundir pobreza com fome. A esses últimos é mais do que justo assistir com recursos públicos. Aos pobres, a melhor ajuda que o governo poderia dar é investir corretamente em educação. Mas não, confundindo conceitos, prefere manter um Bolsa Família hiperdimensionado, gastando recursos que fazem falta à educação, uma vez que, assim como está, o retorno nas eleições, em termos de votos, tem sido muito compensador.

A comprovação de que não são todos os pobres no Brasil que estão famintos veio de uma pesquisa do IBGE, realizada em 2004 – Pesquisa de Orçamentos Familiares. Em uma parte dessa pesquisa, ficou constatado que o índice de pessoas abaixo do peso estava menor do que aquele considerado normal pela OMS. E, para a perplexidade dos que acenam com a necessidade de combater a fome para manter e ampliar o programa, verificou-se que, entre nós, a obesidade é um problema mais crítico do que a fome.

Não satisfeito em aliciar parlamentares para sua base de sustentação política e populações desassistidas para aumentar suas possibilidades eleitorais, o governo trata, também, de evitar qualquer problema nas ruas, em termos de manifestações públicas de desagrado contra os muitos desvios de ética praticados por seus correligionários e aliados. Nada melhor, então, do que colocar a União Nacional dos Estudantes igualmente em seu balcão de negócios.

É assim que o governo, da mesma forma que faz com sindicatos, resolveu patrocinar a UNE. As verbas federais, dessa forma, passaram a irrigar o movimento estudantil, seja em termos de patrocínio, como aconteceu em seu último congresso nacional, seja com a destinação de alguns milhões para a reconstrução de sua sede, seja, ainda, com o pagamento de generosas “mesadas” a seus dirigentes.

Com isso, foi neutralizado o espírito combativo que era a marca do movimento estudantil e eliminou-se toda possibilidade de agitações de rua indesejáveis. Um exemplo disso ocorreu no referido congresso, quando houve um protesto contra a CPI da Petrobras. Em outros tempos, seria a UNE a primeira a se mobilizar para exigir a completa elucidação dos fatos. Agora, sem sequer conhecer os resultados de uma CPI que nem começou, faz o protesto. Passam por cima da necessidade de se investigar denúncias de irregularidades em uma empresa cujo maior acionista é o governo, em um congresso que era patrocinado por esse mesmo governo. E o presidente da UNE tem a desfaçatez de dizer que não vê nada de errado nisso.

Com a prática da compra indiscriminada de todos que possam atrapalhar os desígnios do governo, este foi perdendo todos os escrúpulos. Conseguindo manter níveis elevados de popularidade, julga-se acima do bem e do mal, capaz de tudo, inclusive de defender crimes praticados por aliados, pouco se importando com a ética e com a moralidade pública. Pouco se importando com a evidência de que está corrompendo os brios de toda uma nação que, em um dia não tão distante, teve orgulho de se proclamar brasileira.

Gen Ex GILBERTO BARBOSA DE FIGUEIREDO

Presidente do Clube Militar

DEMOCRACIA TOTALITÁRIA


Democracia totalitária

DENIS LERRER ROSENFIELD



Hugo Chávez persegue opositores, fecha canais de televisão e estações de rádio, legisla por decretos, vende armas para as Farc, não respeita a soberania da Colômbia, submete o Poder Judiciário, obriga os seus militares a jurarem "Pátria, socialismo ou morte", relativiza e, mesmo, abole o direito de propriedade, e nada, entretanto, ocorre com ele. Nenhuma manifestação da OEA, da Assembleia das Nações Unidas, da diplomacia brasileira, entre outros. É como se não houvesse aqui nenhum atentado à democracia. Pelo contrário, sustentam que a democracia está sendo seguida naquele país. Nenhum país pede que os seus embaixadores se retirem, nem há corte de ajuda e/ou relações bilaterais. O déspota Hugo Chávez se torna um "democrata".

Enquanto isto, em Honduras, as instituições daquele país, por intermédio do Supremo, do Congresso, das Forças Armadas, com apoio explícito da Igreja Católica, dos meios de comunicação e da sociedade civil em geral, destituíram um presidente que seguia o caminho de Chávez. Colocou-se como um projeto de déspota, ao tentar quebrar cláusulas pétreas da Constituição daquele país, como a da reeleição de presidente da república, e, por isto mesmo, foi deposto. É como se o céu houvesse caído na cabeça daquele país. Protestos de todos os lados. Assembleia das Nações Unidas, OEA, EUA, União Europeia, diplomacia brasileira e, é claro, os castro-bolivarianos: os irmãos Castro, Hugo Chávez, Daniel Ortega, Rafael Corrêa e Evo Morales. Neste último caso, os liberticidas se colocam como os defensores da liberdade e da democracia.

