Notícias Militares

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Os "intelectuais" e seu modelo

Os "intelectuais" e seu modelo
Olavo de CarvalhoJornal do Brasil, 26 de junho de 2008

O filósofo francês Jean-Yves Béziau dizia que o pensamento universitário no Brasil é a imitação subdesenvolvida de um modelo degenerado. Recentemente, o modelo e sua imitação voltaram a exibir-se nas páginas do noticiário, o único lugar onde podem experimentar, por momentos, uma deliciosa sensação de existência. Em Paris, informa-nos a Folha, "o encontro dos filósofos Alain Badiou e Slavoj Zizek, em 16 de maio passado, foi um show de inteligência e bom humor". É um equívoco. Dois ídolos da esquerda que se reúnem para afirmar que "o fracasso do socialismo real não invalida o comunismo" constituem, mais propriamente, um espetáculo de mendacidade e humor negro.
Desde logo, a escolha das palavras é um eufemismo cínico. Fracasso é brochar na noite de núpcias. Matar cem milhões de civis é uma exibição de força e de capacidade organizativa como jamais se viu no mundo. O comunismo não fracassou: apenas mostrou a que veio. Marx, Engels e Lênin sempre afirmaram que o regime comunista se imporia pelo genocídio. Ninguém pode acusá-lo de ter falhado nisso.
Não satisfeitos com o truque idiota, Badiou e Zizek, ao proclamar que "é preciso reabilitar o comunismo", deixaram claro, para alívio geral, que não se referiam àquela coisa medonha que foi o estalinismo. Mas, esperem aí, quem matou cem milhões não foi o estalinismo, a variante russa do comunismo. O estalinismo matou vinte milhões. Os outros oitenta foram assassinados pelo comunismo em geral, principalmente na sua versão maoísta, à qual o próprio Badiou ainda exibe alguma fidelidade residual. Clamar contra "o estalinismo" é a fraude metonímica com que os saudosistas do maoísmo tentam se limpar da cumplicidade com horrores que ultrapassaram a imaginação do próprio Stalin.
Zizek, por seu lado, repele o nivelamento moral de nazismo e comunismo, afirmando que o primeiro matava coletivamente, ao passo que o segundo tentava ao menos formalizar alguma acusação, como nos famosos Processos de Moscou. A comparação revela aquela mistura de ignorância e má-fé sem a qual ninguém pode se tornar um respeitado intelectual de esquerda. Os acusados dos Processos de Moscou eram líderes eminentes do Partido, julgados por traição. Altos funcionários do governo alemão sob acusação similar eram também julgados por tribunais militares ou civis. A massa dos assassinados pelo comunismo não teve o privilégio de nenhum processo judicial. Foram condenados em bloco, por pertencer a grupos sociais indesejáveis, exatamente como os judeus na Alemanha. Nos dois casos, o processo individualizado, que nas democracias é o mais elementar dos direitos humanos, torna-se uma prerrogativa da nomenklatura, enquanto o zé-povinho vai para o matadouro em filas anônimas, sem saber de que é acusado. A simetria é perfeita, mas, para Zizek, invisível.
Na mesma semana em que a Folha se deleita ante essas exibições de deformidade mental, um grupo de quarenta intelectuais esquerdistas, os mesmos de sempre – autodenominados "os" intelectuais, para dar a entender que fora do seu círculo não há vida inteligente (como se lá dentro houvesse alguma) –, reuniu-se com o presidente da República e, extasiado, recebeu dele duas garantias reconfortantes:
1º. Contrariando o que dissera à agência Reuters ("nunca fui esquerdista"), Lula afirmou que sempre foi de esquerda e é ainda.
2º. Desmentindo a fantasia bushista de um Lula pró-americano, o nosso presidente está cada vez mais afinado e convergente com Hugo Chávez.
Os senhores podem imaginar a satisfação quase erótica com que essas informações foram recebidas por "os intelectuais". Pena que Zizek e Badiou não estivessem lá.
De passagem, observo: O que caracteriza o sr. Lula não é que ele tenha duas caras -- é que elas permaneçam sempre higienicamente separadas, sem que ninguém, exceto eu, busque decifrar a unidade secreta por trás de um personagem que é homenageado simultaneamente em Davos pela sua conversão ao capitalismo e no Foro de São Paulo por sua fidelidade ao comunismo.

PLANO NACIONAL DE DEFESA


PLANO NACIONAL ESTRATÉGICO DE DEFESA
*... que bomba(sic) virá para as FF AA ...


Estão circulando pela Internet alguns Artigos/Comentários sobre um tal PLANO NACIONAL ESTRATÉGICO DE DEFESA.
O PLANO está sendo gestado sob a batuta de dois “gênios”: MANGABEIRA e JOBIM.
Erraria alguém que negasse ao Sr MANGABEIRA uma inteligência incomum e uma cultura sólida.
Seus conhecimentos/estudos são indiscutíveis, no entanto, não necessariamente nesse Campo.
Por outro lado, o Sr NELSON JOBIM não possui os mesmos predicados; se chegou a ser Ministro do STF foi , única e exclusivamente , porque se trata de escolha do Presidente da República.
Foi um Deputado Federal medíocre que só freqüentava a Mídia por ter Função de destaque na Constituinte e ser figura que atrai e é atraído pelos holofotes: se destaca por sua altura e fanfarrice. Convenhamos: se destacar entre os Deputados Federais não é mérito para ninguém.

Retornando ao tal PLANO – que deverá ser apresentado ao Sr LULA em setembro p.v -:
- consta que está sendo elaborado sob rígido segredo (a sete chaves, dizem) ;
- os comentários sobre ele é que trará profundas modificações nas FF AA e ditará novas Missões/Destinações/Organizações/Sistemas de Comando, e coisaetal.


De pronto, desejo deixar bem claro que não tenho – no momento - condições de opinar: em primeiro lugar, por falta de méritos/conhecimentos e, por óbvio, nada sei sobre os princípios de tal PLANO.
Não há como elaborar um Plano – seja para o que for – sem conhecer seus princípios/objetivos/normas/regras/meios disponíveis, etc.
Ora, se veio orientação do Sr LULA nada de bom poderá ter sido: é um Mal Alfabetizado que desconhece as coisas mais primárias; é fanfarrão e sem motivos para a fanfarronice; é Mal Alfabetizado e está acostumado a “ensinar” até Padre a rezar Missa; enfim, é um boquirroto que não se convence que atrai a atenção porque tem uma Caneta Atômica de Nomeações e Sinecuras à disposição.
Nada sabe sobre História/Estratégia/Planejamento e nem o Pequeno Príncipe leu.
As candidatas à Rainha disso ou daquilo são, como regra, mais cultas que o Sr LULA, pois todas alegam que já leram o Pequeno Príncipe o ele – Sr LULA – já declarou , em voz alta e em bom tom , que nunca conseguiu ler um livro.

Por outro lado, até as pedras da Praça dos Três Poderes sabem que o Sr LULA é arredio à leitura até de Pareceres/Propostas/Relatórios.
No máximo – louve-se a sua memória – decora dados numéricos, nem sempre reais/corretos e sempre que lhe são favoráveis – e os lança nos seus (malditos) discursos de improviso.

Ler um livro ou um Relatório? Nunca leu! E se ufana disso!

Assim como recorda com vaidade do “porre que tomou por ocasião disso ou daquilo”.
Para ele, são vantagens/vitórias pessoais.
Por favor, não me xinguem por “ levantar calúnias “ : o Sr LULA já fez questão de recordar coisas assim , em diferentes vezes e sem a menor necessidade.
Foi pura gabolice/exibicionismo.

Puxa vida: novamente, fugi do Tema.

Já meio (bastante/muito) descrente e sem muito ânimo, nesse Assunto, estou ansioso:
- quero ler - só em setembro será possível, segundo anunciam – o PLANO do Sr MANGABEIRA e do Sr JOBIM.

Achincalhar as FF AA, não tenho a mínima dúvida, será um dos primeiros itens.
Reduzir os Chefes Militares para um nível bem inferior ao (baixo) que já está, por certo, será outra meta e, pior de tudo: mesmo já tendo Informações a respeito, é claro que nada farão.
O Grande Mudo colocará a viola no saco e os mais sortudos irão para Tal ou Qual Estatal e... todos se quedarão felizes e silentes.

Pobre País.

Atenciosamente
RUI GARAVELO MACHADO
Amigos para sempre e um pouco mais

domingo, 29 de junho de 2008

EB NA PREVIDÊNCIA



Nada justifica o que ocorreu na Favela da Providência, e ainda não sabemos nenhum um pouco da grande verdade do que lá se passava e porque o Exército se submeteu a missão fora da normalidade e talvez até da legalidade, imposta pelo comando comunista do País.

Os trechos abaixo, extraídos de matéria de Rebecca Santoro, “EB NA PROVIDÊNCIA: TUDO MUITO PREVISÍVEL PARA TANTAS SURPRESAS”, de 27 DE JUNHO 2008, não torna necessário acrescentar mais nada, em vista da clareza e objetividade com que ela analisa os fatos e as mentiras sobre o caso.
Acompanhem o raciocícíno!
Abraços
Euro


“Esta semana, uma reportagem do jornal Estado de SP revelava surpresa de policiais que investigam o caso e dos próprios repórteres, diante da situação de pobreza em que vivia o Tenente Vinícius Ghidetti Moraes de Andrade, de 25 anos, acusado de comandar grupo de 11 militares que entregaram três indivíduos suspeitos de envolvimento com o tráfico do Morro da Providência para traficantes rivais do Morro da Mineira, onde foram assassinados (clique na figura ao lado e leia reportagem).”

“O tenente, aliás, é dos que não tinham nada, tem origens pobres, como revela a reportagem do Estadão, nascido em família que mora em região paupérrima e sujeita a constantes alagamentos no Espírito Santo. A carreira militar, provavelmente, pudesse representar para ele uma chance de ascensão sócio-econômica e de estabilidade. Seus horizontes, é claro, não poderiam ser os mesmos daqueles que vislumbram os jovens mais bem formados e preparados da sociedade brasileira. E não poderia ser de outro jeito mesmo, diante das perspectivas que a carreira de Oficial das FFAA brasileiras vem oferecendo nos últimos anos – daqui a 15 anos, mais ou menos, o tenente estaria ganhando em torno de R$ 5 mil líquidos e trabalhando com equipamentos velhos!”

Qual a surpresa? Milhares de oficiais das FFAA espalhados pelo Brasil são vizinhos, sim, de traficantes. Essa é a realidade dos homens a quem se entrega a defesa do país, por obra, graça e ação criminosa dos governantes que têm passado pelo Palácio do Planalto nos últimos 20 anos.

Governantes que são capazes de atitudes de estarrecedor cinismo como a que se viu do presidente Lula da Silva ao dizer que ‘considerava injustificável a presença de homens do Exército em uma obra terceirizada’, para os parentes dos três suspeitos de ligação com o tráfico de drogas da Providência que foram assassinados. Logo ele, o presidente, que foi quem autorizou que os ministérios das Cidades e da Defesa entrassem em acordo para a realização do projeto apresentado pelo senador Marcelo Crivela, o que incluía, sabidamente, a utilização de militares das FFAA para dar proteção aos operários que trabalhassem nas reformas dos barracos do morro da Providência.

