Notícias Militares

quarta-feira, 11 de março de 2009

DEPOIMENTO DO CEL SEIXAS MARQUES


Prezados leitores de Usina de Letras,O texto abaixo é um depoimento histórico importante, escrito pelo coronel (reformado) do Exército, Seixas Marques, que foi ajudante-de-ordens de generais e segurança do ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves.Aos poucos, os militares - cada vez mais indignados - escrevem suas memórias desmistificando os terroristas de ontem que hoje se apresentam como cândidos anjinhos que queriam defender a democracia - vale dizer a 'democracia' cubana. Na verdade, esses facínoras que defendem a Peste Vermelha não passam de autênticas vestais grávidas.Atenciosamente,Félix Maier.
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Estamos retransmitindo, pra seu conhecimento, a verdade sobre o que os terroristas fizeram no passado e que hoje se vangloriam de terem sido perseguidos pela Revolução, recebendo populdas indenizações do Estado, que quem paga é você.Analise e veja a diferença entre o que aconteceu e o que eles contam.
(Depoimento de quem viveu aqueles dias)
'... Retornando da Amazônia, pretendia iniciar a minha preparação pra realizar o concurso pra ECEME. Tinha que estudar e a minha nomeação pra instrutor da EsAO era um ótimo negócio. Quando fui surpreendido com a retificação da minha nomeação, à revelia, agora pra ser ajudante-de-ordem, e responsável pela segurança do General Humberto de Souza Mello, novo Comandante do II Exército - SP - na fase em que a guerrilha estava no auge. Foi um tempo difícil. A guerrilha urbana organizada pelo baiano Carlos Marighella, mesmo depois da sua morte, executou 65 missões naquele período em que estive como responsável pela segurança do Comandante do II Exército. Caímos em duas emboscadas e eu pude presenciar o que ocorria em SP.Era uma guerrilha bem organizada, que contava com pessoal preparado e farto material.Marighella editou o manual mais completo de guerrilha urbana que o mundo conhece, o Mini-manual do Guerrilheiro Urbano. Quando fui pra Escola das Américas - onde funcionava e ainda funcionam todos os cursos que um Exército precisa desde a formação de comandante, de liderança, de administração até o curso de formação de sargentos, comandos, guerra na selva, etc... - em um dado momento, ao entrar na biblioteca pra fazer pesquisas pras minhas aulas e encontro, como best-seller, o livro de guerrilha do Marighella. Não existe, até hoje, um manual melhor de guerrilha urbana. Outra ação violenta da guerrilha em SP foi o assassinato do industrial dinamarquês naturalizado brasileiro, Henning Albert Boilesen, que era o presidente do Grupo Ultra, morto pelos terroristas no dia 15 Abr 71. Considerado pelos extremistas da esquerda, como colaborador do Governo.Acontecia que, nesta mesma ocasião, elementos que tinham ido pra Europa, alguns exilados, outros exilados voluntários, organizaram um grupo em Paris, com a missão de denegrir a imagem brasileira. Não era só criticar o governo revolucionário. Era desacreditar a imagem brasileira. O chefe desse grupo era Dom Helder Câmara, que se transferiu pra Paris e chegou a se lançar candidato ao Prêmio Nobel da Paz por indicação de três governos do norte da Europa.Diante desse fato o presidente Médici ligou-se com o Comandante do II Exército e deu a seguinte ordem: fale com o Boilesen, chame-o ao seu quartel-general e dê a missão de levar aos governos nórdicos, inclusive o dinamarquês, onde ele tinha as suas origens, o 'dossiê' do Dom Helder Câmara. Mostre quem é esse padre, o que ele está fazendo, o que já fez - ex-integralista, comunista - essa 'figura impoluta' da Igreja. Quem chamou o