Um pequeno país resiste bravamente a uma reação desta magnitude, em nome de suas instituições, em nome da democracia. No entanto, os seus atores são tratados como "golpistas", enquanto os déspotas bolivarianos são tidos como "democratas". O que está em questão neste jogo com a palavra democracia?

Há duas acepções da democracia em questão, a da democracia totalitária e a da democracia representativa ou constitucional. A democracia totalitária se volta contra o espaço de liberdade próprio da sociedade, de suas regras, leis e instituições, o que é, precisamente, assegurado pela democracia representativa. Esta se baseia no exercício da liberdade em todos os seus níveis, da liberdade de imprensa, de expressão, de organização política, econômica, até o respeito à divisão dos poderes republicanos, passando pela consideração do adversário como alguém que compartilha os mesmos princípios. Disputas partidárias, por exemplo, são regradas e não desembocam no questionamento das próprias instituições, vale dizer, da Constituição. Neste sentido, processos eleitorais se inscrevem neste marco mais geral, não podendo, portanto, ter a autonomia de subverter os princípios constitucionais, o ordenamento das instituições. Processos deste tipo são necessariamente limitados.

Nas democracias totalitárias temos um processo de outro tipo, onde o voto passa a ser utilizado de uma forma ilimitada, como se ele fosse por si mesmo, graças à manipulação de um líder carismático e de seu partido, o princípio mesmo do ordenamento institucional. Eis por que tal tipo de regime político tenta funcionar através de assembleias constituintes e referendos sistemáticos, num constante questionamento de todas as instituições, tidas como "burguesas" e expressões das "elites". A democracia totalitária não admite nenhuma limitação, nenhuma instância que a regre. Tende a considerar tudo o que se interpõe no seu caminho como não democrático, ganhando o epíteto de "direita", "conservador" e "neoliberal".

Pode-se dizer que a democracia totalitária se caracteriza por essa forma de ilimitação política, tendo como "inimigo" a limitação própria das instituições sociais, das instâncias representativas. Ela terá como alvo a ser destruído todo espaço que se configure como independente, em particular aquele espaço que torna possíveis as liberdades individuais e o processo de livre escolha. Não pode ela suportar um estado de direito baseado precisamente nestas liberdades. Ou seja, a democracia totalitária não pode suportar a democracia liberal, também dita representativa ou constitucional, pelo fato de assegurar a existência de leis, de poderes e de instituições que não podem se adequar a tal processo de mobilização totalitária.

Eis por que as democracias totalitárias partem para questionar toda forma de existência democrática, social, que não se estabeleça conforme os seus desígnios. Os meios de comunicação, que não aceitem ser instrumentalizados, passam a ser considerados como inimigos que devem ser abatidos, seja por diminuição de verbas publicitárias, seja por processos judiciais, seja por mecanismos de controle ou de banimento dos mais diferentes tipos. O contestador deve ser silenciado, pois não obedece aos ditames do "povo", de tal "maioria" politicamente constituída. As esferas que asseguram a livre iniciativa individual são progressivamente circunscritas e limitadas, de modo que as pessoas sintam medo e passem a agir de uma forma não autônoma, como se assim houvesse uma conformidade ao que é "popular". O estado de direito, por sua vez, é cada vez mais menosprezado, seja por não obediência à legalidade existente, seja pela modificação incessante de leis e normas constitucionais, seja por atentados cometidos contra os princípios mesmos de uma sociedade livre.

A democracia totalitária se volta contra os direitos individuais, contra os direitos das pessoas de não se dedicarem aos assuntos políticos, de se contentarem com seus afazeres próprios. Ela se volta contra as instituições por estas interporem um limite ao seu desregramento. Ela se volta contra a propriedade privada, tanto no sentido material de bens, quanto imaterial de liberdade de escolha. Ela se volta contra todo aquele que reclame pela liberdade. Eis a questão com a qual nos defrontamos na América Latina. A clareza dos conceitos é uma condição da verdadeira democracia.

DENIS LERRER ROSENFIELD é professor de filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.