“Em sua coluna do Globo de 25/06, Mirian Leitão cita os relatos de dois repórteres do jornal carioca EXTRA que foram para o Haiti para entender o trabalho dos militares brasileiros por lá e que iniciaram a série de reportagens “Exército odiado na Providência; Exército amado no Haiti”. Entre as comparações: “Lá, as crianças lançando para os militares brasileiros sorrisos confiantes; aqui, a população de uma favela protestando agressiva na frente do prédio do Comando Militar. É o mesmo Exército! O que foi que aconteceu?”.

“É no mínimo curioso que jornalistas façam esta questão.”

“Primeiro, porque todo jornalista que se preze sabe que é óbvia a ligação dos que protestam com o comando do tráfico da região. Imagine se o povo daquela comunidade pode ir pra frente do QG pedindo pelo amor de Deus pra que todos os bandidos sejam despejados do morro pelo Exército!”

“Voltando à coluna de Miriam Leitão, ela se mostra surpresa ao dizer que ‘o que choca aqui é a rapidez com que se formou a aliança entre o crime e soldados do Exército. O que dói é a morte de três jovens...’ Como assim, ‘o que choca’? Até mesmo no caso das armas roubadas de um quartel do Exército, há dois anos, se não me engano, em que tropas foram deslocadas para procurar as armas em favelas do RJ, sabe-se muito bem que houve participação de militares no roubo. Sabe-se que as FFAA sempre tiveram que lidar com criminalidade provocada por motivos ideológicos ou não (quem não lembra do roubo de armas de Lamarca?), fato agora piorado pelas péssimas condições salariais e de trabalho em que se encontram os militares? De onde essa gente pensa que saem as pessoas que se alistam nos quadros militares? De Marte? Não. As pessoas que entram para as FFAA são o reflexo mais abrangente e democrático daquilo que existe na nossa sociedade como um todo. Por que a surpresa? Ou será que a colunista pensa também que só existem jornalistas bons, honestos ou não viciados em drogas?”

“Mas, agora, o foco vai ficar no tenente, no processo e o pessoal do morro da Providência, aos poucos vai ficar esquecido, na medida em que tudo volta ao que se chama de normal naquela comunidade.”

“Se a gente parar para pensar, a única surpresa nesse caso do tenente do EB é a surpreendente quantidade de pessoas que se dizem surpreendidas e por surpresas, senão cínicas, bastante previsíveis. O que ele fez foi horrível mesmo. Pelo menos está preso. E o pessoal que matou os três rapazes, hein?!”

Fronteira não pode ficat "a reboque" de indios..


Fronteira não pode ficar "a reboque" de índios, diz general


HUDSON CORRÊASÉRGIO LIMAda Folha de S.Paulo, em Brasília
A política indígena do governo brasileiro, complacente com a atuação de ONGs estrangeiras na fronteira amazônica, ameaça a soberania nacional. A afirmação é do general-de-brigada Luiz Eduardo Rocha Paiva, comandante de 2004 a 2006 da escola que prepara os oficiais superiores do Exército.
Paiva, 56, endossou em entrevista à Folha as críticas do general Augusto Heleno, responsável pelo CMA (Comando Militar da Amazônia), quando eclodiu o conflito entre arrozeiros e índios na reserva Raposa/Serra do Sol (Roraima).
"Eu acho que na faixa de fronteira tem que ter cidades, vilas, comércio. A terra indígena impede o surgimento. Somos 190 milhões de habitantes. Não podemos ficar a reboque de 700 mil [índios]", disse.
O general acha que, como estão pouco povoadas, as reservas na área de fronteira podem virar territórios autônomos: "Se o brasileiro não-índio não pode entrar nessas reservas, daqui a algumas décadas a população vai ser de indígenas que, para mim, são brasileiros, mas para as ONGs não são. Eles podem pleitear inclusive a soberania".
Paiva afirma que o Estado "não se faz presente". "A Amazônia não está ocupada. É um vazio. Alguém vai vir e vai ocupar. Se o governo não está junto com as populações indígenas, tem uma ONG que ocupa. As ONGs procuram levar as populações indígenas a negar a cidadania brasileira. Elas atuam sem o controle do Estado brasileiro. Ligadas a interesses estrangeiros, são um perigo."
O risco maior, segundo o general, está na região entre Roraima e Amapá, devido à influência de Inglaterra (sobre a Guiana), França (Guiana Francesa) e Holanda (Suriname) e aos interesses dos EUA. "Eu acho que podemos perfeitamente caracterizar a ameaça e dizer o nome desses atores."
Na fronteira com a Venezuela e com a Guiana, na região da Raposa/Serra do Sol, o Exército mantém pelotões especiais, mas o general diz que isso de pouco adianta. "O pelotão de fronteira não defende nada. É preciso uma ação de presença importante, mas para vivificar. Vivificar com gente brasileira, inclusive com o índio."
Paiva, que passou à reserva em julho passado, disse que "a cobiça pelas riquezas" da Amazônia é o assunto principal da Eceme (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), que fica no Rio de Janeiro.
"Quando eu cheguei ao comando da escola, já era o assunto mais importante. Eu continuei estimulando para que o assunto mais importante, a ser estudado, fosse a Amazônia em relação à ameaça", afirmou.
As idéias do general ainda circulam no meio militar. Ele deve publicar em breve artigo sobre ameaça à Amazônia na revista "Idéias em Destaque" do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica. Em 2006, o general publicou um artigo na revista da Eceme sobre "vulnerabilidade, cobiça e ameaça" à Amazônia. O material foi republicado na edição de março e abril na "Military Review", edição brasileira.

sábado, 28 de junho de 2008

A PARTILHA DO BOTIM


ESTAMOS PERMITINDO A PARTILHA DO BOTIM

Os fatos estão aí; não há como contestá-los, no entanto, Altas (sic) Autoridades – do Executivo e do Legislativo e, até mesmo, do Judiciário – em entrevistas ­– Rádios e/ou TVs – não sentem a mínima vergonha e os contrariam (aos fatos) como se todos nós – os do povo, os normais – fossemos uns imbecis.
O pior: somos, de fato, uns imbecis.

Para exemplificar:
- o Exército , numa Operação de campanha eleitoreira – sem quaisquer dúvidas – ocupou parcialmente o Morro da Providência com cerca de duas centenas de Militares e , após uma lamentável/triste/burra/estúpida ação de um Tenente e mais uma dezena de outros Militares , seus subordinados , sofreu o vexame de acusações válidas , na sua minoria e caluniosas , em sua esmagadora maioria ; por óbvio , a Tropa lá estava por Ordem dos Chefes Militares , sendo que as maiores Autoridades e as mais responsáveis são o Sr LULA , o Sr JOBIM e o Gen Ex ENZO ;
- quando ocorreu o affaire do tal Tenente e o Morro da Providência, os maiores responsáveis, de maneira o mais irresponsavelmente possível, correram e se esconderam em declarações demagógicas/populistas/cretinas, como foram as do Sr LULA e as do Sr JOBIM ou, em Notas Oficiais que pouco dizem e/ou falseiam a verdade, no caso do Cmt do EB;
- a Mídia – em especial a Chapa Branca – como é de seu costume , acusou/aumentou a responsabilidade dos Militares e tentou , de todas as maneiras, jogar a população contra o EB ;
- as Autoridades , lideradas pelo Sr JOBIM – falastrão/exibicionista e herói sem causa - deu N + K entrevistas , posou para fotos e caminhou – cercado de mil (sic) Seguranças - no meio dos moradores do Providência ; bebeu café em copo de geléia para parecer popular – coisa tão falsa como uma Nota de R$ 3,00 – pediu desculpas a todos ; o Sr LULA – como sempre e de forma indigna – condenou a presença dos Militares , como se não fosse ele mesmo o responsável maior pelo fato de lá estar uma Tropa do EB como Cabo Eleitoral de um candidato a candidato ( preferido seu ) ;
- o Cmt EB , numa inequívoca demonstração de FALSA disciplina e respeitando uma INEXISTENTE hierarquia , deixou cair/ficar em seus ombros e dos seus Generais e Comandantes de Tropas toda a responsabilidade pela campanha eleitoreira de um politiqueiro.


Enquanto isso ocorria – para continuar exemplificando – três Senadores da Comissão de Direitos Humanos do Senado, com o meu, o seu e o nosso dinheiro, se deslocaram até POA, RS, para ouvir o Comandante Geral da BRIGADA MILITAR (PM do Estado do RIO GRANDE DO SUL) “sobre as acusações de maus tratos aos agricultores (sic)” do MST.
Se fosse (só) contado e não tivesse imagens para comprovar, até poderia parecer mentira: três Senadores inquirindo a Autoridade Policial sobre o “tratamento a baderneiros/invasores” e agindo como se fosse “agressividade/violência contra cidadãos ordeiros em singela e pacífica manifestação”.
Só de três Senadores poder-se-ia esperar tal atitude: no lugar de inquirir os bandidos, questiona os mocinhos!


Para encerrar os (tristes) exemplos:
- o Conselho Superior do Ministério Público (ou outra designação que tenha), em fins do ano passado, por unanimidade, tomou a decisão de NÃO PERMITIR MAIS BADERNAS/VIOLÊNCIAS/INVASÕES E OUTROS QUE TAIS POR PARTE DO (ILEGAL) MST:
- a finalidade de três Ações interpostas no Judiciário é, de modo geral, EVITAR O SURGIMENTO DE UM ENFRENTAMENTO QUE LEVE A UM CADÁVER OU ALGO ASSIM ; o resto é literatura!
O sonho do MST é “ganhar, como presente” um cadáver.
O Ministério Público Estadual já cansou de dizer/escrever/divulgar que NÃO é contra o MST, no entanto, É RADICALMENTE CONTRÁRIO AO MODO DE AGIR DO MST!!!

Nada mais claro.
A coisa é cristalina!

Pois bem, na tarde de 25/06/08, em entrevista, Rádio Gaúcha, um Procurador do Estado (não memorizei o nome e a Função) com palavras evasivas/cheias de reticências/subterfúgios e coisaetal disse que “não é bem isso... os Movimentos Sociais devem ser respeitados...” etc... , ao fim e ao cabo, só faltou dizer... deixa para lá !

Esse comportamento ambíguo/covarde/sem retidão é que determina a força do MST e dos seus outros braços, armados ou não.

Para concluir:
- vivemos momentos definitivos: ou combatemos os verdadeiros inimigos do País (os comunistas/lulistas/investidores e outros associados ao Sr LULA e caterva) ou entreguemos tudo para a partilha final do botim.