Boilesen fui eu. Levei-o pra reunião. Ajudei-o a preparar o 'dossiê' que era trabalho de ajudante-de- ordem.Ele foi pra Europa, apresentou o documento pros três presidentes e os três países retiraram a proposta de Helder Câmara pro prêmio Nobel da paz.De imediato, fomos informados no Brasil da ordem dada pelo grupo de Paris: 'Matar o Boilesen'. Eles deram a ordem se não me engano pro Lamarca. Recebi a missão de chamar o Boilessen, de novo. Nós o ensinamos a atirar, pra sua defesa pessoal. Foi escalado um elemento da Polícia Civil pra ser o seu segurança - motorista dele.Ele treinava no estande de tiro da 2a Divisão de Exército, no quartel do Ibirapuera. Foi-lhe recomendado cuidado. Sabia-se que eles, os guerrilheiros, tinham ordem pra matá-lo. Um dia, esse Homem vai à casa da filha, entra numa rua que era mão única, um quarteirão que, naquele dia, havia uma feira, só dava uma passagem e a emboscada - se não me engano foi à quinta tentativa dos guerrilheiros - foi semelhante àquelas que fizeram pro Comandante do II Exército, nas quais caímos por duas vezes, mas conseguimos sair.O itinerário do Comandante do II Exército só era conhecido pelo motorista e na hora. Eram sete, oito itinerários diferentes quando ele fazia o seu deslocamento da casa pro quartel e vice-versa. O Boilesen, naquele dia, entra na rua da feira - só tinha uma passagem.Dispensou o motorista e ninguém entendeu o porquê. O motorista pediu uma dispensa e, também, não sabemos por que foi dispensado. Ele foi dirigindo. Entra na residência da filha, tira o paletó e deixa a arma em cima da mesa, fala com a filha veste o paletó e sai sem a arma. Foi emboscado na esquina com a Alameda Casa Branca. Levou dezenove tiros, quinze na cabeça. Duas senhoras que estavam na feira também foram atingidas. Assim, era SP. A guerrilha urbana ali era perversa.Este fato repercutiu muito e, por isso, nós nos envolvemos bastante nessas operações.Os assaltos a bancos se multiplicavam, o dinheiro roubado - desapropriado, como eles diziam - era depositado até em contasparticulares como a que o Marighella mantinha no exterior. Jovens sonhadores e ávidos por aventuras eram recrutados pra ações noturnas de propaganda, pichando paredes. Escalados pra dirigir os carros nessas horas, muitas vezes eram surpreendidos quando percebiam que a missão daquela vez era um assalto a banco. Propositadamente, o líder deixava cair no local do assalto a carteira de identidade do jovem estudante que estava no volante do carro da quadrilha e tinha sido convidado pra pichar um muro e não pra assaltar um banco. A surpresa maior era na manhã seguinte. Os jornais publicavam a foto do jovem agora assaltante de banco, identificado por ter 'deixado' cair a sua identidade. Percebendo a 'armação' pra envolvê-lo nas ações criminosas e sem saída, o jovem procurava a liderança que dizia: 'sujou', você terá que 'esfriar' por um tempo, 'desaparecer', não se preocupe, vamos levar você pro interior. E, assim, mais um estudante era levado pra guerrilha de Xambioá no sul do PA.Envolvidos de uma maneira desleal, ardilosamente planejada pra ações criminosas contra seu país, por um grupo que pretendia derrubar o governo pra implantar um regime totalitário comunista que foi repudiado pelo povo, até na própria União Soviética. Esses jovens, agora com identidade falsa, desconhecida até por seus familiares. Ao enfrentarem as forças da lei nos combates travados em SP e Xambioá, alguns morreram e foram enterrados com a identidade que portavam. É fácil concluir que apenas os chefes das guerrilhas, responsáveis pela troca das identidades dos jovens, hoje considerados desaparecidos, têm condições de informar o verdadeiro