Atenciosamente
RUI GARAVELO MACHADO
Amigos para sempre e um pouco mais.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

O MST EO DESGOVERNO



O MST e o DESGOVERNO Ternuma Regional Brasília
Por Gen Bda R1 Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira



A corajosa decisão do Conselho Superior do Ministério Público do RS em acabar naquele estado, o clima de terror patrocinado às escancaras e ao arrepio da lei pelo MST, merece os nossos ardorosos aplausos.
Na América do Sul, os partidos de esquerda adotaram os princípios apregoados por Gramsci para a tomada do poder pela via político - democrática, pois são favorecidos pela permeabilidade e pelas distorções contumazes no exercício da democracia que vige no continente sul - americano.
Instituições de fracas bases, mormente as políticas, mas nas quais podem ser incluídos os demais campos do poder, inclusive o Judiciário, previamente ajustado aos seus interesses, fornecem aos atuais mandatários a capa de legalidade para a consecução de artimanhas que podem, e têm sido manipuladas, em seu benefício.
Contudo, apesar dos flagrantes sucessos alcançados, os neo – socialistas angustiados com a possibilidade, ou mesmo com a hipótese de insucessos futuros de sua linha pacífica para a tomada do poder, não se esquecem de incentivar a criação de grupos de descontentes e de insatisfeitos, através do fomento de diversas divisões no seio da sociedade.
Tais grupos, porém, são mantidos em “estado de alerta”, podendo ser acionados a qualquer momento, pois, se necessário, serão forças mobilizáveis com eficácia em favor da “causa”. Semelhantes grupos, embora de minorias, possuem grande poder de divulgação e, geralmente, encontram ressonância e eco na mídia
No Brasil, é flagrante que os movimentos campesinos, no qual o MST é a ponta mais visível de uma azeitada estrutura subversiva, poderão tornar - se um braço armado a ser utilizado, tanto na hipótese do insucesso de tais governos e, principalmente, para a manutenção de sua continuidade, nem que para isso seja preciso, como último recurso, o emprego de uma pressão mais efetiva.
Um aspecto a ser considerado, é o de que não basta atingir o poder, pois para a implantação de uma nova ideologia, àqueles governos faz - se necessário um tempo que extrapola a duração de uma ou duas legislaturas. Importa, sim, um tempo mínimo de permanência no governo. Além disso, apesar da sua ocupação “legal” nos cargos governamentais, a verdadeira tomada do poder significa, ainda, a consolidação de uma dupla capacidade: a criação de grupos de “massas” e a possibilidade de sua ativação em prol de seus interesses.
Elas serviriam para se contrapor a qualquer reação, ou mesmo seriam empregadas como eficazes meios de pressão para o atingimento de objetivos intermediários, como por exemplo, a aprovação de leis e de projetos de seu interesse, sendo o inverso também verdadeiro, quando na intenção de obstruir as iniciativas e programas considerados desfavoráveis.
Além daqueles movimentos no campo, nitidamente aptos ao enfrentamento rural das Forças Governamentais, o atual desgoverno petista tem incrementado, inclusive com o aporte de recursos, outras ferramentas de mobilização, como os sindicatos e as classes estudantis, áreas que dominou e continua dominando.
Destarte, podemos admitir que o País, num futuro próximo, poderá defrontar - se, no caso de insucesso das políticas de esquerda em curso, com a realização de ações violentas do MST e congêneres, facções adestradas com o apoio explícito do governo federal, tanto em sua capacidade de mobilização como no seu adestramento armado, claros indícios de sua preparação para algo de maior amplitude e duração.
Seria estultice, acreditar – se, que tais movimentos, que demonstram possuir uma azeitada chefia e um excelente nível de coordenação, sejam meros aspirantes à realização de uma reforma agrária.
Nesse contexto, é admissível que venham a ser utilizados como peças valiosas para a perpetuação do governo sócio – comunista.


Podemos aventar, ainda, que a dimensão de tais movimentos, em particular, os campesinos, cada vez mais fortalecidos e possuidores de reconhecida eficiência e eficácia, adquiram moto próprio e tornem – se incontroláveis, inclusive para os seus atuais propugnadores. Como se já não bastasse a política indigenista caótica e desagregadora da Unidade Nacional, promovida pela Presidência da República, por meio da FUNAI.
Brasília, DF, 26 de junho de 2008

O CHEFE MILITAR

O CHEFE MILITAR (atual) e sua formação
· ... deve ser péssimo receber as estrelas ....


O tempo vai passando, os cabelos adquirindo uma nova e branca cor, os músculos ficando menos hirtos, mais frouxos, a memória menos ágil e mais escassa, as lembranças/recordações mais freqüentes e, ao fim e ao cabo, o raciocínio – que nunca foi brilhante – fica mais obscuro.

Somando-se tudo isso à falta de inteligência/cultura/preparo intelectual e outros que tais, chega-se à decisão de não mais provocar/aceitar/participar de Temas/Assuntos mais polêmicos.

Se, ainda, for considerado que teria de enfrentar (sic) mentes brilhantes, pessoas com elevado padrão cultural, leitura variada/profunda/seleta e constante, (eu) deveria fugir do Tema – onde já estou a meter a velha e torta colher - como o diabo da cruz.

Ocorre, no entanto, que são pessoas (as da polêmica) generosas e entenderão, facilmente, que (eu) só desejo meter minha colher torta por (mau) hábito e, por falta de modéstia e julgar que, como vivo há tantos anos no meio Militar, me assiste o direito de dar uma – singela – opinião.

Trata-se da formação BOA/MÁ/COMPLETA/INCOMPLETA dos Alunos/Cadetes que, mais tarde, serão Chefes/Comandantes Militares.

Se for para defender a tese que as Escolas Militares – em todos os níveis, Colégios, Escolas Preparatórias, Academia, Escola de Sargentos, EsAO, Escolas de Aperfeiçoamentos/Especializações e todas as outras de menores ou maiores graus, - são PERFEITAS/COMPLETAS não contem com este Velho Soldado.

Sei, muito bem, que NÃO são!

Por deficiências pessoais e por escolha própria, freqüentei alguns Cursos Civis – fora das FF AA.
Digo com toda a lisura e para exemplificar: fui em busca da Faculdade de História e Geografia para, mais tarde, se fosse o caso, enfrentar o Concurso para a ECEME; busquei Curso de Direito porque fui nomeado para Função que exigia (grandes) conhecimentos na área e (eu) não tinha o necessário preparo e, assim por diante.

Daí (eu) julgo que posso dar uma opinião sobre BOM/MAU/COMPLETO/INCOMPLETO Curso(s) dos Militares e dos Civis.

Lembro, por oportuno, que lá pelo final da década dos 70, conversando com um sobrinho que estava concluindo o Curso de Engenharia Civil e já se preparava para assumir (em poucos meses) uma vaga de Engenheiro em Empresa/Empreiteira de Estradas, comentei algo sobre Topografia/Levantamento Topográfico/Teodolito e coisas afins; o (quase) Engenheiro, com toda a naturalidade confessou que NÃO havia aula prática (de Campo) de Topografia; sempre “trabalhava/estudava de maneira Teórica e NUNCA HAVIA OPERADO UM EQUIPAMENTO”, salvo, é óbvio, em sala de aula.
Lembro que NÃO havia, ainda, a facilidade da Informática/Internet/PC e coisaetal com a (quase) vulgaridade/naturalidade (sic) que hoje temos.

Mas, retornando ao Tema: formação dos Militares (Graduados e Oficiais):
- não há como defender que se trata de UMA FORMAÇÃO COMPLETA e SUFICIENTE ;
- não é , entretanto, tão falha/má/incompleta como querem diagnosticar alguns ; de maneira geral , são Escolas (Cursos ) com parcos recursos , escassas verbas , ocupando prédios – como regra – antigos e mais das vezes , inadequados ;porém , sempre se posicionam entre as melhores do País em se tratando de qualidade ;
- a escolha dos Monitores/Instrutores/Professores/Pessoal das Divisões de Ensino é feita entre os capacitados/habilitados/qualificados, no entanto, são HUMANOS e nem sempre são os melhores INSTRUTORES/PROFESSORES; às vezes, um excelente Profissional não é bom Professor; quantas vezes nos deparamos com excepcionais Executores que são (péssimos?) maus Planejadores e, também, o contrário.
- por oportuno: em minha atividade atual (civil, junto à Industria) tenho Funcionários que são capazes de “montar/desmontar/consertar” uma Máquina e não sabem dizer – verbalizar – o que fizeram senão “mostrando” (sic).

Observem que “já fugi do Tema” .
É a tal idade!

Mas, retornando:
- talvez , o que esteja ocorrendo com os atuais Chefes Militares é – mais ou menos – o seguinte :
- - tiveram uma Formação, Especialização, Aperfeiçoamento e outros que tais , não muito completa/excelente – pelos mais variados motivos; por outro lado, a época foi diferente (MUITO) da nossa (dos Velhos Soldados que, hoje, emitem mil palpites pela Internet); o MUNDO MUDOU , O PAÍS É DIFERENTE etc...;
- não foram preparados para enfrentar Governos como os que enfrentaram e enfrentam; pensem bem: já imaginaram – só para efeito de exercício mental – ser promovido a Oficial Superior ou a General sob um Governo do Sr LULA ou do Sr FERNANDO HENRIQUE CARDOSO ou do Sr ITAMAR ou do Sr COLLOR?;
- continuem a pensar – o tal exercício mental -: os Ministros da Defesa (uma coisa esdrúxula, anormal para o nosso País, decisão canalha de canalhas que só visavam ao afastamento dos Militares das Mesas de Decisões e contando com a cumplicidade de Militares (Altas Funções e cooptados com mil (sic) promessas de “futuras atividades” junto às Estatais ou outras sinecuras; pensem bem: como deve estar se sentindo um General que foi “estrelado” pelo Sr LULA , pelo Sr FERNANDO HENRIQUE CARDOSO ou outros de mesmo valor (sic)?

Em passant: muitos jornais estampam a fotografia do “fraterno/carinhoso/honesto/cordial/sentido” (sic) abraço dos Srs LULA e FERNANDO HENRIQUE CARDOSO; pode haver fotografia de gesto mais hipócrita?
Homens que se odeiam, se desprezam e se ofendem diuturnamente, agora, se abraçam como se amigos fossem. Hipócritas.
Falsos.

É óbvio que o Sr LULA deveria comparecer ao velório da Dra RUTH CARDOSO; é mais do que óbvio que lá estava a prestar homenagem – COMO PRIMEIRO MANDATÁRIO DO EXECUTIVO - ao Ex-Presidente e à Ex-primeira-dama, além de ilustre Professora/Doutora/Escritora/Intelectual, no entanto, com POMPA E DIGNIDADE e NUNCA com falsidade e hipocrisia.
Por seu turno, o Sr FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, homem culto/emocionado com o falecimento de sua esposa, NÃO poderia se permitir abraçar um desafeto que sabe que lá estava por obrigação e não por devoção.

São, indiscutivelmente, uns hipócritas e não “homens civilizados”.
Homens civilizados se cumprimentariam como “homens civilizados” e não se abraçam como amigos.

Bolas! fugi, novamente, do Tema.

Pois bem, os atuais Chefes Militares não são exatamente iguais aos do passado; e nem poderiam!
Os tempos são outros e os homens mudam como tudo nesse Velho Mundo de DEUS!!!

Um amigo disse que não voltará a visitar a INGLATERRA: quando lá esteve pela primeira vez, o homossexualismo era perseguido; mais tarde, retornou e até casamento entre homossexuais era permitido; teme ele que, atualmente, seja OBRIGATÓRIO!!!

O mundo muda!!!

O despreparo (sic) dos atuais Chefes Militares – coisa que não concordo, em princípio – poderia ser justificado (explicado?) pelas mudanças mundanas (sic) e/ou por estarem sob a Governança/Comando/Chefia de pessoas tais como Sr LULA, Sr JOBIM e caterva.
Quem dorme com cães, amanhece com pulgas.

Há, no entanto, coisas que devem ser consideradas:
- escrevi umas “ mal traçadas linhas “ abordando o QUEM MUITO DE ABAIXA , O .... SE LHE APARECE “!”.
- se no discurso do “bando” tivesse ocorrido um “arquear o lombo” ou no affaire dos Controladores de Vôo X BERNARDES X Sindicalismos (sic) tivessem (as Autoridades) ”chutado o pau da barraca” ou no PROVIDÊNCIA X Campanha Eleitoreira gritassem NÃO SOMOS CABOS ELEITORAIS! as coisas não estariam assim como estão.

Dizem muito bem, os que apregoam que: “um grito ou um soco na mesa” e os VALENTES CORRERÃO.
O que eles ( os valentes/investidores) querem :
- gordas Indenizações e polpudas Pensões Especiais;
- sinecuras para seus apaniguados ;
- a manutenção do Poder e, para isso, fazem gato e sapato!

Por derradeiro:
- mil desculpas por meter a colher torta; acontece que é um defeito de fabricação;
- por outro lado, sempre espero contar com a benevolência dos Correspondentes e ser entendido/desculpado;
- além dos Chefes Militares , (eu) estou seriamente preocupado com o futuro do Tenente (o bestalhão do Morro da Providência): ele será jogado às feras e o Exército não o apoiará e ele – coitado – ficará qual um cordeirinho nas mãos de justiceiros do tipo dos Srs VANUCHI, TARSO e caterva e, assim, poderá sofrer as punições que bem merece e MUITAS OUTRAS QUE NEM SONHA!!!

Para encerrar: caros Generais, Coronéis, Militares e Civis que escreveram e polemizaram em torno da Formação (BOA/MÁ/
COMPLETA/INCOMPLETA) dos Chefes Militares da atualidade , não esqueçam que o Comandante Supremo das FF AA é o Sr LULA e o Ministro da Defesa é o Sr NELSON JOBIM e , desta maneira , DEVERÃO ACEITAR TUDO E UM POUCO MAIS do que há de pior na face da Terra.

Pobre EB.
Pobres FF AA.
Pobre País.

Atenciosamente
RUI GARAVELO MACHADO
Amigos para sempre e um pouco mais

terça-feira, 24 de junho de 2008

O BRAÇO DA GUERRILHA


MST é braço de guerrilha, acusa promotor gaúcho


Valter Campanato/Agência Brasil
Guerrilha? De acordo com promotor do Ministério Público gaúcho, Gilberto Thums, MST é "organização criminosa", que não não possui "objetivos da luta pacífica"
Daniel Milazzo


O promotor gaúcho Gilberto Thums, em entrevista a Terra Magazine, classifica o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) como "organização criminosa". Membro do Conselho Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul, Thums foi um dos promotores que aprovaram relatório no final de 2007 pedindo a "dissolução" do movimento.
- Para o Ministério Público, o MST é um braço de guerrilha da Via Campesina - declara.
Thums argumenta que o Ministério Público não é contrário a nenhuma manifestação pacífica, mas considera o MST um "movimento político". O promotor afirma que a organização já passou dos limites da luta pacífica.
- Aqui no Rio Grande do Sul eles escolheram territórios estratégicos para ocupação. Eles não têm personalidade jurídica, e se valem dessa ilegalidade e clandestinidade em que vivem para praticar os atos de vandalismo e destruição (...) Este movimento busca atentar contra o Estado Democrático de Direito, essa é a verdade.
Por fim, Thums desabafa:
- A sociedade brasileira está de saco cheio com este movimento, com esta bandeira. Os objetivos estão esgotados. A técnica de atuação é molestar a população.
Em nota, o MST classificou a decisão do Ministério Público do Rio Grande do Sul como uma "afronta" e "grave violação" dos direitos constitucionais.
"O Ministério Público (...) não se confunde com atitudes facistas de alguns de seus integrantes, que impedem o direito de manifestação e organização e destroem a base do sistema democrático", diz o movimento, em nota assinada pelo advogado Juvelino Strozake.
A seguir, a entrevista com o promotor Gilberto Thums:
Terra Magazine - O relatório do Ministério Público prevê a dissolução do Movimento dos Sem Terra?Gilberto Thums - Uma proposta é essa. Existe um conjunto de ações que estão sendo desencadeadas. Foi constatado através de um levantamento que o Ministério Público fez, de que o objetivo do movimento não é a luta pela conquista da terra. O Ministério Público considera hoje o MST um movimento político. Tanto é verdade que eles não fazem nenhuma questão de querer título de propriedade sobre lotes onde estão os assentamentos. Porque para o MST ninguém pode ser proprietário de terra, pois a terra é de todos. Quem consegue o título de propriedade tem que vender o lote para continuar no movimento.
E quais são os objetivos? Aqui no Rio Grande do Sul eles escolheram territórios estratégicos para ocupação. Um deles, por exemplo, fica em Nova Santa Rita. É um local estratégico. Uma granja que faz divisa com o pólo petroquímico, por onde passa um duto da refinaria (Alberto) Pasqualini e quatro linhas de redes de alta tensão que abastecem dois terços do estado do Rio Grande do Sul. Ali eles também têm acesso ao rio Guaíba. É o melhor lugar que o movimento poderia conseguir para paralisar o Estado. Para o Ministério Público o MST é um braço de guerrilha da Via Campesina. Eles não têm personalidade jurídica e se valem dessa ilegalidade e clandestinidade em que vivem para praticar os atos de vandalismo e destruição. É nítido para qualquer órgão de inteligência no mundo civilizado que tinha um processo de formação de guerrilha. Este movimento busca atentar contra o Estado Democrático de Direito, essa é a verdade.
Em que fase estão as ações do Ministério Público? A ação ainda não foi ajuizada. O primeiro passo foi a remoção de acampamentos. O segundo passo, a inibição de marchas em locais estratégicos. Um próximo passo, que estamos juntando material para isso, é declarar ilegal o movimento. Somos a favor da luta pela terra. Tudo que é movimento pacífico o Ministério Público apóia. Agora, este movimento perdeu o controle, está além dos limites que se aceitam num Estado Democrático de Direito. Em nenhum lugar do mundo esse movimento seria aceito com essa conformação em que está hoje. Eles se empenham hoje em atos de sabotagem contra instituições, contra as estruturas estatais. Isso não é tolerado em nenhum país civilizado do mundo. Nem na Rússia! (...) A ação principal ainda não foi apresentada. Ela está na fase do levantamento de documentos. Como alguns documentos nos estão sendo sonegados pelas autoridades, nós estamos tentando consegui-los por outros meios.
Não há terra improdutiva no estado? Não tem. Há um assentamento de terras que foram dadas pela União e pelo estado do Rio Grande do Sul, e dentro dele existe um acampamento. Isso é um absurdo. Inclusive, é ilegal. Sobrevoando a região se vê umas 100 casinhas que foram construídas, mas não plantaram um pé de alface. Ou seja, eles não tornam a terra produtiva, pelo contrário, eles apenas ocupam o espaço físico e abandonam para manter a ocupação territorial e continuam acampados em outras frentes.
Como haveria de fato a dissolução do movimento, já que o MST possui representatividade nacional? Nós (o Ministério Público estadual) não temos poderes para interferir em outros estados, mas aqui nós vamos iniciar um processo de revés contra eles.
Como? Nós podemos proibir o poder público de negociar com o movimento, pois vamos entendê-los como sendo uma organização criminosa, porque os objetivos não são lutas pacíficas. Qualquer pessoa que faz o que eles fazem estaria na cadeia. Se nós prendemos um ladrãozinho aí que furta um celular nós o metemos por dois anos na cadeia; se eles depredam e fazem tudo o que querem e não acontece nada, então alguma coisa está errada.
O fato de o movimento não possuir um CNPJ dificulta a ação do Ministério Público? Nenhuma ação indenizatória pode ser feita. Toda a ação que envolve desocupações é feita mediante identificação de cada um. Vamos partir para a responsabilização individual. Isso para efeitos penais, porque para efeitos civis não podemos fazer nada. São um movimento que aproveitam uma máscara de pele de ovelha, mas por trás, na verdade está um leão feroz. Nosso objetivo é mostrar às claras qual é o objetivo desse movimento.
Por outro lado, a defesa do MST diz ter o apoio do governo gaúcho... Eles podem ter até o apoio do presidente da República. Nós estamos lutando pelo império da lei. O Ministério Público não está preocupado com as autoridades que apóiam o movimento. Nós estamos usando a Constituição Federal em defesa do Estado Democrático de Direito. A sociedade brasileira está de saco cheio com este movimento, com esta bandeira. Os objetivos estão esgotados. A técnica de atuação é molestar a população. Tivemos um supermercado depredado. A que título? O que o supermercado tem a ver com a ideologia deles? Nada. Por que não invadem o Palácio do Governo então? Qualquer cidadão que entrar num supermercado e pegar um objeto vai preso. Como é que essa gente pode entrar, depredar, invadir, subtrair e não acontece nada? Isso é uma subversão da ordem pública. As coisas se complicaram muito é pela forma de atuação.
Terra Magazine

O DOUGLAS DC-3



Conheça o avião Douglas DC-3


Dentre as maiores invenções do ser humano está o avião. Dentre os aviões, o Douglas DC-3 foi o mais importante por seus grandes feitos nas guerras e nos tempos de paz. Leia a matéria e conheça a história do avião mais famoso da indústria aeronáutica.