nome de cada um pra ajudar na identificação do nome 'usado na guerrilha', com o qual provavelmente foram enterrados.Na fase mais crucial da guerrilha de SP, quando cresceram os assaltos a bancos, os seqüestros, os assassinatos de pessoas inocentes na rua como o da jovem que o Lamarca escolheu pra provar sua condição de ótimo atirador - era instrutor de tiro - e numa atitude covarde matou-a com um tiro, logo após assaltar um banco. Com a intensificação das ações de guerrilha em todo o País, principalmente no RJ e SP as Forças Armadas ficaram em desvantagem, alguns Homens foram abatidos, era preciso uma ação mais enérgica nos combates. Isso aconteceu no mesmo dia da morte do Cabo de uma das equipes que, em perseguição ao 'Japonês', companheiro de Lamarca no roubo das armas do Hospital Militar de SP e da guerrilha em Registro. O Cabo morreu porque se aproximou pra prender o Japonês com a arma abaixada. Foi morto por uma rajada de metralhadora desferida pelo Japonês através da porta do carro. Ato contínuo o comandante do II Exército, General Humberto de Sousa Mello, determinou que eu transmitisse uma ordem ao comandante da Operação Bandeirante (Maj Ustra), pra reunir a tropa e, na presença de todos, exigiu mais treinamento, mais atenção nas ações. Disse ainda, 'Já estou cansado de enterrar Homens sob meu comando. Exijo mais energia na execução das ações. É preciso agir de acordo com as técnicas antiguerrilhas aprendidas. Quando sob a miradas armas dos guerrilheiros, tinham que ser mais rápidos e atirar pra matar'. Eu ouvi, estava presente. O General Humberto estava angustiado com a morte dos seus subordinados. Era um veterano de 1930. Tinha sido Secretário de Segurança de PE. Conhecia as técnicas dos comunistas pra tomada do Poder.Desta maneira e neste contexto, a guerrilha começou a perder terreno até ser totalmente eliminada em SP. É preciso lembrar que nesta fase, ninguém, nenhuma pessoa inocente, morreu de bala perdida nas ruas de SP. A Revolução de 1964 foi vitoriosa, derrotados foram aqueles que pretendiam subjugar o povo brasileiro impondo um regime odioso marxista-leninista.Vale lembrar que o General Humberto, cumprida a missão em SP e após uma breve passagem por Brasília, como Ministro Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, passou pra reserva aos 66 anos, retirando-se pra sua residência, no RJ. Já na primeira semana, começou a receber ligações ameaçadoras com o seguinte teor: 'Já sabemos onde você mora, aproveite que esse é o seu último fim de semana. Cumprimentos da guerrilha'. Foram duas semanas de ameaças diárias, pro casal. Tomou uma decisão. Iria se mudar. Seria preciso um empréstimo bancário pra entrada num apartamento. Procurou um banco. Resposta do gerente: 'O senhor não tem renda familiar prum empréstimo'. Nesta hora, ele se deu conta da situação financeira dos militares, afinal tinha atingido o último posto da carreira. Não desistiu, ao sair em busca de outra solução. Teve seu carro, que era dirigido pelo seu motorista, violentamente fechado por outro, próximo ao Canecão, na saída do Túnel Novo, Zona Sul do RJ. A ação foi visivelmente intencional, pretendiam fazer parar o carro do General Humberto. Seria uma ação terrorista? Um seqüestro? Com a freada brusca, o general foi violentamente projetado sobre o painel do carro, batendo com a cabeça. Em ação rápida, o motorista subiu na calçada, tomando a direção contrária, conseguindo assim, fugir do local e retornando à residência. Horas depois, o General Humberto entrava em coma com derrame cerebral vindo a falecer no Hospital Miguel Couto onde fora internado. Era realmente o seu último fim de semana...'.Seixas Marques.