Sem dúvida nenhuma o avião mais conhecido em todo o mundo ainda hoje é o venerável Douglas DC-3. Pela sua confiabilidade e eficiência ganhou apelidos como Dakota, Skytrain, Skytrooper, Gooney Bird, e, aqui no Brasil, carinhosamente Douglinhas.Na atividade militar era o C-47. Não obstante os nomes e versões que teve, sempre foi um avião honesto e confiável, portando-se acima das expectativas quando solicitado.O primeiro DC-3 voou em dezembro de 1935, como resultado da evolução do DC-1 e do DC-2. Possui dois motores Pratt & Whitney de 1.200 HP cada. Tem peso bruto de 12.200 kg e podia levar até 32 passageiros. Ao cessar a produção, 803 unidades comerciais e 10.123 militares foram produzidas. Não se sabe ao certo quantos ainda estão voando. Calcula-se hoje em torno de 200 em todo o mundo, voando ou aptos a voar com alguns reparos.O avião surgiu das fábricas da McDonald Douglas, em Santa Mônica, e em Long Beach, na Califórnia, e ainda na cidade de Oklahoma, todas nos Estados Unidos. Alguns foram produzidos sob licença na Rússia e no Japão. Donald Douglas foi o fundador da companhia que levou seu nome. Ele dirigia um pequeno grupo de engenheiros, incluindo nomes conhecidos na área, como James Kindel Berger e Arthur Raymond. Originalmente o DC-3 foi concebido como um luxuoso avião que oferecia camas para seus passageiros. O DC-2 que lhe antecedeu não era largo o suficiente para comportar tais beliches. Seriam sete camas superiores e sete camas inferiores, com uma cabine privada à frente. A empresa American Airlines encomendou seus DC-3 nesta configuração, porém mais tarde removeu os beliches e instalou três fileiras de sete assentos. O sucesso foi imediato e o DC-3 entrou em serviço em junho de 1936, fazendo a linha New York - Chicago.Ordens de compra de outras empresas aéreas foram chegando em grandes quantidades ao escritório da Douglas: a indústria do transporte aéreo estava pedindo aviões DC-3 mais rápido do que a empresa poderia fabricar. Por volta de 1938, o avião não era apenas o equipamento principal das maiores empresas aéreas dos Estados Unidos, como também já era operado por dezenas de países estrangeiros.A popularidade do DC-3 entre as empresas e o público de modo geral era baseada em muitos fatores: era maior, mais rápido e mais luxuoso que os aviões anteriores. Era também mais econômico de operar e a sua padronização reduziu custos de manutenção enquanto batia recordes de segurança.Foi também o primeiro avião no qual as empresas passaram a ter lucro com passageiros sem necessitar das subvenções governamentais para o transporte do correio. Há várias histórias de façanhas do DC-3 que se tornaram uma lenda mundo afora:- Um DC-3 da Capital Airlines perdeu quase dois metros da asa direita numa colisão aérea e continuou voando sem maiores problemas.- Durante a II Guerra Mundial, outro teve sua asa direita inteiramente destruída por um ataque, quando no solo. Adaptou-se ao mesmo uma asa de DC-2, que era 3,30m menor que a original. O avião voou esplendidamente e os autores da façanha o batizaram de DC-2 ½.- Na mesma II Guerra, foi oficialmente creditado ao DC-3 ter abatido um caça inimigo, já que este colidira com o leme direcional do DC-3. O caça Zero caiu e o DC-3 pousou com segurança. Após rápido reparo, voltou a voar.Talvez nenhum avião tenha sido tão abusado em seus limites e sempre tenha se saído tão bem.Na guerra, cruzava o Atlântico regularmente com sobrecarga de 1 a 2 toneladas. A capacidade original de 21 passageiros foi ampliada muitas vezes. Durante a evacuação de Burma, um DC-3 decolou com 74 passageiros. Outra façanha incrível documentada aconteceu em 21 de abril de 1957, quando o resistente avião perdeu 4 metros de sua asa esquerda ao bater de raspão em árvores, motivado por uma tempestade. O avião pousou com segurança no aeroporto de Phoenix, no Arizona.No Brasil, o DC-3 foi o grande responsável pela integração e desenvolvimento do País, caracterizado pela sua imensidão e pela falta de estradas. Foi um avião indispensável à FAB e a todas as companhias aéreas que aqui se formaram. Entre elas a Varig, Vasp, Sadia, Cruzeiro, Real, Aerovias, Savag, Painair, Aeronorte, NAB e Paraense. Cerca de 200 DC-3 voaram pelo Brasil nos anos 50 e 60.Talvez a principal razão do DC-3 estar ainda voando é o fato de que nunca se desenhou um avião tão bom e tão adequado ao objetivo para o qual foi construído. Não se sabe ainda quando o DC-3 deixará os céus em definitivo: no fim dos anos 50 acreditava-se que ele só voaria por mais 5 anos, entretanto a previsão foi ultrapassada várias vezes e assim continua. Por isso, a única coisa que se sabe é que se o DC-3 um dia desaparecer dos céus, será saudosamente lembrado pelos milhões de admiradores que esta máquina, fruto da criatividade do Homem, conquistou em todo o mundo.Fonte:www.dc3.com.br Fonte: Cmte. Sergio Fraga Machado Cidade: Porto Alegre-RS Fotos: Ayumi Miyazaki

POR QUE SE CALAM



POR QUE SE CALAM...?

(Aileda de Mattos Oliveira)


Creio que há, por parte daqueles que admiram e respeitam as Forças Armadas, uma idealização de que elas se integram, se irmanam num mesmo ideal. Talvez, essa idealização provenha de que seja necessário acreditar na unidade das instituições que estejam fora do âmbito da corrupção, da demagogia, da falta de ética, da falta de moral; de que é necessário acreditar nas instituições que imponham a disciplina como fator essencial da ordem e, por conseguinte, do progresso, do desenvolvimento.
A parte consciente do povo precisa se apegar a algo que não o deixe naufragar nas intempéries provocadas pelos sucessivos governantes desprovidos de qualquer senso de responsabilidade com a nação. Não havendo para quem apelar, o pensamento da parcela que deseja ver o país progredir em paz, dirige-se, de imediato, para as Forças Armadas.
Porém, essa idealização deveria se concretizar em atos, em ações, nos momentos em que se fizesse oportuno, para que não levasse ao esmorecimento esse grupo de brasileiros que torce para que as FFAA permaneçam unidas em quaisquer situações.
Lamento dizer que isso não está ocorrendo, no momento em que o Exército é crucificado no Rio de Janeiro. Nenhuma voz das outras Forças se levantou em solidariedade à sua co-irmã de armas. Um silêncio pesado permanece, como se elas não existissem. Parece que a Aeronáutica e a Marinha enrustiram-se num casulo e adotaram a norma da retórica palaciana: “nada sei, nada vi, nada ouvi.” “Isso não é comigo”, devem dizer aos seus botões da farda os comandantes de cada uma das duas Forças, esquecidos de que, amanhã, poderão sofrer a mesma tentativa de desmoralização que vem ocorrendo com as tropas de terra.
Se houve solidariedade, nada foi divulgado; nada foi comentado; nada foi publicado. O silêncio, sim, permanece, inquietante, demonstrando que a unidade das Forças é, apenas, um mito, pois parece que foi rachada em algum ponto do elo e, portanto, é preciso, com urgência, reforçá-lo, antes que... tenho até receio de pensar.
Por que elas se calam...?

Qual o crime do Tenente?




A reportagem mostra que o tenente tem o padrão de vida compatível com o salário que o governo lhe paga. Só faltou fazer uma observação sobre fatos públicos e notórios: se fosse soldado da PM ou inspetor da Polícia Civil, equivalentes a soldado engajado, estaria morando num condomínio rico na Barra e andando de Honda New Civic. Faltou na reportagem uma conclusão óbvia: o tenente é um cidadão honesto, muito diferente dos delúbios, dirceus, jenuínos etc.

Repito a frase que tenho difundido pela Internet: o tenente está entregue à própria sorte. Seu advogado, ao contrário dos que defendem ( causa dificílima ) os pais da menina Isabela, não demonstra o menor interesse por seu constituinte. Permitiu que o delegado da polícia iniciasse a investigação já com o relatório pronto, absurdo, para concluir, em apenas 10 dias, sem qualquer busca dos executores da chacina, pelo indiciamento do tenente por crime de homicídio triplamente qualificado ( !!! ), tese sem o menor embasamento jurídico. Tanto isso é verdade que o TJ, em tempo recorde ( 24 horas depois de recebidos os autos do inquérito ), deu uma de Pilatos no Credo: não aceitou a jurisdição da polícia civil sobre o caso ( foi uma maneira elegante de arquivar por falta de consistência ), considerando que o feito é da competência da Justiça Federal e da Justiça Militar, o que já era sabido desde o início. Como diria Sherlock Holmes: elementar meu caro Watson ...

Embora leigo em Direito, mas com a experiência de quem participou e presidiu vários CJCT, lanço um desafio aos eminentes juristas brasileiros: qual crime comum o tenente cometeu ?

Está nos faltando a camaradagem que demonstramos em nosso encontros quinquenais comemorativos dos anos de AMAN, dos almoços de turma, dos churrascos da Cavalaria etc.

BATALHA

segunda-feira, 23 de junho de 2008

ATIRAR PEDRAS


ATIRAR PEDRAS

*...mais uma vez: Morro da Providência...


Estava disposto a esquecer temporariamente o affaire Morro da Providência até - ao menos – às conclusões dos Inquéritos/Averiguações/Investigações da Polícia Civil, do Exército e, por óbvio, do Ministério Público.
Ocorre, no entanto, que as manifestações do Ministro da Justiça, da OAB, CNBB, da Secretaria dos Direitos Humanos e, especialmente, as do Sr PAULO VANUCHI são eivadas de uma critica tão abusada aos Militares – em geral – e ao Exército – em especial – que, mais uma vez, opinarei.
Desde já, quero deixar bem esclarecido que minha opinião não alterará em nada qualquer atitude, quer do Cmt do EB, quer do Ministro da Defesa e, por óbvio, do Sr LULA.
O primeiro, Gen ENZO, deve estar tão arrependido de participar de um Governo (sic) de gente de nível baixíssimo – como é o atual - que nem jornal deve estar lendo; o Sr NELSON JOBIM, por certo, deve ter um Assessor que filtra só os elogios e endeusamentos (a ele dirigidos) e o Sr LULA além de ser absolutamente arredio à leitura, coisa que faz com extrema dificuldade – tem escasso tempo para tais e quais atividades que não sejam a de estar sempre a enxugar o rosto do suor e/ou a coçar alguma parte intima do corpo e/ou de viajar e dizer besteiras e grosserias em malditos discursos .

Pois bem, isto posto e em atenção às Mensagens que recebi de correspondentes, comento:
- foi de uma extrema estupidez a ação do Tenente e de seus Comandados – por certo , ele é o maior responsável- , no entanto, é muitíssimo difícil a tipificação do crime praticado ;
- a ação do Tenente – repito: estúpida – foi precedida por ações e atos inconstitucionais : as FF AA não são empregadas na Segurança Pública senão dentro de ATOS LEGAIS CONSTANTES , COM TODAS AS LETRAS , NA CONSTITUIÇÃO ;
- lá , no Morro da Providência nada mais foi feito senão dar cobertura à Campanha Eleitoreira de um apaniguado do Sr LULA – podem dizer , inclusive o Exmo Sr Gen Ex Cmt / EB , que foi uma Ação Social/Correta/Justa/Legal , porém , NÃO FOI !!!!;
- o pedido de desculpas do Sr NELSON JOBIM , em nome do Sr LULA tem tanto valor quanto o sabão que lavou a primeira cueca suja do Sr LULA , isto é , NENHUM , ZERO , NADA !!!! ;
- o que o EB deveria fazer – e fez – nada mais foi que o mínimo legal e nem deveria ser cantado em prosa e verso : era necessário/regulamentar e foi feito !!! pronto !!! nada de heroísmo e nem coisa a ser elogiada ;
- nada que foi dito pelo Sr TARSO GENRO , PAULO VANUCCHI , OAB , CNBB e a Mídia Chapa Branca foi surpresa e/ou inédito : deles só poderiam ser esperadas besteiras e eles disseram !!! pronto !!! era de se esperar e eles fizeram !!!.


Alguns Militares – ontem assisti um Gen e um Cel, ambos na Reserva e estudiosos do assunto da Segurança Pública – comentam os “arranhões” sofridos na credibilidade das FF AA com o tal fato do Morro da Providência e os ensinamentos a serem tirados.
Ao fim e ao cabo, fica a opinião de que as FF AA são maiores que o escândalo da Providência e que a sua credibilidade só foi afetada (sic) junto aos de sempre: comunistas/revanchistas/investidores que agora recebem os prêmios do investimento/ lulistas, a Mídia Chapa Branca e outros “coisas ruins” que, ainda, andam por ai.

De maneira geral, os Comentaristas de maior credibilidade/responsabilidade/bom senso são contrários ao ato praticado pelo Tenente e seus Comandados, no entanto, sabem separar – com lógica e razão – isso da prática/ensinamentos/atitudes do EXÉRCITO BRASILEIRO.

Desde sempre, o EB pratica ACISO (Ação Cívico Social) com absoluto êxito e aplauso das comunidades atendidas e assistidas; o que lamentam é o tempo escasso e os recursos para ser feito tudo o que é necessário.

Há que ser bem observado que SEMPRE tudo era feito sem a presença dos politiqueiros.
Agora, lá no Morro da Providência, foi a Campanha eleitoreira de um apaniguado do Sr LULA que levou o EB à prática de uma Segurança Ilegal.

Claro que um erro não justifica outro, entretanto, não atirem pedras no Tenente e seus Comandados sem antes atirar nas Altas (sic) Autoridades que decidiram e ordenaram a tal Segurança.

Pobre País.


Cordialmente RUI GARAVELO MACHADOAmigos para sempre e um pouco mais

VERBAS PARA AS ONGS

Líderes indígenas da região da reserva Raposa/Serra do Sol, em Roraima, iniciaram nesta quarta-feira 18-06-08 uma viagem à europa para reivindicarem apoio internacional com relação a demarcação da reserva raposa do sol, começando por Madrid. Esses índios estão viajando financiados com recursos públicos recebidos através de ONGs sem controle externo e orientados por agentes estrangeiros atuando em território brasileiro. Eis a relação da liberação de verbas para ONGs ligadas ao setor indígena (2007/2008), em Reais:

Cáritas Brasileiras........................ 7.078.125,00

Conselho Indígena de Roraima-CIR...61.601.837,24

Fed. das Org.Índígenas do R. Negro...39.970.016,45

URIHI-Saúde Yanomani....................33.792.567,11

Assoc.IPRENRE de Def. Povo Meben....24.676.036,00

Coord.das Org.Indíg.Amaz.Bras..........26.007.493,67

Conselho geral da Tribo Tikuna..........22.640.624,50

União das nações indúigenas do Tefé 19.318.543,63

Cons. das Aldeias Waiapi.................. 11.691.559,01

União das Nações Ind. do Acre e S AM 10.868.474,19

CURPIR-Coordenação da União das Nações e Povos Indígenas de Rondônia, Mato grosso e sul do Amazonas.................... 8.485.248,45

Assoc. dos Povos Indígenas Oiapoque 8.018.515,05

Cons. Indigenista do Vale do Javari....7.585.500,95

Assoc. dos Povos Indígenas Tocantins 4.528.829,41

Associação Metinja Kayapó................ 2.059.315,32

Assoc. Indígena Kanhru.................... 1.640.346,44 1

opinião Centro de Trabalho Indígena..1.298.408,66

Assc. Indig. Akuwe......................... 1.042.638,56

Vídeos nas Aldeias......................... 591.100,93

Assoc. Indígena Krenak.................. 264.130,00

Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de B do Ribeiro..................................... 700,00

Entidade Negra Bastiana................. 400,00

São dados que estão abertos ao público. Basta colocar no Google: Um Fabuloso Mundo para a CPI das ONGs - Congresso Em Foco. Há um link que remete por ordem de valor ou ordem alfabética

AS FORÇAS ARMADAS E A SEGURANÇA PÚBLICA

AS FORÇAS ARMADAS E A SEGURANÇA PÚBLICA





Quem conhece a história do nosso País sabe, que desde a chegada do governo português ao Brasil, até o governo SARNEY, as Forças Armadas faziam parte do ESTADO BRASILEIRO e participavam da Segurança Nacional e, consequentemente, da Segurança Pública, inclusive chegando a ter, na sua organização, uma Inspetoria Geral das Polícias Militares.

Consta que o então Ministro do Exército, General de Exército Leônidas Pires Gonçalves, preocupado com a desenvoltura da esquerda radical, que queria modificar a Constituição Federal, retirando a expressão: “destinam-se ... à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa destes, da lei e da ordem”, procurou o Presidente da Constituinte – ULISSES GUIMARÃES – para lhe fazer ver o perigo que se estava correndo, para o futuro. Ulisses lhe teria respondido: “deixe ela (esquerda) gritar, pois vai constar o que queremos”. E assim foi feito.

O futuro chegou. Veio o governo de FHC, com ódio recôndito às FFAA. Criou-se o Ministério da Defesa, retirando as FFAA da mesa de decisões do Poder. Veio o governo LULA. Os Ministros da Justiça passaram a ser os donos da verdade. Criou-se uma Força de Segurança, sem base na Constituição, não para melhorar a Segurança Pública e, sim, para se tentar criar uma Guarda Nacional e substituir o Exército.

A Marinha acaba-se em 2025 ou, antes. A FAB já quase não voa. O Exército sem meios e sem recursos para sair da obsolescência. Destruiu-se a Infraero, criou-se a ANAC (uma anarquia). O projeto CALHA NORTE foi para o espaço. A Amazônia, sempre, viveu com Segurança dada pelas FFAA e agora, sem SEGURANÇA e os ministros da Justiça uns macacos em casa de louça.

O Brasil emborcou. Ladrões por toda parte e os Ministros da Justiça querendo salvá-los e mais ladrões surgindo, sob a proteção governamental. Assalto na rua, no BB, BNDES, na CEF, no Senado, nos Órgãos Públicos, mas as Forças Armadas merecendo 79% de confiança do povo Brasileiro. É preciso destruí-las; pois que elas são obstáculos às safadezas.

Morro da Providência. Sargentos gays. Morte de um cadete. Pratos de que “eles” precisavam. O Exército é incapaz, diz o Ministro da Justiça.
O tenente errou. Os bandidos que mataram os jovens? Nada? No HAITÍ somos exemplos para o mundo.
Silêncio. Damos aulas de seriedade e exação. O Gen. Cmt Militar do SUDESTE ponderou que não seria possível cumprir, bem, a missão no MORRO.
Era necessário apoiar o senador Crivella, da base aliada. Questão de politicagem. O Presidente deu Ordem.
Se não cumprida, seria insubordinação. Cumpriu-se a ordem irresponsável. O caos estabelecido.
O responsável é o Exército ou o PRESIDENTE? Não existe autoridade. Os ladrões públicos soltos e o povo sofrendo. Lamentavelmente não está em jogo a Segurança Publica e, sim, a destruição das FA. Esta é a grande VERDADE.

General Torres de Melo

domingo, 22 de junho de 2008

A CRISE MORAL E OS VALORES MILITAARES

A CRISE MORAL E OS VALORES MILITARES A quem interessar possa. Em recente crônica de 18/06/2008, acerca dos malfadados acontecimentos protagonizados por militares do Exército nos morros da “Providência” e da “Mineira”, o renomado Professor Oliveiros S. Ferreira elaborou o intrigante texto “Questão de Método” (Pensar e Repensar), do qual selecionamos as passagens abaixo, que sintetizam uma verdade inquestionável, a qual, mesmo os chefes militares que deveriam ser os mais atentos a respeito do tema, insistem em desconhecer ou reconhecer como reais. ...“Encastelados e, até certo ponto, deixando que sua reação seja orientada exclusivamente pela necessidade de defender o nome da instituição, os Comandos não se apercebem de que o que ocorreu só pôde ter ocorrido porque ela, instituição, está em crise - crise que alguns pensadores do começo do século XX diriam ser crise moral, na medida em que os valores que a aglutinam já não têm o mesmo peso para todos os que a integram. Quando um Oficial considera que o cumprimento de uma determinação (ordem ou que coisa tenha sido) de seu superior poderá fazer que seus subordinados passem a vê-lo como frouxo, a idéia mesma de disciplina e de hierarquia — e, junto com ela, o ideal da corporação — desapareceu. O importante é ver o ocorrido como indício seguro do único fato com que os Comandos deveriam preocupar-se: o caminho para a anomia está aberto”. ... “A crise é moral, uma crise de valores. Assim é, porque os valores que aglutinam a Força Armada já não têm, para o conjunto de seus integrantes, a capacidade de soldar todas as almas na disposição de enfrentar os sacrifícios exigidos para que se mantenha viva a chama do ideal. Da honra!” O tema toca-nos de modo especial, pois debruçados sobre sua problemática, durante quase três anos de minuciosas pesquisas e dedicados estudos, elaboramos um trabalho inédito, que repousa nas gavetas do DEP, intitulado “Valores Militares”, que entendemos, poderia ser publicado para difusão. Durante o trabalho, realizamos mais de cem entrevistas (com treze perguntas) por escrito, com a colaboração de militares da reserva (na sua maioria), e mesmo da ativa, de todas as patentes e graduações. Seria deveras interessante que os encarregados das áreas responsáveis pelo aspecto moral da Força e isto inclui os Valores, as Virtudes, os Atributos e as Qualificações e, portanto, estão, intimamente, ligados aos Princípios da Chefia e da Liderança, tomassem conhecimento e as devidas providências. Respaldam aquela apreciação, além dos estudos levados a termo pelo autor, suas preocupadas considerações e alertas, e uma Pesquisa, contendo 30 perguntas de múltipla escolha, na qual entrevistamos mais de 900 (cem de cada Escola/Quartel) militares do universo que chamamos “os novos contingentes”, ou seja, àqueles que cumpriam seu 1º ano na caserna. Por isso, dirigimos nossa Pesquisa para a Escola Preparatória, para o 1º Ano da AMAN, para a ESA, para o NPOR do Rio de Janeiro, para a Escola de Administração e para a Escola de Saúde, nesta, tanto para os Oficiais como para os Sargentos e, também, para três Quartéis do Distrito Federal. Nas Escolas de Administração e Saúde, inclusive para o segmento feminino. Para validação dos objetivos pretendidos, a Pesquisa foi realizada ao final do ano, ou seja, após o universo considerado ter vivenciado um bom período na caserna. Tivemos, embora parcial, uma lúcida percepção do que estava ocorrendo, pois tínhamos a opinião e o pensamento de profissionais de vasta experiência, e o sentimento dos novos militares, acerca de sua curta vivência na caserna. É inegável, que semelhante estudo deveria ser de valia para o entendimento efetivo do que ocorre na atualidade no seio militar, em termos de Valores, corroborando a real dimensão da situação, como bem retratou o Professor Oliveiros. À guisa de informação, destacamos que o trabalho é muito mais amplo do que o referido nas duas pesquisas. Estas, apenas uma parte de um estudo, que entre outras abordagens, debruçou-se, inclusive, na análise dos Programas de Ensino daquelas escolas (no caso dos soldados, foram estudados os Programas de Instrução a cargo do COTER), nos aspectos “Atributos” (Virtudes...), e no tema “Chefia e Liderança”, verificando-se em cada um, os assuntos abordados, a dosagem, a carga curricular, etc. Finalmente, alertando aos desavisados ou preconceituosos, o trabalho longe de pretender tornar públicas eventuais idiossincrasias da Força, visava, como visa, prestar uma graciosa colaboração, e mesmo homenagem à Instituição, que tanto respeitamos e admiramos. Por isso, antes de uma crítica, a quem quer que seja, entendemos que o nosso esforço, prioritária e objetivamente, ao abordar um tema onde poucos mourejaram, tanto que não existe nenhuma obra deste quilate na Historiografia Militar Brasileira, foi escrever um preito, uma louvação, uma emulação ao Exército Brasileiro e aos militares em geral, independentemente de seu posto ou graduação. Infelizmente, por fatores alheios a nossa vontade, não atingimos o nosso intento. É lamentável. Brasília, DF, 20 de junho de 2008 Gen. Bda R1 Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira

sábado, 21 de junho de 2008

REFLEXÕES ( 4 / 4 )


REFLEXÕES (4/4)

*...falta de tempo e de talento para analisar e escrever sobre...