2 comentários:

FENIX disse...

Ao mesmo tempo em que o governo investe 12,34 bilhões de reais na formação de indolentes, reduz em 30% o numero de jovens para o serviço militar.

Um em cada quatro brasileiros recebe o bolsa família sem obrigação de apresentar contrapartida e as que existem, o governo não fiscaliza, investindo no ócio e na indolência, quebrando o moral, o amor próprio e o orgulho de uma gigantesca população. Estes, jamais servirão para defender a pátria em caso de necessidade, corrompidos que foram pelo suborno eleitoreiro e o péssimo vicio da inatividade.

Por outro lado, muitos jovens que poderiam aprender sobre organização, hierarquia e disciplina entre outras coisas e, com isso poder vislumbrar uma profissão e um futuro melhor, afastando-se do sedutor atalho do crime, também não serão preparados para a defesa da pátria e, sem perspectivas de emprego, ficaram à mercê das drogas e do crime organizado.

Até aí, não é de estranhar, pois cumpre à risca o programa da esquerda no poder, mas, acontecer isto com a participação dos comandantes militares, sob alegação de crise financeira global, é no mínimo ridículo e temerário.

Quem são esses comandantes que não se comportam como militares?

LIBERTAS QUAE SERA TAMEN

GRUPO GUARARAPES disse...

CIDADÃOS BRASILEIROS, DE PÉ! Doc. nº53 – 2009

Este documento é uma tentativa de despertar em todos aqueles que nos recebem a consciência de que OU NOS UNIMOS OU SEREMOS ESMAGADOS pelos inimigos do BRASIL.

O GRUPO GUARARAPES remete, por documento, mais de 7.000 e-mails para brasileiros de todos os recantos do País, ou até no exterior. Somos, atualmente, 2199 CIDADÃOS BRASILEIROS que lutam pela defesa da DEMOCRACIA, combatem a corrupção, batalham pela Integridade Nacional (vide Amazônia), pelo engrandecimento de nossas Forças Armadas e por um Brasil mais justo e solidário.

O GRUPO GUARARAPES, quando fala em CIDADÃO, não faz diferença entre preto, branco, índio, quilombola, mulato, nisei, católico, protestante, espírita, que vista a bata da Justiça, a farda do militar, o jaleco do médico, o capacete do engenheiro, de sexo, etc. CIDADÃO para o GRUPO GUARARAPES é o brasileiro que cumpre com os seus deveres e respeita os direitos dos outros. O estudante que estuda, o homem que ama sua família, a mulher mãe amantíssima, o político honesto e responsável legisla em benefício do povo, o juiz que aplica a lei, o administrador que defende o dinheiro público, o motorista que cumpre as leis do trânsito, etc., são CIDADÃOS que merecem todo o respeito da sociedade.

O GRUPO GUARARAPES combate os pretensos donos da verdade. Que assim agem mas convivem com a mentira, e que são os direitistas e esquerdistas seguidores de HITLER e de STALIN. O Grupo combate aqueles que querem impor suas ideias pelo grito, pelo palavrão, pela intimidação e pela mentira. O VERDADEIRO CIDADÃO BRASILEIRO é um democrata e que não vive olhando pelo retrovisor da história e mentindo para o povo brasileiro. Para ele a grandeza se encontra no presente e no futuro.

O GRUPO GUARARAPES procura unir os bons brasileiros que se agrupam em torno da BANDEIRA NACIONAL – a verde, amarela, azul e branca. Bandeiras vermelhas, pretas ou de outras cores não representam o BRASIL. O vermelho é sangue é terror, é tirania; o preto é morte, é desespero, é negação de vida.

O GRUPO GUARARAPES prega o diálogo, e combate a força a serviço do mal, o terrorismo, a mentira, o roubo, a falta de caráter. Ama os heróis nacionais e combate todo aquele que quer transformar o BRASIL numa ditadura socialista-comunista ou a que for, como essa que aí está mandando e desmandando, a serviço de um Poder espúrio,. A desserviço da Democracia.

O GRUPO GUARARAPES tem certeza de que a maior força de uma DEMOCRACIA se encontra na JUSTIÇA. Sem Justiça marchamos para o caos.

A BASE DA JUSTIÇA SE ENCONTRA NA VERDADE. Um País de mentirosos só encontra caminhos para o desastre, para a derrota, para a degradação.

A VERDADE SERÁ A GRANDE FORÇA QUE NOS UNIRÁ E MOVERÁ PARA SALVARMOS O BRASIL – PARA FAZÊ-LO E MANTÊ-LO INDEPENDENTE E FELIZ.

CIDADÃOS BRASILEIROS, DE PÉ, NA DEFESA DA VERDADE! PELO BRASIL!

GRUPO GUARARAPES
GEN TORRES DE MELO – Coordenador