Estava pensando em escrever –para encerrar as Reflexões- sobre os “ex-coisas ruins” que se apossaram do Poder após a eleição (e reeleição do Sr LULA).
Pensei no Sr JOSÉ DIRCEU, na Sra DILMA, no Sr JOSÉ GENOINO, no Sr JOÃO PAULO, no Sr PROFESSOR LUIZINHO e em tantos outros que se destacam entre a escória/escumalha/corja que lá está, no Poder.

Claro que não esqueceria de outros, tais como a Sra BENEDITA, o Sr PALOCCI e tantos e tantos que já foram alijados por ilegalidades ou, ainda, estão a aproveitar as benesses dos mais altos Escalões do Executivo ou do Legislativo.

Ocorre, no entanto, que o lamentável ocorrido no Morro da Providência – a morte de jovens delinqüentes/fichados e de um isento de Ficha Policial – trouxe à baila um assunto recorrente.

Refiro-me à freqüente má vontade com os Militares em geral e, com o EB, em especial, por parte de uma conhecida turma de revanchistas.

Claro que à frente do grupo estão o Sr TARSO GENRO , o Sr PAULO VANUCCHI, a OAB e, por óbvio, a CNBB.

Os dois primeiros são useiros e vezeiros na concessão de fortunas a título de Indenização ou de Pensão Especial para conhecidos investidores que, agora, querem se apresentar de heróis. De maneira geral, foram meros aproveitadores: uns assaltando bancos, seqüestrando, matando e cometendo toda a sorte de sortilégios; outros, nem isso.

Os críticos da ação (errada/ilegal) de um Tenente e de alguns Graduados e Soldados (ainda não estão devidamente nomeados/apontados) nunca se referiram aos criminosos que torturaram/mataram/mutilaram os jovens.

Os criminosos – com requinte de crueldade (fala-se em 20, 30,40 tiros; mãos decepadas e outras crueldades) –nem são mencionados; afinal, lá no RIO, em especial e em todo o Território Nacional crimes semelhantes são cometidos e “tolerados” por essas Autoridades.

A canalhice/a doentia preocupação em macular a imagem do EB, o revanchismo dos terroristas/guerrilheiros/assaltantes de bancos e toda a turma derrotada em seu intento de impor a ideologia e o governo comunistas, aliados aos eternos aproveitadores dos 15 minutos de fama, os levou ao “esquecimento dos assassinos e à incriminação dos Militares”.

É óbvio que os Militares (o Tenente e seus Comandados) cometeram uma ilegalidade, no entanto, não torturaram, não mutilaram e não mataram.
Dizer que sabiam que isso (assassinato) iria acontecer é meia verdade; afinal, qualquer um que se arrisque a andar no RIO e, em especial nas Favelas de lá, sabem que corre perigo de vida.

Outro lamentável fato a comentar é o pedido de perdão por parte do Sr NELSON JOBIM, em nome do Governo; o correto seria pedir perdão por TUDO O QUE O GOVERNO DEIXA DE FAZER DE BEM E TUDO O QUE O GOVERNO FAZ DE MAL/ERRADO.
Isso – o pedido de perdão devido mesmo – seria PELO GOVERNO EM SI e suas ações e omissões.

Se não fosse só um arremedo de Governo, se não fosse só de falcatruas, demagogias baratas (nem tão baratas), a busca contínua pelas luzes de câmaras e de microfones, a situação do Segurança Pública não seria o que é.
Não há mais um Local onde a população possa andar com tranqüilidade; em todos os quadrantes do Pais , a insegurança é (quase) total.

E, agora, estão os eternos críticos/revanchistas/inimigos das FORÇAS ARMADAS gritando como se fossem (os assassinatos nas favelas/morros) coisas raras.

Como são hipócritas, esses homens/mulheres do Governo e seus associados/cooptados; fingem que se interessam pelos “jovens favelados, inocentes moços que foram levados à morte pelos Militares”; canalhas que são, esses críticos.
Gente asquerosa; nauseabundos homens/mulheres.
O pior é a (quase) concordância por parte de Autoridades Militares.

É importante salientar que, tão pronto o caso foi de conhecimento das Autoridades (Militares, por óbvio) as medidas regulamentares/legais foram tomadas.
Foi instaurado o competente IPM, as Autoridades Civis – de todos os níveis – foram contatadas e atendidas em seus reclames/solicitações.

Nada mais a fazer: o caso foi lamentável/ilegal/contrário a tudo o que é ensinado/pregado/seguido pelos Militares.
Resta, agora, aguardar os resultados das diversas e diferentes investigações (IPM, Polícia Civil, Ministério Público, etc).
Nunca os das investigações de grupos de revanchistas, tais como, os dos tais Direitos Humanos – pois são, na esmagadora maioria dos casos – homens/mulheres só preocupados/interessados com os direitos dos bandidos/criminosos.

Pobre País.


Cordialmente RUI GARAVELO MACHADOAmigos para sempre e um pouco mais

ESCLARECIMENTO -TEMAS RECENTES




MINISTÉRIO DA DEFESAEXÉRCITO BRASILEIRO GABINETE DO COMANDANTECENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO
ESCLARECIMENTO AO PÚBLICO INTERNO NR 003 - 20 DE JUNHO DE 2008



DISTRIBUIÇÃO:
COMANDANTES, CHEFES E DIRETORES DE ORGANIZAÇÕES MILITARES
DIFUSÃO:
TODOS OS MILITARES
ASSUNTO:
TEMAS RECENTES ENVOLVENDO O EB
Com relação aos lamentáveis acontecimentos ocorridos no Morro da Providência, no Rio de Janeiro (RJ), a presença militar atende a ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA firmado entre o Ministério da Defesa - Comando do Exército e o Ministério das Cidades, no sentido de melhorar as condições de habitação de população carente e atingida por elevados índices de criminalidade, conforme outros apoios ou ações sociais. Cabe destacar que aquela região possui dominância e visada direta sobre as instalações do Quartel-General do Comando Militar do Leste (CML), caracterizando uma área de interesse e influência para o Exército. Portanto, esta consideração foi preponderante para a decisão de apoiar aquela iniciativa. A missão do Exército é a de realizar a gestão técnica das obras de recuperação de casas populares. A necessária segurança do canteiro de obras não caracteriza, assim, Operação de Garantia da Lei e da Ordem ou qualquer ação de segurança pública.
Logo que o CML foi informado dos acontecimentos em questão, prontamente tomou as medidas necessárias para a apuração dos fatos, instaurando Inquérito Policial Militar, que é o instrumento jurídico pertinente. O Exército repudia, veementemente, a ação fora da legalidade praticada por seus integrantes. A presença na área perdurará até decisão em contrário.A propósito dos eventos que envolveram o Sargento Laci Marinho de Araújo, a ação do Exército visou o cumprimento de mandato judicial expedido pelo Ministério Público Militar, em virtude da prática de crime de deserção. Quanto ao Sargento Fernando Alcântara de Figueiredo, foram tomadas as medidas disciplinares previstas no Regulamento Disciplinar do Exército. Os fatos vêm sendo tratados nas esferas adequadas, com serenidade e respeito, evitando-se indesejável sensacionalismo e sempre procurando preservar a legalidade e a impessoalidade.
Sobre o falecimento do Cadete Maurício Silva Dias, da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), foi aberto Inquérito Policial Militar para a apuração de suas causas e circunstâncias. Quanto ao exercício, foram tomadas as medidas de segurança previstas e o Comandante da AMAN aprovou o seu planejamento, estando presente em todas as oficinas e observando a conduta de instrutores e executantes.
Em todos os casos citados, observou-se a pronta adoção das providências cabíveis, com a apuração rigorosa dos fatos e, nos casos indicados, com a adoção de sanções disciplinares a militares que tenham transgredido com as normas e regulamentos em vigor.
Alguma limitação da difusão de informações e detalhes sobre os fatos citados ao público interno ocorre em virtude de as investigações, na maioria dos casos, serem objeto da Justiça, o que torna irresponsável qualquer divulgação prematura de conclusões.
O Comandante do Exército manifesta sua confiança no Soldado Brasileiro, que se prepara intensamente para o cumprimento de suas missões e demonstra grande competência nas suas ações. A atuação na pacificação do Haiti, reconhecida internacionalmente como uma operação de grande sucesso; a constante presença na Amazônia, garantindo a inviolabilidade de nossas fronteiras, sendo a principal presença do Estado Brasileiro em regiões isoladas; as obras da Engenharia Militar, vetor importantíssimo de ampliação e melhoria da infra-estrutura nacional; o projeto Soldado-Cidadão, de profundo impacto social; e a Operação Pipa, capaz de amenizar as dificuldades do povo do Sertão Nordestino, pela eficaz distribuição de água em municípios atingidos pela seca, são exemplos claros da nossa capacidade de ação, fruto do profissionalismo de nossos integrantes e da tradição recebida daqueles que nos antecederam.
O povo brasileiro nitidamente soube dissociar desvios comportamentais, episódicos e pontuais, da correção de princípios e valores que norteiam o comportamento da nossa Força, como pode ser depreendido das recentes pesquisas de opinião conduzidas por órgãos da mídia.
O Exército reitera seu compromisso com os interesses e aspirações da Sociedade Brasileira e com ela se identifica totalmente.

Gen Div ADHEMAR DA COSTA MACHADO FILHO
Chefe do CCOMSEX

OSORIO 200 ANOS “É fácil a missão de comandar homens livres: basta mostrar-lhes o caminho do dever”

INFORMAR E ESCLARECER É DEVER DO COMANDO

quinta-feira, 19 de junho de 2008

DESCULPAS HIPÓCRITAS



DESCULPAS HIPÓCRITAS


Por Rebecca Santoro
19 de junho de 2008

Que palhaçada é essa de todo mundo sair pedindo desculpas aos moradores do Morro da Providência no Rio de Janeiro, por causa de um assassinato cometido por traficantes rivais no Morro da Mineira, contra três jovens daquela comunidade, que provavelmente também tinham ligações com traficantes, depois de terem sido entregues a seus algozes por meia dúzia de garotos fardados, não sem justificativa, revoltados com o desrespeito atrevido e impune de criminosos a uma instituição como o Exército Brasileiro?

O comandante do Exército? O chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste? O Congresso Nacional? Todo mundo pedindo desculpas? Por quê?

Se alguém tem que se desculpar, não só com aquela gente, embora também com ela, é o excelentíssimo senhor presidente da república, Lula da Silva, que, por acaso, só abriu a boca para classificar o episódio como "abominável" e para determinar que uma comissão da Secretaria Especial de Direitos Humanos investigasse o caso.

Abominável, senhor presidente? Abominável foi o senhor ter dado a ordem para que o Exército entrasse no morro da Providência para dar guarida a um projeto eleitoreiro de seu companheiro de ideais, o senador Marcelo Crivela, ignorando solenemente todas as recomendações em contrário, documentadas e devidamente assinadas, encaminhadas ao senhor, pelo seu Comandante do Exército, que o senhor deve achar que também chegou ao 'poder' sem muito ter trabalhado e estudado para isso - portanto, um bobalhão a quem não se precisa dar ouvidos. Ao agir assim, com plena consciência dos riscos que a operação representava, o senhor presidente atraiu todas as responsabilidades sobre estes riscos para si.

O Delegado do Rio pede prisão preventiva...

Delegado do Rio pede prisão preventiva dos 11 militares

Por Reinaldo Azevedo

Por Clarissa Thomé, no Estadão On Line. Comento a seguir:O delegado-titular da 4ª Delegacia de Polícia (Central do Brasil), Ricardo Dominguez, pediu a prisão preventiva dos 11 militares presos pela morte de três moradores do Morro da Providência entregues a traficantes de uma quadrilha rival. Eles foram indiciados por triplo homicídio, triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e por ter dificultado a defesa das vítimas). "Todos tinham conhecimento do resultado que aconteceria com a entrega dos jovens aos traficantes. Houve tempo para que tomassem uma atitude, nem que fosse avisar o comando superior", afirmou.De acordo com o delegado, não houve confirmação sobre como aconteceu o contato prévio com o traficante do Morro da Mineira, na zona norte da capital fluminense, mas ele está certo de que houve uma comunicação entre os criminosos e os militares. Ele afirmou que não pediu a quebra do sigilo telefônico dos envolvidos, mas lembrou que isso pode acontecer durante o processo judicial. "É importante, mas não fundamental."Dominguez disse ainda que "está evidente a ligação deles com o tráfico". Ele acredita que o elo seria o soldado José Ricardo Rodrigues, cuja família mora em uma favela do Complexo de São Carlos. Rodrigues, que é de outra companhia, foi chamado pelo tenente Vinícius Ghidetti para servir de guia até o Morro da Mineira.Comento

É chato ter de lembrar certas coisas, mas lá vai.


Uma boa maneira de assegurar a impunidade ou contribuir com ela é tentar exagerar na acusação, atendendo ao clamor público, e depois não ter como sustentá-la em tribunal.Triplo homicídio triplamente qualificado? É mesmo, é? Seria demais lembrar que toda a investigação deixa claro que não foram os soldados que mataram os três rapazes, mas os traficantes do Morro da Mineira — que, suponho, a esta altura, desfilam lépidos e fagueiros pelas vielas, com o AR-15 na mão?

Os soldados cometeram crime? Cometeram, sim. Mas, em tribunal, não existe a história do "não matou, mas é como se tivesse matado". Isso vale para juízos puramente morais.


O que os soldados fizeram já é feio o bastante. Nem precisa ser piorado.E, se perguntar não ofende, suponho que os soldados já tenham dito a quem entregaram as três vítimas: ninguém vai buscá-los? Depois de todo escarcéu, se seu fosse um dos assassinos, já teria dado no pé.

Onde o PT envolveu o Exército


1. Independente de estar servindo a um projeto eleitoral (e para isto basta entrar no youtube e ver o Cimento Social) e mesmo tendo sido o responsável do exército pelo programa informado diretamente pelo prefeito do Rio que afirmou que como o exército não era ingênuo ele entendia isso como determinação superior... a razão de fundo para a não permanência do exército não tem a ver com este programa


.2. A presença do exército é percebida (percebida, sublinhe-se) pela população como garantidora da lei e da ordem. A autoridade maior do país nesse sentido. Assim, a população vê e admira o exército brasileiro.


Quando da busca de armas roubadas do exército, os traficantes de cima do Morro da Providência zombaram da patrulha do exército embaixo. As TVs mostraram. Foi dito que eles não estavam ali para fazer repressão aos traficantes mas para recuperar as armas, coisa que conseguiram depois, em outro local.


3. Com a entrada do exército dando apoio ao programa cimento social do Bispo-Senador, no início os soldados foram usados para as pequenas obras de pintura, dentro de um programa tradicional do exército, o Aciso -ação cívico-social- que já fizeram em várias comunidades do Rio, em geral em programas de saúde.


4. Progressivamente, trabalhadores foram assumindo as funções e o exército ficou dando cobertura. Neste momento estavam -na percepção dos moradores- cumprindo uma função policial. Assim eram percebidos. Dizia-se que as imagens feitas pela equipe do Senador-Bispo e que seriam divulgadas em campanha eleitoral, mostravam isso. E no script desenhado, dizem que ele viria afirmando: - Vou levar este programa a toda a cidade. E então a câmera abriria e apareceriam soldados do exército. E o Bispo-Senador, arremataria: - E você sabe por quê!


5. No entanto, durante toda a permanência do exército no Morro da Providência, o tráfico de drogas não parou. O Comando Vermelho continuou atuando no morro, guardando apenas a ostensividade quando perto de soldados. Na parte de baixo do morro o tráfico de drogas continuava a correr solto.


6. A saída do exército de lá não significa perda de autoridade. A permanência dele sim, significa perda de autoridade. Ou assume uma função policial e varre dali o tráfico de drogas, ou para de fazer coreografia confundindo os moradores sobre as razões de estar lá com o Comando Vermelho pintando e bordando e mantendo as aparências -em casos de proximidade- quanto a ostensividade.


7. Só podia dar no que deu ! É tempo de reconhecer o erro e sair ! Enquanto é tempo !


Postado por Polibio Braga às 17:28
http://www.polibiobraga.com.br/

A GUERRA DE QUARTA GERAÇÃO





SENHORES !

Na guerra assimétrica como a que estamos vivendo na América Latina (prenúncio por sua vez de um tipo de guerra conhecido como de 'Quarta Geração) o Exército Brasileiro que ensina muito Carl Von Clausewitz aos cadetes mas não lhes dá um unico 'Olavo de Carvalho' para ler, caiu feito um grupo escoteiro em uma armadilha mídiatica preparada de antemão quando da ocupação lá do tal morro no Rio de Janeiro e que teve sua ante-sala quando o exercito foi resgatar os fuzis que lhe haviam sido roubados de um arsenal anos atrás !

Na guerra clássica só ha tres coisas a se fazer na busca da vitoria e disto os senhores bem o sabem;lutar, fugir ou se esconder.

Já na guerra assimétrica travada em um front interno como a dos dias de hoje, o tipo de fato e ação em que o exercito deixou-se meter feito cordeiro a mando do governo Lula no morro da Providência encurralou-o direitinho em uma situação onde apenas tres coisas poderiam acontecer :ser execrado porque agiu de algum modo e aí então viriam as críticas por 'abuso de poder ' ou "emprego de violencia excessiva" contra a 'população',ou criticado porque nada fêz e sendo assim lhe chamariam de omisso e inútil diante do crime não contido,e por ultimo, por conta da proximidade com o mercado milhonario do crime organizado, ser por este de algum modo 'contaminado' e foi exatamente o que houve neste episódio onde hoje o exercito brasileiro amarga um pedido de desculpas publicamente !

Pobre Exercito Brasileiro;sabe combater guerras e guerrilhas e até mesmo vence-las, mas na moderna guerra assimétrica, travada no front interno, perde e perde feio !!

Porque não reagem ?

O quanto já passou da hora senhores de um 'BASTA' ?

grato.

Paulo Boccato
São Carlos/SP
pofboccato@yahoo.com.br

O PODER DA MÍDIA CHAPA BRANCA

O PODER DA MÍDIA CHAPA BRANCA

Euro Brasílico Vieira Magalhães - 18Jun2008

Porque tão rapidamente se massacra o Exército brasileiro na mídia???
Principalmente na rede Globo????

Porque a mídia brasileira, tão investigativa quando os atingidos são repórteres,
não investigou absolutamente nada sobre quem realmente matou os 3 criminosos da favela
(e não cidadãos de bem), como eles fazem questão de divulgar ?

Porque a Polícia civil também fez questão, rapidamente, de envolver alguns militares
(que não mataram os 3 bandidos) que estavam em serviço na favela,
ao invés de investigarem e prenderem os traficante realmente culpados
pelos hediondos assassinatos????

Será que não dá para o povo perceber
que tudo isso não passa de passa de mais um crime maquiavélico bem armado,
a mando do crime organizado, que, em diversas ocasiões nos últimos anos,
já foi demonstrado fazer alianças com grande número de políticos brasileiros,
a instituição do país com menor índice de aprovação pública???

Porque se condenou pública e imediatamente um grupo de militares,
sem que qualquer inquérito policial fosse terminado, e muito antes do caso ser julgado,
e ainda sem a prisão dos verdadeiros criminosos????

Mas a pergunta que mais me intriga:

Porque o Exército Brasileiro se presta a tais serviços politiqueiros,
e como cai inocentemente em uma armadilha dessas???

ENGULA MAIS ESSA



O Claudio Humberto de hoje publicou ...
19/06/2008 00:00
Engula (mais) essa

Lula advoga que o Estado indenize as famílias dos três jovens mortos por militares no morro da Providência, no Rio. Nada mais justo. Mas quem mandou os militares foi ele. E a conta é nossa, como sempre.

GUERRA PSICOLÓGCA contra as FFAA


Por Jorge Serrão ( in Alerta total )


O mesmo órgão do desgoverno petista que se notabiliza por fustigar os militares, alimentando o espírito revanchista pós-64, acirra a guerra psicológica contra as Forças Armadas.


Ontem, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República anunciou a criação de uma comissão para investigar o grave incidente do Rio de Janeiro (em que 11 militares entregaram três jovens do morro da Providência para os traficantes rivais do morro da Mineira).


Sempre na linha de ataque às Forças Armadas, o ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou que as Forças Armadas não são aptas a atuar na segurança pública. Tasso fez questão de frisar que esta visão é a do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e é também a visão majoritária na sociedade.


O ministro da Defesa, genérico de quatro estrelas Nelson Jobim, visitou ontem o Morro da Providência. Tomou cafezinho com a tia de uma das vítimas e prometeu que a morte dos três jovens da comunidade não ficará impune.


O tenente R-2 do EB Tarso Genro garante que as Forças Armadas vão tomar duras providências para punir os responsáveis pelo crime.


Farão parte da comissão especial o presidente do Conselho Federal da OAB, Cézar Britto, a subprocuradora geral da República e procuradora Federal dos Direitos do Cidadão, Gilda Pereira de Carvalho, e a professora de Direito Constitucional, Flávia Piovesan.Os três prometem “de investigar no próprio local o que realmente ocorreu, acompanhar os inquéritos em andamento e empenhar-se para que os procedimentos judiciais resultem em punição exemplar e ágil".


Segundo a Secretaria Especial dos Direitos Humanos, a comissão permanecerá no Rio pelo tempo que for necessário para acompanhar a apuração e prestar apoio e proteção aos familiares das vítimas.Heroes


Dos três “HERÓIS” presos pelos soldados do Exército e depois torturados e mortos pelos traficantes do morro da Mineira, dois tinham passagem pela polícia.Um por associação para o tráfico e o outro por porte de arma e corrupção de menores.A informação oficial é da Polícia Civil do Rio de Janeiro.


Perguntinhas idiotasSerá que os doutos representantes dos direitos humanos fariam a mesma coisa, se as vítimas dos bandidos fossem os militares?Por que a mesma comissão não foi criada para apurar, com todo rigor, a tortura sofrida por jornalistas de O Dia, por grupos pára-militares de milícias, na favela do Batan, em Realengo?


Será que essa “mineirada” (assassinato) da pobre margiranhada da Providência não foi providencialmente “armada” para servir como mais um elemento para justificar a tese de que o Exército não serve para o combate ao “quarto elemento” operacional do Governo Ideológico do Crime Organizado, que patrocina a guerrilha urbana?